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quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Em Campinas o descaso com as árvores é uma constante.

















Dia 28/12/19 pela manhã ,sem chuva ou vento , caiu um galho da árvore localizada na rua Santa Cruz quase esquina com a av Cel Silva Teles.
Falta cuidado
Falta análise
Falta estudo...
Falta tudo, só não falta dinheiro....as licitações seguem milionárias...

Vejam as licitações de 2019, a das árvores é da MB:

Processo Administrativo n.º PMC.2018.00030452-62
Interessado :  Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Modalidade :  Contrato
Termo de Contrato n° :   154/19
Contratada :   LITUCERA LIMPEZA E ENGENHARIA LTDA.
CNPJ/CPF :   62.011.788/0001-99
Objeto :  Prestação de serviços de manutenção contínua de áreas verdes e manutenção predial em parques públicos.
Valor :   R$ 30.959.995,06
Prazo :  12 meses
Assinatura :  02/12/2019

Processo Administrativo n.º PMC.2019.00034121-09 (autos principais: PMC.2018.00030452-62)
Interessado :  Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Modalidade :  Contrato
Termo de Contrato n° :   116/19
Contratada :   M.B. ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE LTDA.
CNPJ/CPF :   00.126.468/0001-27
Objeto :  Prestação de serviços de manutenção contínua de áreas verdes e manutenção predial em parques públicos.
Valor :   R$ 18.005.989,51
Prazo :  12 meses
Assinatura :  16/09/2019

Processo Administrativo n.º PMC.2019.00034121-09 (autos principais: PMC.2018.00030452-62)
Interessado :  Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Modalidade :  Contrato
Termo de Contrato n° :   117/19
Contratada :   CONVERD CONSTRUÇÃO CIVIL EIRELI
CNPJ/CPF :   02.647.165/0001-85
Objeto :  Prestação de serviços de manutenção contínua de áreas verdes e manutenção predial em parques públicos.
Valor :   R$ 9.419.992,35
Prazo :  12 meses
Assinatura :  16/09/2019














































terça-feira, 20 de agosto de 2019

Campinas extrai árvore por causa de reparo em cano...






















Como se não bastasse a CPFL fazer podas radicais que causam danos irreparáveis às árvores.
Como se não bastassem os danos causados às raízes das árvores pela Sanasa, pela Comgás, por motivo de troca de piso na calçada, etc...


Noticia informa que abastecimento de água foi interrompido dia 25/5/19 causado pela raiz de uma arvore


Solicitamos através da lei de acesso a informação a documentação da causa do problema, o laudo que atestou que foi a arvore que causou o problema, e o laudo do que ocorreu com a tubulação e de qual tipo de material é essa tubulação que rompeu.
Olhem abaixo qual foi a resposta...











segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Manifesto contra o projeto de Lei 160-12 que "Cria o programa de requalificação arbóreo e ambiental do município, e dá outras providências" (5/8/12)



















Campinas, 5 de agosto de 2012



Prezados Senhores: Prefeito, Vereadores, Representantes do Ministério Público, Funcionários Públicos, ONGs, Conselhos Municipais, Cidadãos Campineiros e Entidades Preservacionistas e de Luta Pelos Direitos da População,

com muita preocupação, me manifesto contra o Projeto de Lei de no 160-12 que "Cria o Programa de Requalificação Arbóreo e Ambiental do Município, e dá Outras Providências". (link http://sapl.camaracampinas.sp.gov.br/sapl_documentos/materia/261084_texto_integral )

Ela seria uma nova legislação, enquanto persiste a não fiscalização e o descumprimento de duas outras Leis fundamentais em vigência, que já contemplam os itens envolvidos na mesma.

São elas: 

- A Lei de Arborização Municipal de Campinas 11571-03;
- A Lei nº 11418/02 que dispõe sobre o rebaixamento de guias nas vias públicas do município, estabelecendo que o trecho de guias rebaixado não poderá exceder a 50% da extensão da testada, quando esta for superior a 10 (dez) metros. Esta é fundamental à composição de lugares específicos para a ocorrência adequada da arborização em calçadas.

Campinas e seus cidadãos vêm passando por uma terrível e constante perda de sua qualidade de vida. O meio ambiente urbano da cidade, por seguidas gestões municipais tem enfrentado o descaso, o despreparo técnico, a destruição do patrimônio público e a notória e acentuada degradação ambiental. Visualiza-se nesta cidade, a total falta de planejamento, a perda de árvores, o uso inadequado e generalizado de espécies de pequeno porte e palmeiras; desconsidera-se o conhecimento técnico e a contribuição que, a arborização urbana bem planejada, implantada, mantida e conservada em nossa cidade traria.

A poluição visual causada pelos sistemas de energia elétrico expostos e obsoletos, a marcante presença de equipamentos públicos e, propagandas publicitárias excessivas têm sido responsáveis pela mutilação constante das árvores de Campinas. As consequências nos vegetais são a ocorrência de doenças, pragas e a morte precoce dos mesmos. Outros resultados são a composição de árvores de risco, pelo intenso desequilíbrio causado pelas práticas absurdas e constantes pela empresa concessionária de energia, munícipes e órgãos municipais. Seguem alguns exemplos encontrados em Campinas: 






 Av.Norte-Sul  





     Rua dos Alecrins   

                                               



Rua Jorge Krug
                      

                                                                                                                


Redes elétricas subterrâneas são alternativas em vigência no mundo civilizado. Seu custo de implantação já era tecnicamente viável em 2003, conforme destacado no estudo abaixo:


Além dos custos reduzidos, os sistemas subterrâneos dispensam as podas mutiladoras dos sistemas expostos obsoletos, garantindo a preservação das árvores e da arborização, além de aumentar a amplitude do campo visual na cidade, permitindo a expressão da beleza da arquitetura urbana e, da própria arborização.

Áreas urbanas possuem problemas específicos como: impermeabilização e verticalização cada vez maior de suas áreas, aquecimento devido aos materiais de construção utilizados e do asfalto, poluição e doenças específicos. Em São Paulo, estudos de 1985 já indicavam a diferença de 10 oC na temperatura entre bairros arborizados e não arborizados da capital; estudo recente, de 2011, indica que essa diferença se acentuou ainda mais, para 14 oC. Enchentes, prejuízos econômicos, doenças respiratórias e cardíacas, compõe uma referência extremamente negativa que pode ser modificada com o uso adequado da arborização. Ilhas de calor, modificação do regime hídrico e dos ventos também podem ser amenizados pelas árvores.

A árvore e sua presença no meio urbano é fundamental para tratar, mitigar e colaborar no enfrentamento dessa problemática. Elas são grandes transpiradoras naturais de água, o que resulta no mesmo efeito de aparelhos de ar condicionado, porém sem gastar energia e umidificando, filtrando e limpando o ar que respiramos. Com suas copas e folhagem, nos protegem oferecendo sombra e, ao mesmo tempo, de inúmeras doenças urbanas, decorrentes da poluição e da exposição excessiva aos raios solares.

Mundialmente, em todas as nações que prezam o bem estar de sua população, tecnologias de compartilhamento de redes de serviços públicos (enterramento da rede de energia aérea, remoção de postes e uso compartilhado das redes com espaços próprios para: água, gás, fibra ótica, telefone, entre outros), têm sido a grande revolução para permitir a manutenção das árvores e de todo o seu potencial de benefícios na área urbana. Como segue nas imagens abaixo: 





  Buenos Aires   






  Santiago   






Singapura



                                                                                                                                             

                                               


Estudos científicos realizados em Campinas demonstram a perda acentuada e constante da arborização viária municipal, em uma cidade que foi referência nacional em arborização. Atualmente, ocorre em Campinas uma situação emergencial, pelo longo tempo em que a sua arborização urbana foi relegada-abandonada. Ocorreu a deterioração deste fundamental patrimônio, responsável pelo fornecimento de inúmeros benefícios e serviços ambientais, por total inércia e inoperância do poder público, além de maus tratos generalizados, envolvendo diversos atores.
  
O Bairro Cambuí é, atualmente, o único local de Campinas que recebeu um estudo completo sobre a sua arborização. Na localidade foi destacada toda a problemática e complexidade envolvida com a questão, que merece e deve receber o correto gerenciamento e administração pelo poder público municipal. Este estudo caracterizou o histórico da arborização urbana de Campinas desde sua criação, quando foi uma grande referência para nossa cidade, bem como para todo o país:


Somente nesta localidade de Campinas, encontrou-se uma carência de 6.100 (seis mil e cem árvores de calçada), em 2007!!!! Não há respeito à Lei Municipal de Arborização 11571-03 que estabelece em, pelo menos, 100, o número de árvores para cada Km linear de calçadas.  O mesmo estudo apresenta a tecnologia do compartilhamento de redes de serviços subterrânea, que pode preservar a arborização e deveria ser implementado em Campinas.

A Lei nº 11418/02 que dispõe sobre rebaixamento de guias nas vias públicas do município estabelece, que o trecho de guias rebaixado não poderá exceder a 50% da extensão da testada, quando esta for superior a 10 (dez) metros, tem sido constantemente desrespeitada pelo comércio, prestadores de serviço e população, compondo-se em uma perda de recursos aos cofres públicos de Campinas devido à não fiscalização e falta de aplicação de multas. O rebaixamento completo de muitas guias impede que a arborização seja implantada adequadamente.

Destaco que os problemas elencados pelo nobre vereador Paulo Oya justificando a necessidade de requalificação arbórea e ambiental para as futuras gerações municipais, a princípio, são de fundamental e notória relevância, porém, bastante questionáveis, já que são contempladas pela legislação municipal específica de arborização e de calçadas.

Infelizmente, a proposta não conta com o devido embasamento técnico necessário; mais ainda, é prejudicial à população  de Campinas, conforme o que segue:

- Ao mesmo tempo em que é afirmado em seu texto de que necessitamos de mais plantas para combater a poluição, mais "Árvores adequadas" para cada tipo de praça, rua ou avenida, é afirmado que necessitamos, também, depois que uma árvore seja plantada, de que não se necessite sua extração, por crescer muito e "encostar" em fios de alta tensão, ou destruir o calçamento de prédios e residências.

A arborização urbana é um ramo do conhecimento técnico Agronômico-Florestal, embasado técnica e cientificamente, de maneira a considerar a especificidade urbana, o seu correto planejamento para a inserção, o uso e usufruto adequado dos benefícios proporcionados pela arborização corretamente planejada. Árvores são seres vivos e como tal necessitam de acompanhamento por toda a sua vida.

O assunto, em nossa cidade, vem sendo conduzido administrativamente há muito tempo por leigos, que não tem qualquer preparo ou condições de interpretar, refletir e agir adequadamente sobre o tema. Ocorrem constantes ingerências, como recentemente foi o caso de podas absurdas e generalizadas em árvores fantásticas da cidade, apenas, para permitir o plantio de uma espécie de grama de sol na sombra. Tecnicamente, poderiam ser introduzidas espécies naturalmente próprias a esta situação, dispensando a prática da poda, bem como seus custos à municipalidade.

O destacado plantio de "Árvores adequadas" para cada tipo de praça, rua ou avenida, para não se necessitar realizar sua extração, por crescer muito e "encostar" em fios de alta tensão, ou destruir o calçamento de prédios e residências, tem sido uma maneira  para se continuar com o total despreparo técnico na condução da arborização de nossa cidade. A influência generalizada de cartilhas de empresas de energia doutrinando o uso do pequeno porte em arborização, é outro fator de manipulação embutido para a manutenção do despreparo.

Um técnico devidamente habilitado a lidar com a arborização, notadamente das áreas agronômico-florestais, planeja a mesma visando o porte máximo técnico por local, de acordo com as características e condições específicas de cada um. As árvores são seres vivos, com ciclos de vida como nós. Ao final dos mesmos, ou em casos de doenças e de situações irreversíveis, além de avaliações técnicas que constatem tal necessidade, devem ser removidas visando sua substituição.  Árvore urbana necessita INTRINSECAMENTE de manejo, de BOM MANEJO.

Afloramentos de raiz  ou, como o Vereador chamou "DESTRUIÇÃO DE CALÇAMENTO DE PRÉDIOS OU RESIDÊNCIAS", nada mais são do que o reflexo do desconhecimento quanto ao hábito das raízes e das respostas dos vegetais a canteiros pequenos e insuficientes para a entrada de água, nutrição e respiração das raízes. Há inúmeras espécies que possuem sistema radicular que não provoca este tipo de ocorrência, principalmente, quando em um canteiro generoso e tecnicamente implantado. Um profissional competente é capaz, perfeitamente, de usar da boa técnica para o plantio correto de espécies, além de preparar adequadamente o solo e o local a receber a árvore, por toda a sua vida útil.

Árvores podadas e conduzidas inadequadamente ficam desequilibradas, e são mais facilmente atingidas por  pragas e doenças. O sub-aproveitamento do local de plantio (pela utilização de arbustos e espécies de pequeno porte atrapalha pedestres, a segurança do campo visual e a iluminação pública), conforme destacado no trabalho abaixo:


Portanto, a falta de fiscalização, de planejamento, de acompanhamento e de manejo técnicos, de práticas adequadas por parte das concessionárias de serviços públicos aéreos e subterrâneos, a especulação imobiliária, os prestadores de serviços, o comércio, a própria população, o tráfego intenso e a poluição de veículos, a inoperância, o despreparo e a falta de condições atuais de gestão do patrimônio público tornam crítico o estado atual dessa arborização, ameaçando a sustentablidade de toda Campinas.

A arborização urbana deve ser o foco de políticas públicas que garantam a sua efetiva proteção.

Em Campinas, o conhecimento técnico deve ser novamente valorizado para conseguirmos reverter o quadro ambiental urbano desolador de nosso município. O órgão gestor da arborização municipal, o Departamento de Parques e Jardins, atualmente está vinculado à Secretaria Municipal de Obras, enquanto, claramente, deveria ser um dos braços da Secretaria de Meio Ambiente.

A arborização, em face de sua especificidade e necessidades, deveria compor um braço específico também desta secretaria, para poder caminhar-se melhor e adequadamente.

A composição e recomposição dos quadros funcionais da área de Engenharia Florestal e Agronomia no DPJ e de uma possível e necessária requalificação do setor, compondo  uma área específica de arborização é fundamental para revertermos essa situação em Campinas. O foco de operação do mesmo setor deve ser: condições de trabalho, número e qualidade de funcionários suficiente, além de ferramental e treinamento.

O assunto não pode ser conduzido por leigos, que, embora sua possível boa intenção, foram os responsáveis pela destruição da arborização da cidade de Campinas,  e pela composição dos riscos envolvidos à população, como vemos claramente nos dias de hoje.

Segue um video e imagens do Projeto "Cambuí Verde", um trabalho técnico conduzido pela Sociedade Civil Organizada - Movimento Resgate o Cambuí, no qual a comunidade realiza, sob orientação, o plantio e o cuidado com as árvores plantadas. Este trabalho representa algumas das contribuições que o conhecimento técnico bem aplicado pode trazer, em benefício da cidade e de seus habitantes.



                                                                                      


 Fotos plantio:







                                                                

Como cidadão campineiro, considero um grande erro e absurdo a proposta de requalificação apresentada, quando o necessário é garantir que haja condições para o uso do conhecimento técnico, bem como garantir condições adequadas de trabalho, de mão de obra e de gestão da arborização municipal.

CAMPINAS NÃO PRECISA DE REQUALIFICAÇÃO ARBÓREA, PRECISA DE PROFISSIONAIS COMPETENTES E DE ESTRUTURA SUFICIENTE PARA GARANTIR A MANUTENÇÃO E A CONTINUIDADE DE SUA ARBORIZAÇÃO.

Nobres senhores, a sociedade espera  que sejam capazes de entender nossas necessidades corretamente. Pelos próprios cargos que ocupam, bem como pela representatividade dos mesmos, que realizem ações sérias, comprometidas e que resolvam definitivamente nossos problemas. 

A arborização de Campinas virou um problema pelo total descaso público. Será também por intermedio do poder público, que poderá haver a reverção deste quadro.

Árvores urbanas possuem especificidades e exigências de tratamento próprios. A presença de árvores na cidade envolve a necessidade INTRÍNSECA de manejo.

A proposta de redução de porte e de plantio de árvores que não morram ou que não causem "problemas" é facilmente combatida quando se usa o conhecimento técnico. A consideração das condições locais e de compatibilização dos aspectos socioeconomicoambientais é necessária para se planejar a arborização.

Não queremos nem precisamos de árvores de plástico ou de bonsais em nossas ruas, precisamos de árvores e de pessoal técnico preparado para lidar e bem convivermos com elas! Como argumentado e defendido neste texto, a árvore pode virar um problema, quando se relega esse grande patrimônio, às mãos de leigos.

Quanto à necessidade de envolvimento e de participação, estou à disposição, como sempre.

At.

Engenheiro Florestal - ESALQ-USP,
Mestre em Arborização Urbana - ESALQ-USP,
Especialista em Ecologia e Sustentabilidade - UNESP-UMAPAZ
José Hamilton de Aguirre Junior   




Movimento Resgate o Cambuí-representando a sociedade civil organizada.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

DPJ tem a obrigação, o contrato, a verba e não cuida das praças...














DPJ tem a obrigação, o contrato, a verba e não cuida das praças...


Trecho do material da licitação que contratou a Colepav para cuidar das áreas verdes em Campinas., note que o valor só para 2018 é de R$ 45.323.994,24  :
Os serviços de manutenção das áreas verdes municipais deverão ser realizados de forma contínua durante todas as estações do ano, em conformidade com as orientações técnicas planejadas pelo DPJ com o objetivo de garantir durante todo o ano os seguintes aspectos: a) Segurança Pública; b) Estética Paisagística; c) Bem estar, saúde e ambiente saudável; d) Inibição de criação de depósitos de lixo e entulhoe) Minimizar a criação de vetores que transmitem doenças. A manutenção contínua de áreas verdes pode ser considerada uma extensão dos serviços de saneamento ambiental de todo o território municipal, sendo que no período das chuvas deverão ser enfatizados os serviços voltados à roçada da vegetação seguida de limpeza e remoção dos resíduos, enquanto que no período da estiagem o despraguejamento das áreas verdes será o serviço mais relevante. 2 - ESCOPO TÉCNICO A manutenção de áreas verdes de forma contínua tem o objetivo de proporcionar durante todo o período do ano condições favorável do ponto de vista ambiental e de saúde pública como também reduz as despesas com os serviços, uma vez que os locais recebem atendimento periódico com frequência programada conforme planejamento técnico do DPJ. As condições climáticas da região, típicas de países tropicais, com altos índices pluviométricos e alta umidade relativa dor ar, somado as características do solo na região, favorecem o crescimento de vegetação indesejável (mato) durante praticamente toda a época do ano justificando assim o conceito de manutenção contínua das áreas verdes municipais. Os serviços previstos apresentam características técnicas operacionais fundamentadas na realização de um conjunto de tarefas voltadas ao manejo adequado das áreas verdes municipais, passando pela formação de equipes especificas para executarem as diversas demandas existentes no setor



Processo Administrativo n.º 13/10/22929
Interessado :  Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Modalidade :  Aditamento de Contrato
Termo de Contrato n° :   179/17
Contratada :   Colepav Ambiental Ltda.
CNPJ/CPF :   12.162.177/0001-73
Objeto :  Prorrogação por 12 meses a partir de 10/12/17
Valor :   R$ 45.323.994,24
Prazo :  12 meses
Assinatura :  07/12/2017




A falta de manutenção é histórica e a resposta do DPJ costuma ser sempre a mesma
..“O Departamento de Parques e Jardins (DPJ), da Prefeitura de Campinas, informou por e-mail que vai fazer uma vistoria no local para verificar as necessidades e incluir essa área de lazer no programa de reurbanização para 2017. A administração diz ainda que todas as áreas de lazer passam por manutenção periódica”..

Moradores cobram manutenção na Pedreira do Garcia31 de Janeiro de 2018 
http://www.portalcbncampinas.com.br/2018/01/moradores-cobram-manutencao-na-pedreira-do-garcia/


15th April 2016
18/03/2013 11h20 - Atualizado em 18/03/2013 11h21

Faixa chama atenção para abandono de praças na região central
23 de Fevereiro de 2015


Internauta denuncia falta de manutenção de praça em Campinas
18/03/2013

Comparação praças cuidadas pela prefeitura e pela iniciativa privada-20013
http://blogdolorenzetti.com.br/2013/11/14/campinas-uma-cidade-abandonada-pelo-descaso/


 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

No dia da árvore não temos o que comemorar em Campinas .....










No dia da árvore (21/9/16) não temos o que comemorar em Campinas.
Mais uma árvore caiu no dia 18/9/16 , no bairro Cambuí, chegando a ferir uma pessoa.
As informações da mídia citam a pouca raiz da árvore e a falta de cuidados e de manutenção.


Nós citamos mais:
Árvores não caem...
Se houver cuidado...
Se houver planejamento...
Se houver inventário quali-quantitativo...
Árvores caem pelo desprezo ...
Pela falta de cuidado...
Pela omissão dos órgãos competentes...
Pela falta de planejamento...
Pelo desconhecimento técnico...
Pelos maus-tratos ...
Queda de árvore é o fim da linha do descaso do poder público


Campinas necessita do cadastramento e inventário quali-quantitativo de todas as árvores da cidade.
Esse inventário vai descrever o estado de saúde de cada árvore.
Com isso evitaremos chegar na situação de calamidade atual , onde se tem várias quedas de árvores.
O Movimento Resgate o Cambuí, juntamente com a sociedade civil, solicitou orçamento à USP-ESALQ atraves do Prof. Demóstenes Ferreira da Silva filho.
O orçamento segue no link http://pt.slideshare.net/ResgateCambui/cadastramento-e-inventario-usp  e toma como base o número de individuos do estudo da Embrapa, ou seja, 127.367.
O valor do estudo é de R$ 1.528.404,00, com o valor unitário de R$ 12,00 (doze reais) por árvore.
Na licitação para contratação de empresa(s) para a prestação de serviços de manutenção contínua de áreas verdes ( http://pt.slideshare.net/ResgateCambui/13-novo-apendiceialote2doanexoi20140408163144 ), o valor de R$ 22.106.179,93 como total para manutenção da arborização, plantio de árvores e equipe técnica.
Consta tambem o valor mensal sendo R$ 1.842.181,66.
Questionamos o fato de não ter sido exigido um inventário , pois ele seria menor que o valor gasto em um mês .
Questionamos o gasto com manutenção de árvores sem ter estudo do real estado que se encontram
Questionamos o plantio sem prévio inventário e planejamento.

E a opinião de quem entende:
O engenheiro florestal , mestre em arborização urbana e responsável pelo inventário das árvores no bairro Cambuí aponta que :
“...As árvores nos prestam inúmeros serviços ambientais. Precisam ser bem tratadas e passar por avaliações técnicas constantes. Árvore que cai, com exceção de temporais e situações extremas, é aquela que teve as raízes cortadas, sofreu podas que a enfraqueceram, não tem canteiro\área permeável e foi mau tratada por toda sua vida. Técnicos capacitados existem para gerir a arborização e garantir que ela efetive seus benefícios e não aconteçam acidentes. O que vemos atualmente é o completo abandono da arborização pelo poder publico do Brasil e de Campinas, onde a invasão do pequeno porte e arbustos, por total desqualificação do conhecimento, agravará os problemas de saúde da população, climáticos e os prejuízos ambientais da falta de árvores de porte e copa na cidade. Eng. Florestal José Hamilton Aguirre.”...

Trechos da matéria   
Para o engenheiro florestal e mestre em arborização urbana José Hamilton de Aguirre Junior, as árvores passam por vários fatores de risco, como podas sem técnicas, tempo seco, calor, ausência de canteiros e poluição, que contribuem para gerar estresse e esgotamento da planta. “Todas as árvores devem passar por avaliações técnicas e periódicas para verificar a situação das plantas”, afirmou.
A vítima questionou a falta de cuidado com as árvores na cidade. Segundo ela, a arborização no bairro foi um atrativo na escolha quando se mudou para Campinas, em julho. “Fui criada em uma fazenda, estava morando em São Paulo e por causa do trabalho mudei recentemente para cidade. Nunca imaginei passar por uma situação parecida. Sou a favor que plantem árvores na cidade, mas que cuidem e façam a manutenção adequada para que acidentes como este não aconteçam”, ressaltou.



Matérias na mídia

-Correio 19/9/16
Trechos da matéria   
Para o engenheiro florestal e mestre em arborização urbana José Hamilton de Aguirre Junior, as árvores passam por vários fatores de risco, como podas sem técnicas, tempo seco, calor, ausência de canteiros e poluição, que contribuem para gerar estresse e esgotamento da planta. “Todas as árvores devem passar por avaliações técnicas e periódicas para verificar a situação das plantas”, afirmou.
A vítima questionou a falta de cuidado com as árvores na cidade. Segundo ela, a arborização no bairro foi um atrativo na escolha quando se mudou para Campinas, em julho. “Fui criada em uma fazenda, estava morando em São Paulo e por causa do trabalho mudei recentemente para cidade. Nunca imaginei passar por uma situação parecida. Sou a favor que plantem árvores na cidade, mas que cuidem e façam a manutenção adequada para que acidentes como este não aconteçam”, ressaltou.


-G1 em 19/9/16
“O vento foi o fator preponderante, aliado à pouca raiz da árvore”, disse o bombeiro Daniel Alves.


-CBN em 19/9/16
“..a vítima questiona a falta de cuidado com as árvores na cidade...”


-UOL 5/11/15
Temporal derruba árvore sobre moto e mata casal em Campinas (SP)



-Carta Forense  4/8/14
Prefeitura de Campinas é responsabilizada por queda de árvore em automóvel




Publicações:
Arborização viária como patrimônio municipal de Campinas(José Hamílton Aguirre Júnior)
Relatório técnico-arborização urbana Campinas (Rosana Negreiros)
Outras:





Movimento Resgate Cambuí
Depto de comunicação