Processo foi "retirado de pauta" segundo informação do site do tribunal
25/11/2011
Da redação
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) adiou, pela quinta vez, o julgamento do pedido de habeas corpus da ex-primeira-dama e ex-chefe de Gabinete de Campinas, Rosely Nassim Jorge Santos (foto abaixo). A audiência estava marcada para esta quinta-feira (10) na 15ª Câmara de Direito Criminal. A liminar impediu que a ex-primeira-dama fosse presa durante as investigações pelo Ministério Público (MP), no primeiro semestre deste ano, em que ela foi apontada como chefe de quadrilha que fraudava licitações. Segundo o TJ, o motivo do adiamento foi porque o processo foi “retirado de pauta e diante da redistribuição, o processo não se encontra em ‘mesa’ para julgamento”.
Um novo julgamento ainda não tem data definida. Os desembargadores que devem julgar o mérito do habeas corpus são Poças Leitão (relator), J. Martins e Miguel Marques e Silva.
O pedido preventivo foi obtido junto ao TJ-SP no dia 9 de maio pelo advogado Eduardo Carnelós, que representa o prefeito cassado Hélio de Oliveira Santos (PDT) e a ex-primeira dama. Rosely é apontada pelo MP como coordenadora do esquema. O advogado pediu na liminar que as investigações fossem canceladas, argumentando que o objetivo seria investigar o prefeito, o que não seria de competência da Promotoria. No mesmo pedido de habeas corpus solicitava que nenhuma medida coercitiva, como mandados de prisão, fossem expedidos contra Rosely.
Fonte: EPTV Campinas
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Crise e falta de investimentos sucateiam ARs de Campinas - SP
A falta de investimento e a utilização da máquina pública para interesses políticos provocaram um cenário grave de degradação nas ARs
Luciana Félix e Natan Dias/AAN
08/01/2012
Agência Anhanguera de Notícias

A falta de investimento e a utilização da máquina pública para interesses políticos provocaram um cenário grave de degradação nas Administrações Regionais (ARs) espalhadas pelos quatro cantos de Campinas. O caos é agravado atualmente pela crise política campineira. Esquecidas há décadas e, desde 2006 em estado falimentar, os núcleos que deveriam servir para o atendimento da população no que se refere a demanda de serviços públicos, nada mais são atualmente do que cabides de empregos.
A reportagem do Correio visitou anteontem as 14 ARs e as encontrou, com exceção da AR-1, mergulhadas em um cenário de abandono que preocupa tanto os servidores quanto a população, que convive com os problemas sem solução.
Para continuar lendo esta matéria clique aqui
Luciana Félix e Natan Dias/AAN
08/01/2012
Agência Anhanguera de Notícias

A falta de investimento e a utilização da máquina pública para interesses políticos provocaram um cenário grave de degradação nas Administrações Regionais (ARs) espalhadas pelos quatro cantos de Campinas. O caos é agravado atualmente pela crise política campineira. Esquecidas há décadas e, desde 2006 em estado falimentar, os núcleos que deveriam servir para o atendimento da população no que se refere a demanda de serviços públicos, nada mais são atualmente do que cabides de empregos.
A reportagem do Correio visitou anteontem as 14 ARs e as encontrou, com exceção da AR-1, mergulhadas em um cenário de abandono que preocupa tanto os servidores quanto a população, que convive com os problemas sem solução.
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Faltam 2,5 mil lixeiras no Centro de Campinas - SP
Campanha emergencial de dezembro apenas atenuou drama enfrentado pelos campineiros
Inaê Miranda
DA AGENCIA ANHANGUERA
15/01/2012
Quem anda pelas principais ruas e avenidas de Campinas, muitas vezes, é obrigado a levar lixo para casa. A falta de lixeiras é um problema antigo da cidade, que parece está longe de ser resolvido.
Apenas na região do Centro expandido — que compreende bairros como Cambuí, Vila Industrial, Botafogo, Proença e Guanabara — o déficit é de 2,5 mil lixeiras púbicas, segundo levantamento da Secretaria de Serviços Públicos.
No finalzinho do ano passado, o Correio Popular foi às ruas para conferir as dificuldades do cidadão.
Tempo de decomposição dos materiais:
Alumínio 200 a 500 anos
Goma de mascar 5 anos
Embalagens longa vida até 100 anos
Embalagens pet mais de 100 anos
Filtros de cigarros 5 anos
Papel e papelão Cerca de 6 meses
Fonte: Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo
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Inaê Miranda
DA AGENCIA ANHANGUERA
15/01/2012
Quem anda pelas principais ruas e avenidas de Campinas, muitas vezes, é obrigado a levar lixo para casa. A falta de lixeiras é um problema antigo da cidade, que parece está longe de ser resolvido.
Apenas na região do Centro expandido — que compreende bairros como Cambuí, Vila Industrial, Botafogo, Proença e Guanabara — o déficit é de 2,5 mil lixeiras púbicas, segundo levantamento da Secretaria de Serviços Públicos.
No finalzinho do ano passado, o Correio Popular foi às ruas para conferir as dificuldades do cidadão.
Tempo de decomposição dos materiais:
Alumínio 200 a 500 anos
Goma de mascar 5 anos
Embalagens longa vida até 100 anos
Embalagens pet mais de 100 anos
Filtros de cigarros 5 anos
Papel e papelão Cerca de 6 meses
Fonte: Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Oito Cidades Ignoram "Selo Verde" Estadual

Segue matéria de 13/2/12 no Jornal Todo Dia sobre os municípios que não receberão recursos por não enviarem propostas à Secretaria Estadual de Meio Ambiente.
Campinas não participa por falta de condições, veja vídeo (de Dezembro de 2009):
Vídeo-Antepenultimo Lugar (Com o ex.secretário Paulo Sérgio e José Hamílton Aguirre Júnior)
Movimento Resgate o Cambuí
RANKING AMBIENTAL
Oito cidades ignoram ‘selo verde’ estadual
Municípios não enviaram propostas e por isso não terão certificação e nem receberão recursos de fundo
MICHELLE PORTELA - REGIÃO

Tratamento de esgoto é um dos itens avaliados pelo programa
Oito municípios da RMC (Região Metropolitana de Campinas) não apresentaram seus planos de gestão ambiental à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e não receberão neste ano o “selo verde” emitido pelo Programa Verde Azul. Com isso, as cidades estão impedidas de ter acesso ao Fecop (Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição).
Campinas, Engenheiro Coelho, Holambra, Nova Odessa, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Valinhos e Artur Nogueira estão fora da competição que publica um ranking ambiental e concede o “selo verde” às cidades mais bem avaliadas pelo programa a partir de dez diretrizes.
Ano passado, estas cidades já foram mal avaliadas também por dificuldades na entrega dos planos, porém, somaram pontos porque têm alguma estrutura de gestão ambiental, como secretarias e outros órgãos.
Dos 645 municípios do Estado avaliados pelo Programa Município Verde Azul ano passado, por exemplo, Campinas foi a terceira pior cidade no ranking, somando 5,6 pontos. No ano anterior, nem chegou a participar. A justificativa da Prefeitura de Campinas para o mau desempenho é que a equipe da recém criada Secretaria de Meio Ambiente, com pouco mais de um ano, não teve tempo de preparar o documento com segurança por conta da crise política instalada na cidade.
Engenheiro Coelho ficou na 426ª posição, com 42,7 pontos, no ano passado, mas também não participou um ano antes. De acordo com secretário Gesiel Pereira, diretor de Meio Ambiente da Prefeitura de Engenheiro Coelho, somente agora o município está “se desenvolvendo na questão ambiental”.
“A diretoria é bem recente e ainda não é a prioridade da cidade, que não tem nenhuma secretaria, por exemplo”, avalia.
EMBRIONÁRIO
Procuradas pelo TodoDia, as assessorias de imprensa das prefeituras das cidades que não entregaram o plano alegaram o processo embrionário de gestão ambiental como a principal dificuldade para participar do programa.
De acordo com o coordenador estadual do Município Verde Azul, Paulo Adad, o programa não visa prejudicar os municípios, mas incentivar a promoção da política ambiental com ações locais. “Os municípios que recebem a certificação passam a ter mais credibilidade. São prioritários, por exemplo, no acesso ao Fecop. Como nosso objetivo é expandir os benefícios do prêmio, a tendência é que outros financiamentos do Estado adotem selo verde.”
As dez diretrizes do Município Verde Azul são esgoto tratado, lixo mínimo, recuperação da mata ciliar, arborização urbana, educação ambiental, habitação sustentável, uso da água, poluição do ar, estrutura ambiental e Conselho de Meio Ambiente, por meio das quais os municípios devem concentrar os seus esforços na construção de uma agenda ambiental efetiva.
http://portal.tododia.uol.com.br/?TodoDia=cidades&Materia=646221
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
"Incansáveis Plantadores" do bairro Cambuí em Campinas - SP

Divulgação de parte dos trabalhos executados pela equipe dos "Incansáveis plantadores"
Já foram plantadas 190 árvores, com novos canteiros e orientação técnica. Em Campinas, bairro Cambuí.
Agora entraremos numa nova fase, nos estruturando melhor , com novos projetos, sem deixar de plantar muitas árvores .
Movimento Resgate o Cambuí

a equipe planta....

Capina.....

Faz o canteiro.......

E rega as novas mudas.....


E encanta com o resultado..... A mesma árvore da foto anterior um ano depois....
VÍDEOS "Incansáveis plantadores"
Vídeo 1
Vídeo 2
...Suster vem do latim sustinere, segurar, por cima; suportar, por baixo;
fortalecer o espírito, de confirmar (MACHADO, 2003). O que é sustentável é aquilo que possui suporte...
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Precariedade assola bairro ao lado do Alphaville em Campinas
Falta de rede de esgoto e de asfalto causam transtornos à população do Parque dos Pomares, que cobra providências
31/01/2012

População do bairro convive com esgoto a céu aberto
(Foto: Carlos de Sousa Ramos/AAN )
A falta de rede de esgoto e de asfalto revela a situação de abandono vivida pelo Parque dos Pomares, bairro da região Leste de Campinas localizado a sudoeste do Alphaville, um condomínio de alto padrão. Na região, o asfalto acaba onde começa a entrada do bairro, até a Rua 81. A partir da via principal, a Avenida Dr. Walmor Largura, não há mais pavimentação.
Em dias de chuva, a situação piora, segundo moradores. “Nem tatu com chuteira no pé consegue passar pelas ruas em dia de barro”, disse o morador e comerciante Flávio César Barbosa Andrade, de 42 anos. Flávio mora no bairro há oito anos e reclama também da falta de manutenção no bairro. “Nosso bairro é rodeado pela burguesia, mas abandonado pela Prefeitura. Não entendemos as diferenças.”
Ver matéria completa aqui
31/01/2012

População do bairro convive com esgoto a céu aberto
(Foto: Carlos de Sousa Ramos/AAN )
A falta de rede de esgoto e de asfalto revela a situação de abandono vivida pelo Parque dos Pomares, bairro da região Leste de Campinas localizado a sudoeste do Alphaville, um condomínio de alto padrão. Na região, o asfalto acaba onde começa a entrada do bairro, até a Rua 81. A partir da via principal, a Avenida Dr. Walmor Largura, não há mais pavimentação.
Em dias de chuva, a situação piora, segundo moradores. “Nem tatu com chuteira no pé consegue passar pelas ruas em dia de barro”, disse o morador e comerciante Flávio César Barbosa Andrade, de 42 anos. Flávio mora no bairro há oito anos e reclama também da falta de manutenção no bairro. “Nosso bairro é rodeado pela burguesia, mas abandonado pela Prefeitura. Não entendemos as diferenças.”
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Denúncia de Podas Irregulares na Cidade de Campinas

Segue denúncia recebida , feita por morador indignado com o fato da EMDEC realizar podas.
Como se não bastassem as podas executadas pelo DPJ e pela CPFL, agora teremos também as podas executadas pela EMDEC ?????
Dia 30/01/12
Local : Av. Júlio de Mesquita esquina com Av.Cel. Silva Telles.
Fato : Emdec faz podas de árvores sem laudo e sem orientação técnica.
Motivo alegado : visualização do semáforo.....
Seguem as fotos e os vídeos:

Caminhão do DPJ , funcionários da prefeitura e Colepav e EMDEC.

Caminhão do DPJ , funcionários da prefeitura e Colepav e EMDEC.

Caminhão do DPJ , funcionários da prefeitura e Colepav e EMDEC.

Rua Irmãos Bierrembach quase esquina com Av. Júlio de Mesquita

Rua Irmãos Bierrembach quase esquina com Av. Júlio de Mesquita

Rua Irmãos Bierrembach quase esquina com Av. Júlio de Mesquita
Movimento Resgate o Cambuí
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