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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Revisão do código de obras de Campinas

 


Revisão do código de obras de Campinas

A secretaria de urbanismo começou a revisão do código de obras e edificações do município de Campinas, Lei Complementar 09/2003 https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaratualizada/id/90884.


Vamos acompanhar esse assunto pois o acordo de cooperação técnica é com uma entidade denominada Comunitas , que tem financiadores como Brooksfield,Vale,BRK,Comgás, Tegra, etc...Note que algumas delas já estiveram envolvidas em escândalos https://comunitas.org.br/parcerias/  .


Sobre:

Plano Diretor e o Código de Obras são leis municipais separadas que trabalham juntas para organizar a cidade. O Plano Diretor define as regras gerais de crescimento do município e onde se pode construir, enquanto o Código de Obras detalha os padrões técnicos internos dos prédios. 

Diferenças Principais
  • Plano Diretor:
    • Guia o futuro da cidade.
    • Define zoneamento e uso do solo.
    • Estabelece limites externos como recuos e altura máxima. 
  • Código de Obras:
    • Controla regras técnicas de construção.
    • Define tamanho de cômodos, ventilação e saída de água.
    • Orienta a emissão de alvarás e fiscalização. 
Como Eles se Conectam
  • O Código de Obras deve seguir as diretrizes maiores do Plano Diretor.
  • Juntos com a lei de zoneamento, eles formam as regras urbanas de um município. 



-Atualização em 12/6/26

Acordo de cooperação técnica com a Comunitas:

ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Campinas, 12 de junho de 2026. ACORDO DE COOPERAÇÃO Nº 039/2026 Processo: SEI nº PMC.2026.00092682-71 Interessadas: Secretaria Municipal de Urbanismo Pelo presente instrumento de Acordo de Cooperação que celebram, de um lado, o MUNICÍPIO DE CAMPINAS, inscrito no CNPJ sob nº 51.885.242/0001-40, sediado na Avenida Anchieta nº 200 – Campinas - SP – CEP: 13015-904, doravante denominado MUNICÍPIO, por intermédio da SECRETARIA MUNICIPAL DE URBANISMO , inscrita no CNPJ/MF sob 51.885.242/0001-40, situada à Avenida Anchieta, 200_ – Campinas - SP – CEP: 13015-904, neste ato representada pela Ilma. Sra. Secretária Carolina Baracat do Nascimento Lazinho, brasileira, casada, arquiteta, , CPF: 277.449.098- 79, doravante denominado SEMURB; e, de outro lado, a COMUNITAS: PARCERIAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, doravante denominada simplesmente COMUNITAS, associação civil, sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP

https://portal-adm.campinas.sp.gov.br/sites/default/files/contratos/SEI_19178820_Acordo_de_Cooperacao_Tecnica.pdf

SEI_19178820_Acordo_de_Cooperacao_Tecnica.

https://drive.google.com/file/d/1RMqUAd-ZVQb6FhIblTrutUMViehWBNsA/view?usp=sharing


Quem é a Comunitas:

Quem são os dirigentes da Comunitas? https://adusp.org.br/denuncia/quem-sao-os-dirigentes-da-comunitas/?fbclid=IwY2xjawTey9hleHRuA2FlbQIxMABicmlkETEzdVdCczV2TU5pMU5FcUtLc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHlfP0by-R9JBILjGgNuFZui7yjG6w_mX5gy187E_Ql9N_x1ZAeUCahXCoIjy_aem_fmrqbZgbv_lxVjXMmpoP9w

 Relatório anual Comunitas 2025 https://comunitas.org.br/wp-content/uploads/2026/05/RELATORIO-ANUAL-2025_ONLINE_05042026.pdf

 Financiadores como Brooksfield,Vale,BRK,Comgás, Tegra, etc...Note que algumas delas já estiveram envolvidas em escândalos https://comunitas.org.br/parcerias/  .



-Atualização em 15/7/26

Revisão do Código de Obras e Edificações. Etapa 1 - Diagnóstico Analítico. Escuta Participativa

A Prefeitura de Campinas está revisando a LC 09/2003 (Código de Obras).
A proposta visa revisar e atualizar o Código de Obras e Edificações do Município de Campinas, com base nas diretrizes e boas práticas do programa Construa Brasil, aliadas a diagnóstico técnico, participação social e aos princípios de planejamento urbano, desburocratização administrativa e segurança jurídica.


Esta escuta é dirigida a profissionais e agentes que atuam com projetos, obras e aprovação no município. 
O tempo estimado de resposta é de 8 a 12 minutos. Suas respostas serão tratadas de forma consolidada. Prazo de recebimento: 15/07/2026.


-Atualização em 29/7/26

Conselhos municipais participam de apresentação sobre revisão do Código de Obras de Campinas




A Prefeitura de Campinas realiza na próxima sexta-feira, 31 de julho, às 14h, no Salão Vermelho do Paço Municipal, a apresentação do plano de trabalho para a revisão do Código de Obras e Edificações do município aos representantes dos conselhos municipais. A atividade será conduzida pela Comunitas, organização da sociedade civil parceira da Prefeitura no processo de atualização da legislação.
 
O encontro integra as ações de participação social previstas para a revisão do Código de Obras e tem como objetivo apresentar a metodologia, o cronograma e as etapas do trabalho. Também visa ampliar o diálogo com representantes da sociedade civil organizada.
 
Participação dos conselhos
 
Foram convidados representantes de nove conselhos municipais: Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU), Conselho da Cidade de Campinas (ConCidade), Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema), Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental de Campinas (Congeapa), Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc), Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMPD), Conselho Municipal do Idoso (CMI), Conselho Municipal de Habitação de Campinas e Comissão Permanente de Legislação Edilicia (CPLE).
 
Segundo a secretária municipal de Urbanismo, Carolina Baracat, a participação dos conselhos fortalece o processo de construção coletiva da nova legislação. "A revisão do Código de Obras precisa refletir as diferentes realidades da cidade. O diálogo com os conselhos amplia a participação social e contribui para construirmos uma legislação mais moderna, transparente e conectada às necessidades de Campinas", afirmou.
 
Revisão do Código de Obras
 
A revisão do Código de Obras é realizada em parceria com a Comunitas e prevê uma série de etapas participativas. O processo teve início neste mês com a formação do grupo técnico municipal e o lançamento da consulta pública, posteriormente prorrogada para ampliar a participação da população.
 
O Código de Obras de Campinas está em vigor desde 2003 e será atualizado para incorporar as normas técnicas e legislações editadas nas últimas duas décadas. A revisão também está alinhada às diretrizes do Programa Construa Brasil, do Governo Federal.
 
Próximas etapas
 
Após a fase de diagnóstico, serão realizadas oficinas temáticas que subsidiarão a elaboração da minuta preliminar do novo Código de Obras. Ao final do processo, a proposta será apresentada à população e encaminhada para apreciação da Câmara Municipal.
 
A apresentação aos conselhos municipais faz parte desse cronograma e busca ampliar o diálogo com representantes da sociedade civil, reunindo contribuições que poderão auxiliar na construção de um Código de Obras mais simples, moderno e alinhado às necessidades atuais do município.
 
A Comunitas
 
A Comunitas é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos (OSC) que atua em parceria com governos para desenvolver projetos voltados à modernização da gestão pública e ao aprimoramento de políticas públicas. Em Campinas, a instituição presta apoio técnico à revisão do Código de Obras, contribuindo com a metodologia, a organização das etapas e a condução dos processos participativos.
 

https://campinas.sp.gov.br/noticias/146274




-Atualização em 31/7/26

Vídeo:
Revisão código de obras 31/7/26 (1/3)



https://www.youtube.com/watch?v=hz0dgsFtE3k


-Atualização em 31/7/26

Secretaria de Urbanismo apresenta revisão do Código de Obras a conselhos municipais




A Secretaria Municipal de Urbanismo realizou, nesta sexta-feira, 31 de julho, um encontro com representantes de conselhos municipais para apresentar o andamento da revisão do Código de Obras e Edificações de Campinas. A reunião, realizada no Salão Vermelho do Paço Municipal, contou com a participação de cerca de 20 conselheiros e foi conduzida pela equipe técnica da Comunitas, organização parceira da Prefeitura no processo de revisão da legislação.
 
A abertura do encontro foi feita pela secretária municipal de Urbanismo, Carolina Baracat, que destacou a importância da participação da sociedade na construção do novo Código. "A revisão do Código de Obras é um trabalho coletivo. Queremos construir uma legislação mais moderna, simples e alinhada às necessidades atuais da cidade, ouvindo os diferentes segmentos da sociedade. Esse diálogo fortalece o processo e contribui para um resultado mais transparente e eficiente", afirmou.
 
Durante a apresentação, a equipe da Comunitas explicou os objetivos da revisão, as principais diretrizes que orientam o trabalho e as etapas previstas para a atualização do Código, em vigor desde 2003. Também foram apresentados temas como transformação digital, desburocratização, segurança jurídica, simplificação dos processos de licenciamento e fortalecimento da capacidade institucional da Prefeitura.
 
Os conselheiros participaram ativamente da reunião e tiveram suas perguntas respondidas pela equipe da Comunitas e pela secretária Carolina Baracat.
 
Participação continua aberta
 
Representantes que não puderam participar da reunião e a população em geral ainda podem registrar suas sugestões para a revisão do Código de Obras. O prazo para participar da Consulta Pública foi prorrogado até o dia 14 de agosto. A ampliação do período busca oferecer mais tempo para que moradores, profissionais da construção civil, entidades e demais interessados possam enviar contribuições.
 
O questionário permanece disponível no site da Secretaria de Urbanismo e reúne sugestões que serão analisadas pela equipe técnica responsável pela elaboração da nova proposta da legislação.
 
Atualização após mais de duas décadas
 
A revisão do Código de Obras integra um acordo de cooperação técnica entre a Secretaria de Urbanismo e a Comunitas. O objetivo é atualizar a legislação municipal, incorporando normas técnicas e diretrizes atuais relacionadas à acessibilidade, sustentabilidade, inovação tecnológica e modernização dos processos administrativos. O trabalho também está alinhado às diretrizes do Programa Construa Brasil e prevê conclusão em aproximadamente seis meses.
https://campinas.sp.gov.br/noticias/secretaria-de-urbanismo-apresenta-revisao-do-codigo-de-obras-a-conselhos-municipais-146398



-Atualização em 4/8/26
Sobre a revisão e o acordo com a Comunitas, temos algumas duvidas e solicitamos algumas informações:

LAI 825/2026

Pela lei de acesso á informação solicito o que segue:

Sobre a revisão do código de obras de Campinas, solicito:

1-Sendo o projeto inteiramente financiado pela Comunitas, que segundo informações na internet tem como apoiadores empresas envolvidas em escândalos e/ou desastres como por exemplo Brookfiels(Tegra) e Vale, qual o grau de imparcialidade da empresa Comunitas? Ela atenderá aos interesses dos seus apoiadores ou da cidade de campinas?

2-Por que o termo de cooperação foi celebrado com a Comunitas , associação privada que tem sede em São Paulo, e não com instituições como as universidades PUCC e Unicamp.

3-Qual foi o critério utilizado pela secretaria de urbanismo para efetua esse acordo apenas com uma instituição.

4-Porque a prefeitura se comprometeu a disponibilizar “dados sigilosos” à Comunitas? Quais cuidados o poder executivo tomou para que a confidencialidade não seja repassada a terceiros que venham a se beneficiar de informações privilegiadas , à quem a patrocina e/ ou outros?



-Atualização em 6/8/26
Email enviado ao Concidades

De: Info | Resgate Cambuí
Enviada em: quinta-feira, 6 de agosto de 2026 19:36
Para: Conselho da Cidade de Campinas <concidade@campinas.sp.gov.br>
Assunto: RES: Indicacao de Fundacao - Plano Diretor

 

Boa noite a todos.

Levanto uma questão para conversarmos:

Sobre a revisão do código de obras, ela  não deveria ser feita agora e sim apenas após o novo plano diretor.

 

Plano Diretor e o Código de Obras são leis municipais separadas que trabalham juntas para organizar a cidade. O Plano Diretor define as regras gerais de crescimento do município e onde se pode construir, enquanto o Código de Obras detalha os padrões técnicos internos dos prédios. 

Diferenças Principais

·                    Plano Diretor:

·                    Guia o futuro da cidade.

·                    Define zoneamento e uso do solo.

·                    Estabelece limites externos como recuos e altura máxima. 

·                    Código de Obras:

·                    Controla regras técnicas de construção.

·                    Define tamanho de cômodos, ventilação e saída de água.

·                    Orienta a emissão de alvarás e fiscalização. 

Como Eles se Conectam

·                    O Código de Obras deve seguir as diretrizes maiores do Plano Diretor.

·                    Juntos com a lei de zoneamento, eles formam as regras urbanas de um município. 


 

Att

Tereza

 




-Atualização em 7/8/26






sábado, 11 de julho de 2026

Mais uma árvore salva no Cambuí ( a 3a)

 



Mais uma árvore salva no Cambuí



Mais uma árvore salva das garras do governo Dário, juntamento com o DPJ/MB/CPFL ,  destruidores de árvores...Na avenida Silva Telles 165, bairro Cambuí em Campinas.


Laudo para matar a árvore...MB+CPFL+DPJ:




O laudo e exame realizado por José Hamílton de Aguirre Júnior , engenheiro florestal ,agrônomo,mestre em arborização urbana pela USP e membro da ONG e do Comdema,provou que a árvore fica!


Laudo que salvou a árvore:

LAUDOFlamboyantAv.CoronelSilvaTelles165JH





Graças ao trabalho incansável da ONG Movimento Resgate Cambuí, essa é a terceira árvore que conseguimos salvar.


Seguem as duas postagens do blog , das outras duas que foram salvas das garras do licenciamento da Seclimas:

-Salve a Sibipiruna do Cambuí

https://blog.individuoacao.org.br/2018/06/salve-sibipiruna-do-cambui.html





Confira a documentação da notícia de Fato aberta no Ministério Público:


NF 13344-2026


Trechos:

A entidade relatou que teve acesso a documentos do
Programa “Arborização + Segura”, desenvolvido pelo Município em
cooperação com a CPFL, entre os quais consta uma ordem de
serviço que autorizou o manejo de cerca de 100 árvores, sob o
fundamento genérico de comprometimento fitossanitário e
interferência na rede elétrica.
Destacou que o laudo técnico da empresa contratada
pela Municipalidade (MB Engenharia) indicou a necessidade de
extração do exemplar, justificando-a de forma sucinta, com base em
“estado fitossanitário irregular” e “lesão/cavidade no colo”, além de
alegação de risco iminente de queda, com fundamento na Lei
Municipal nº 11.571/2003.
Contudo, segundo a representação, o documento não
explicita a metodologia empregada nem apresenta avaliação técnica
aprofundada.
Diante dessas inconsistências, a entidade apresentou
laudo técnico independente, elaborado com metodologia completa
(ABNT 16246, tomografia e resistografia), que concluiu que a árvore
está saudável e estruturalmente estável, não apresenta risco
iminente e possui elevada relevância ambiental (sombreamento de
cerca de 400 m²), devendo apenas ser monitorada, não suprimida.
Considerando a divergência entre o laudo que
embasou a autorização de supressão e o laudo independente
apresentado pela Associação Movimento Resgate o Cambuí,
determinou-se a expedição de ofício à Secretaria Municipal de
Serviços Públicos (SMSP), com cópia do laudo de fls. 13/32, para
que:
i. suspendesse imediatamente a extração do exemplar arbóreo da
espécie Delonix regia (flamboyant), localizado na Avenida Coronel
Silva Telles, nº 165, abstendo-se de qualquer intervenção até
ulterior deliberação;
ii. providenciasse a realização de contra laudo técnico elaborado
por profissional habilitado e com emprego de metodologia
adequada, apta a dirimir a controvérsia instaurada; e
iii. apresentasse manifestação técnica específica acerca do laudo
apresentado pela Associação Movimento Resgate o Cambuí,
enfrentando seus fundamentos, metodologia e conclusões,
especialmente no que se refere à indicação de viabilidade de
preservação do exemplar.

Registre-se, inicialmente, que o presente caso revela divergência técnica
entre a Associação Civil Resgate Cambuí e os órgãos competentes da
Administração Municipal quanto à necessidade de supressão do
exemplar arbóreo em questão.
Embora o dissenso técnico possa ocorrer em matérias ambientais, sua
recorrência em procedimentos submetidos a esta Promotoria de
Justiça evidencia cenário de insegurança que dificulta a adequada
definição de medidas voltadas à proteção simultânea do patrimônio
arbóreo e da segurança da coletividade.




DESPACHO
Campinas, 06 de julho de 2026.
À
Assessoria de Gabinete do Secretário
Em atenção ao Ofício nº 1022/2026, da 12ª Promotoria de Justiça de Campinas, encaminho o contra laudo
técnico n° 07.2026 (doc. n° 19463708) do Departamento de Parques e Jardins e a Análise Nível 3 realizada
pelo Professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho (doc. n° 19463688) referentes ao exemplar de Flamboyant
(Delonix regia) localizado na Avenida Coronel Silva Telles, n° 165.
Atenciosamente,
Marcia Calamari.
Documento assinado eletronicamente por MARCIA CALAMARI, Diretor(a) de Departamento, em
06/07/2026, às 13:20, conforme art. 10 do Decreto 18.702 de 13 de abril de 2015.








Agora teremos que tentar acompanhar a poda para que não acabem com a beleza da árvore, e também exigir que sejam feitos laudos de nível 3 para as extrações de árvores.






-Atualização 24/7/26
Vão podar na segunda -feira...socorrooooo

E não é verdade que a prefeitura tomou a iniciativa da fazer os exames necessários.A prefeitura só examinou depois que o Resgate Cambuí entrou no MP para preservação da árvore comprovando que ela está boa.

Manejo preventivo de arborização mobiliza equipes da Prefeitura nesta segunda, 27Uma árvore no Cambuí passará por poda de adequação e um exemplar em Barão Geraldo será suprimido por segurança




A Secretaria de Serviços Públicos de Campinas realiza nesta segunda-feira, 27 de julho, a poda de uma árvore no Cambuí e a supressão de outra em Barão Geraldo. As intervenções ocorrem com base em exames e laudos técnicos específicos que atestaram as necessidades de cada caso. 

No Cambuí, as equipes realizam a poda de adequação em um flamboyant (Delonix regia) de grande porte, localizado na calçada da avenida Coronel Silva Telles, nº 165. A árvore passou por exames de diagnóstico com o uso de resistógrafo e tomógrafo, conforme os critérios estabelecidos pela legislação ambiental vigente. Os testes comprovaram a boa saúde do sistema radicular do exemplar, mas os galhos serão podados pela proximidade com a fiação elétrica.

No mesmo dia, ocorre a remoção de um pau-ferro (Libidibia ferrea), situado na calçada da avenida Santa Isabel, nº 606, em Barão Geraldo. O laudo técnico apontou riscos à segurança de pedestres e motoristas, por se tratar de um trecho com alto fluxo de veículos e pessoas. 

Falha mecânica 

A análise técnica identificou uma falha mecânica no tronco do pau-ferro, caracterizada por uma "bifurcação em V". Essa condição estrutural eleva o risco de fratura ou rachamento no ponto de união, especialmente durante episódios de ventos fortes, chuvas intensas ou acúmulo de umidade e peso. Além disso, os técnicos constataram o entrelaçamento dos galhos com as redes de energia elétrica e iluminação pública. 


https://www.campinas.sp.gov.br/noticias/manejo-preventivo-de-arborizacao-mobiliza-equipes-da-prefeitura-nesta-segunda-27-146027