terça-feira, 23 de junho de 2015

O que parece ser, não é...















Campinas lançou junto com a Embrapa o projeto Arvores de Campinas



para consultas sobre a arborização viária na área urbana do Município de Campinas, assim como os plantios do Banco de Áreas Verdes (BAV) e as árvores imunes à corte (Termo de cooperaçãohttp://www.campinas.sp.gov.br/uploads/pdf/cooperacao%2003_2013.pdf  -vencimento em maio 2014)

Um detalhe importante é que as árvores nas ruas são responsabilidade do DPJ (secretaria de serviços publicos), isso já nos traz problemas pois uma secretaria não conversa com a outra aqui em Campinas....

Importante tambem o depoimento abaixo, do José Hamilton, que explica a necessidade de políticas públicas sérias e de censo quali-quantitativo.
Inclusive temos um orçamento da USP para inventario da cidade toda, cujo valor na época era por volta de R$ 1.500.000,00 – detalhes disso no link http://blog.individuoacao.org.br/2015/01/queda-de-arvore-e-o-fim-da-linha-do.html

Depoimento José Hamilton Aguirre Junior:
A média de arborização em Campinas é de 24,83 árvore por Km linear de calçada.
A Lei de Arborização Municipal preconiza, pelo menos, 100 árvores a cada Km linear de calçada, ou seja, mais ou menos, 1 árvore a cada 10m.
Numa conta simples, temos uma carência de 75,11 árvores a cada Km linear de calçadas de Campinas, um número bastante significativo.
Vamos lembrar que, somente no Bairro Cambuí - o único que teve o censo de sua arborização no ano de 2007( link-http://www.readoz.com/publication/read?i=1043428#page10), tínhamos a carência de 6.199 árvores e a presença de 2087 plantas de calçada, entre árvores, arbustos e palmeiras.
O portal é importante, mas a maneira que aparecem as árvores no espaço da tela cria uma falsa impressão de que nossa cidade é muito arborizada. Nem o bairro mais arborizado que é a Cidade Universitária atende nossa legislação. Nesse bairro, ocorrem 48,97 árvores por Km linear de calçadas, o que representa a carência de quase 52 árvores por Km nessa mesma referência.
Levantamentos por amostragem (que avaliam somente parcialmente o patrimônio) e quantitativos (que ajudam na definição da quantidade de exemplares) não são mecanismos eficientes de gestão pública da arborização.
É necessário um levantamento completo do tipo censo, quali e quantitativo. Pelo quali é possível saber quem são, como estão e onde estão cada árvore da cidade. E assim, definir políticas públicas sérias e sólidas sobre o tema




Movimento Resgate Cambuí
Tereza e grupo 









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