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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Dilma: Salve a Amazônia!

Esta semana nossa Presidente pode aprovar o novo Código Florestal que colocaria a Amazônia e seus protetores em grande perigo. Ativistas ambientais foram assassinados e os ruralistas no Congresso estão fazendo uma campanha desavergonhada para que a Presidente Dilma Rousseff sacrifique nossas florestas. Mas quando mais de 1.2 milhões de pessoas se mobilizaram, conseguimos adiar o texto no Congresso, e convencer conselheiros presidenciais a se pronunciarem. Agora o futuro da Amazônia está na caneta da Dilma. Somente uma pressão massiva do público pode fazer com que ela proteja nossas florestas e rejeite a política de ameaças e intimidação. Os próximos dias são cruciais -- vamos mostrar à Dilma que várias pessoas em todo o Brasil querem que ela vete esse texto retrógrado e preserve o Brasil como um lugar lindo.

Clique aqui para saber como colaborar enviando uma mensagem diretamente para a caixa de emails da Dilma, para impedir o desmatamento e salvar a Amazônia.

http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_sam/?cRxHxab

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Árvores em Campinas correm risco de cair por causa de poda mal feita

Data de publicação: 24/11/2011

ASPECTOS BIOFÍSICOS E SOCIAIS DA VALORAÇÃO ECONÔMICA DO DANO AMBIENTAL

20 de junho de 2008

ASPECTOS BIOFÍSICOS E SOCIAIS DA VALORAÇÃO ECONÔMICA DO DANO AMBIENTAL
Dr. Georges Kaskantzis Neto

O meio ambiente transforma-se naturalmente com o tempo. As atividades culturais, econômicas e sociais do homem influenciam a evolução do meio ambiente e originam impactos benéficos e prejudiciais sobre o mesmo. Os impactos negativos são danos ambientais insignificantes ou significativos alteram os recursos naturais.

O dano ambiental acontece quando determinada ação, omissão ou atividade humana produz uma alteração desfavorável no sistema ambiental. O dano ambiental pode ser analisado por quatros aspectos: manifestação; efeitos; causas e agentes implicados. Esses aspectos são utilizados como referência para avaliar as implicações ecológicas e econômicas do dano ambiental.

As alterações que o dano ambiental causa no ambiente afetam o meio físico e o social. O dano social causa a perda de benefícios fornecidos pelos recursos naturais. O capital natural fornece à sociedade uma série de serviços ambientais, fluxos de matérias e de energia que garantem e melhoram o bem estar da população.

A valoração econômica do dano ambiental deve considerar dois componentes: o dano biofísico e o dano social. O dano biofísico diz respeito às alterações originadas no meio que provocam a deterioração das características dos recursos naturais. O dano social está relacionado aos prejuízos causados à sociedade pela perda ou redução dos bens e serviços ambientais fornecidos pelo capital natural.

Para determinar o dano biofísico é necessário avaliar o tipo da alteração provocada e sua relação com o meio afetado, considerando as suas características e composição no local e na região de influência do impacto. Assim, é necessário caracterizar o recurso afetado e avaliar o nível do seu estado de conservação antes e depois do dano.

A recuperação do estado inicial de conservação do recurso afetado pelo dano implica na execução de uma série de atividades que demandam tempo, materiais e mão de obra. Os custos financeiros desses insumos devem ser cobertos pelo causador da lesão e dependem da magnitude do impacto, do tempo de recuperação do recurso afetado e do nível de restauração desejado.

Para estimar os custos do dano social é necessário conhecer os benefícios que derivam do recurso afetado, antes e depois do dano, para então fazer a valoração econômica. Portanto, é necessário identificar os custos das atividades de recuperação necessárias para conduzir o sistema ambiental ao seu estado inicial de conservação.

As implicações sociais do dano estão relacionadas às perdas de benefícios que derivam dos recursos afetados e custos adicionais que incorrem sobre a população devido aos efeitos adversos decorrentes pela alteração do ambiente, tais como: tratamentos de saúde; perda de renda; de salário e de visitação.

Concluí-se que o dano ambiental provoca alterações desfavoráveis no meio ambiente, e para quantificá-lo é necessário conhecer as características do meio e fazer a contabilidade do capital natural, assim como, dos benefícios que fornece à sociedade.

Barragem é destruída para permitir passagem de peixes nos EUA

Barragem é destruída para permitir passagem de peixes nos EUA
Por clipping

Autoridades norte-americanas começaram nesta quinta-feira (15) a derrubar duas barragens que estava atrapalhando o fluxo de peixes no Rio Elwha, no estado de Washington, no noroeste do país. O rio fica dentro do Parque Nacional Olympic e conta com uma variedade de espécies de salmão do Oceano Pacífico.

As usinas hidroelétricas de Elwha e Glines Canyon datam respectivamente de 1913 e 1927. Elas foram importantes para o desenvolvimento da Península Olympic, mas estão obsoletas, pois a maior parte da energia usada hoje na região vem do estado vizinho do Oregon. Na época em que foram construídas, ainda não se usava construir a passagem de peixes, um tipo de escada que permite que os animais subam o rio.

Orçada em cerca de US$ 325 milhões e com previsão de durar três anos, a remoção das barragens foi considerada a maior da história dos EUA. O projeto é um desejo de ambientalistas desde os anos 1970. A administração do parque estima que, antes da existência das barragens, cerca de 400 mil salmões subiam o rio a cada ano.

Os salmões são importantes para todo o ecossistema da região. Eles servem de alimentos para animais maiores, como ursos, e beneficiam também árvores, já que os peixes mortos fertilizam o solo.

Além disso, tribos nativas que habitam o parque nacional veem o salmão como um símbolo de sua cultura. O alto do rio, com seus salmões, é uma região sagrada para eles. (Fonte: G1)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/09/17/74655-barragem-e-destruida-para-permitir-passagem-de-peixes-nos-eua.html

Mudanças climáticas ameaçam o Himalaia

Mudanças climáticas ameaçam o Himalaia
Por clipping

Chuvas erráticas, geleiras que se derretem e uma biodiversidade ameaçada são os sintomas da mudança climática na cordilheira do Himalaia, enquanto os governos da região se esforçam para encontrar soluções o mais rápido possível.

Um exemplo da necessidade de cooperar é a Cúpula do Clima pela Vida do Himalaia, que ocorreu neste último fim de semana no Butão com a participação também de dirigentes da Índia, Bangladesh e Nepal, para elaborar estratégias de adaptação à mudança climática.

Os especialistas constatam que a quantidade de neve na cordilheira diminuiu e que o aumento das temperaturas está derretendo as geleiras, o que terá efeitos sobre o nível dos rios que nascem nela.

Também correm perigo a fauna e a flora dessas montanhas que percorrem o norte da Índia e atravessam Nepal e Butão, consideradas pela organização WWF uma das áreas de maior biodiversidade do mundo.

“Existe um impacto acelerado de um planeta cada vez mais quente, pressões da crescente população humana sobre seus recursos e uma extração insustentável de produtos florestais”, denuncia a WWF.

Nos montes do Himalaia, foi documentada a presença de 10 mil espécies de plantas, 977 aves, 300 mamíferos, 269 peixes de água doce, 176 répteis e 195 anfíbios. Além disso, alguns grandes animais selvagens, como elefantes, tigres e rinocerontes costumam passar inadvertidamente de um país para o outro, motivo pelo qual os ambientalistas reivindicam uma ação além das fronteiras.

“Precisamos que as florestas estejam conectadas para proteger a biodiversidade”, disse o organizador da Cúpula, Nwang Norbu, em uma videoconferência transmitida da capital do Butão para a imprensa em Katmandu.

Esta é a primeira vez que se discutem os problemas do Himalaia de maneira específica. Por isso, os organizadores da conferência depositam bastante esperança em relação a novas linhas de atuação.

Segundo Jayaram Adhikari, do Ministério do Meio Ambiente nepalês, ainda existem arestas organizacionais para serem aparadas, mas a conferência já se divide em quatro seções: biodiversidade, alimentação, segurança energética e gestão de água.

Este último assunto é o que desperta mais preocupação, pois os rios que nascem no Himalaia abastecem milhões de pessoas no subcontinente indiano, além de regar as plantações que os alimentam e lhes fornecem eletricidade.

“Trabalhamos para compartilhar informações sobre fluxos de água nos rios, assim como sobre a quantidade de chuva e temperatura. Há muito poucos dados científicos disponíveis para uma análise apropriada”, explicou Adhikari.

O ciclo de chuvas em transformação gerou no passado efeitos devastadores em zonas da Índia e Bangladesh, onde se registraram inundações, e está tendo efeitos sobre a segurança alimentar dos habitantes.

Enquanto agora no Nepal chova mais do que antes, em alguns lugares do subcontinente onde a monção que chega sempre na mesma data, as chuvas vem com atraso. “Há lugares onde as casas costumavam ter telhados de palha. É preciso criar estratégias de adaptação, pois agora a chuva poderia arrasá-las”, alertou Adhikari.

Segundo o organizador da Cúpula, a troca de tecnologia para criar cultivos resistentes à seca poderia ser uma forma de cooperação. No horizonte de colaboração aparecem também os intercâmbios energéticos e econômicos, porque a Índia importa energia hidrelétrica a partir do Butão e suas empresas iniciaram a construção de novas unidades no Nepal.

Contudo, isto ocorre em paralelo com o derretimento das geleiras e a formação de lagos que ameaçam, enquanto novas rachaduras ocorrem, povoados localizados em altitudes mais baixas.

“Os países não podem sozinhos diminuir os efeitos da mudança climática, precisamos cooperar porque isso reduzirá os custos e poderemos compartilhar conhecimento”, disse à Agêcia Efe o porta-voz do ministério do Meio Ambiente do Nepal, Meena Khanal. (Fonte: Portal iG)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/11/23/77028-mudancas-climaticas-ameacam-o-himalaia.html

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O novo Código Florestal e o impacto na água


“O novo Código Florestal não está considerando o papel dinâmico da vegetação no sistema ambiental”, declara José Galizia Tundisi, referindo-se à redução e utilização de áreas alagadas e florestais para o plantio. O pesquisador explica que as matas e áreas ripárias são fundamentais para a manutenção do ciclo hidrológico e a não preservação desses territórios irá interferir diretamente na quantidade e na qualidade da água. “A vegetação constitui um componente muito importante para o ciclo da água, porque ela a retém e a infiltra no solo, contribuinto com ar para atmosfera através da transpiração e da evapotranspiração”.

Em entrevista concedida por telefone para a IHU On-Line, José Galizia Tundisi também explica que, caso o novo texto do Código Florestal seja aprovado, o custo com o tratamento da água poderá aumentar porque a “remoção, tanto de áreas alagadas como de vegetação, causa naturalmente uma perda de qualidade da água”, menciona. E esclarece: “Onde há a preservação dos mananciais, gastam-se no máximo 2 ou 3 reais por 1000 metros cúbicos para tratar a água, enquanto em regiões degradas gastam-se mais de 300 reais para tratar a água, só com substâncias químicas. Essa diferença é o trabalho que a vegetação e as áreas alagadas fazem e que serão retirados pela insanidade do Código Florestal”.

O texto do novo Código Florestal começou a ser discutido na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle – CMA, na manhã de ontem, 21-11-2011. A votação do texto deverá acontecer na próxima quarta-feira. Caso aprovado, o projeto segue para o Plenário, para a última etapa de tramitação no Senado.

José Galizia Tundisi é graduado em História Natural, mestre em Oceanografia na University of Southampton e doutor em Ciências Biológicas (Botânica) pela Universidade de São Paulo – USP. Atualmente é professor titular aposentado da USP e professor titular do curso de Qualidade Ambiental, da Feevale. É presidente da Associação Instituto Internacional de Ecologia e Gerenciamento Ambiental – IIEGA e pesquisador do Instituto Internacional de Ecologia – IIE.


O novo Código Florestal e o impacto na água. Entrevista especial com José Galizia Tundisi

Com a aprovação do novo Código Florestal, o Brasil perderá a oportunidade de criar condições de proteger a sua biodiversidade e de aumentar a capacidade de uso que dela se faz", alerta o presidente do Instituto Internacional de Ecologia – IIE.

Confira a entrevista.
http://www.ihu.unisinos.br:80/index.php?option=com_entrevistas&Itemid=29&task=entrevista&id=49663

terça-feira, 22 de novembro de 2011

POLUIÇÃO VISUAL



Conforme já foi dito anteriormente por várias vezes, a população não aceita mais conviver com fiação e postes obsoletos.
Segue carta do Correio Popular de hoje, e um blog com artigo da poluição visual causada também pela fiação e postes obsoletos.

CORREIO POPULAR 21/11/11

(Jornal de Campinas)

Telefonia

Carlos Fernandes
Gráfico, Campinas

Antigamente, quando a empresa de telefonia era do Estado, via-se uma ética nas instalações. Hoje, vemos fios caídos pelas ruas ou pendurados nos postes, os instaladores pouco se importam com o visual da instalação.

Cremos que os postes com esses fios mal-instalados geram muito mais poluição visual do que as placas de propagandas. E, para piorar, a crescente demanda de cabos de TV e internet estão deixando ainda mais os postes e ruas com um péssimo visual.

Gostaríamos de saber quem regulariza e fiscaliza essas instalações. Se é cobrada uma taxa de uso dos postes pelas companhias, por que não se exige um bom trabalho ?

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http://deolhonailha-vix.blogspot.com:80/2010/12/farra-nos-postes-de-vitoria-poluicao.html

Domingo, 19 de dezembro de 2010

A FARRA NOS POSTES DE VITÓRIA. POLUIÇÃO VISUAL INACEITÁVEL!


Somos tipicamente um país de terceiro mundo porque temos postes. Postes são esculturas de mau gosto, descaso, típicos do século passado. DEOLHONAILHA-VIX clama a você juntar-se pelo fim destes postes.


Poluição Visual

....Todo tipo de poluição visual é crime e afeta diretamente na segurança pública, no turismo e nos negócios. Mas o fato dela não ser tão divulgada e muito menos combatida se deve as suas conseqüências ser mais de ordem psicológica do que física. ...

..Nos últimos anos, houve um significativo aumento de serviços postos à disposição do mercado consumidor, os quais, para sua instalação, necessitam da extensão de redes, que poderiam ser em sua maioria subterrânea, porém quase sempre a opção feita é a aérea....