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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Europa lidera em reciclagem de lixo eletrônico

02 de fevereiro de 2010

Recursos gerados pela reciclagem global de lixo eletrônico devem atingir 14,7 bilhões de dólares em 2015
O Mercado mundial de reciclagem de lixo eletrônico irá crescer de US$ 5,7 bilhões em 2009, para quase US$ 14,7 bilhões até o final de 2014, compondo uma taxa de crescimento anual de 20.8%.
Estes números fazem parte da pesquisa “e-Wates Recovery and Recycling”, realizada pela ABI Research. Embora a reciclagem desses materiais seja um destaque na Europa, devido às leis dedicadas a esse assunto, outras regiões do mundo estão se atentando mais para essa tarefa.
Empresas como a Apple estão se empenhando mais em desenvolver produtos ecologicamente corretos.
Dependendo de como forem descartados, os produtos eletrônicos e seus componentes, podem representar um grande problema ambiental ou um potencial gerador de recursos econômicos.
Se tratado corretamente, o lixo eletrônico pode ser reciclado e transformado em um novo produto. Ao contrário, esse tipo de lixo pode contaminar o solo, ar e água, e expor os seres humanos a problemas de saúde.
Os estímulos para esse crescimento incluem ainda aumentar as taxas de coleta e reciclagem de lixo eletrônico; viabilidade para tecnologias inovadoras e de baixo custo; aumento da infraestrutura de reciclagem e formalidade da mão de obra; mercados globais de eletrônicos e seu significativo crescimento no desenvolvimento de economias, e sua integração com o mercado formal e informal de reciclagem em países da Ásia.

A materia encontra-se no link abaixo:

http://pcworld.uol.com.br/noticias/2010/02/02/europa-lidera-a-reciclagem-de-lixo-eletronico/

Rossi e a realidade inevitável

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Estive presente, ontem, à audiência pública sobre o empreendimento que a Rossi Residencial quer construir entre a Unicamp e a Rodovia D.Pedro, em Campinas. O projeto arquitetônico do bairro planejado pela construtora é lindo. As propostas de sustentabilidade, também. Ah se todos os bairros da cidade tivessem o mesmo conceito. Mas entre teoria e prática existe um longo caminho. Sabendo a realidade do nosso permissivo e ineficaz poder público e depois de conhecer mais a fundo a proposta, saí da reunião com uma impressão pior de quando entrei.

O problema começou logo no saguão de entrada. Dois ônibus cheios, com o que se supõe eram funcionários da empresa, desembarcaram no plenário. Era uma forma de pressão? Não sabemos. Lá dentro, em uma faixa com o mesmo design do material de propaganda do empreendimento, chamado de Reserva D.Pedro, era possível ler “Audiência Pública para aprovação...”. Este mecanismo de consulta deve fornecer elementos que possibilitem uma decisão pela aprovação ou não. No caso, todas manifestações foram contrárias, o que gerou forte questionamento sobre a frase. Da maneira colocada, dava a entender que a audiência já estava direcionada e que a construção seria aprovada, independente das avaliações. O próprio estudo de impacto ambiental (EIA/RIMA) distribuído para os presentes mais parecia uma propaganda favorável ao empreendimento, mesmo tendo listado 22 impactos negativos e apenas 9 positivos. A insenção daquele documento era, no mínimo, questionável.

A audiência (ou mera formalidade?) começou. Representantes da Rossi disseram que a Avenida Guilherme Campos, que sai da Unicamp em direção ao Shopping D.Pedro está dimensionada para receber o fluxo de carros dos 17 mil novos moradores. Segundo estudos independentes, a previsão é de mais de 24 mil, mas vamos lá. Pode até ser que a avenida aguente o tranco, no entanto, o problema não está alí, e sim no entorno. Não só na questão viária, mas em todos os pontos que devem ser considerados para um desenvolvimento urbano minimamente descente.

É público e notório que a rodovia D. Pedro está saturada. Já virou uma avenida que fica completamente congestionada nos horários de pico. Algo que provoca reflexo em toda cidade, e até em cidades vizinhas. O mesmo acontece com as ruas e avenidas de Barão Geraldo, assim como no Tapetão, que liga o distrito ao centro da cidade. Justamente porque nos últimos anos não se respeitou leis de zoneamente urbano, ou alterações pontuais foram feitas a toque de caixa movidas por interesses políticos e financeiros mesquinhos. Taí o escândalo político que não me deixa mentir. O empreendimento pode até estar dimensionado para absorver o fluxo local de carros, mas é irreal, e até desonesto, considerar que estes novos moradores, bem como todos os empregados e prestadores de serviços, não vão circular pela região. Todo o complexo viário que corta Barão Geraldo já não aguenta o fluxo atual, quanto mais o aumento significativo que o empreendimento deste porte irá gerar.

Em nenhum momento foi apresentado soluções para transporte público. Falaram em uma ciclovia, mas considerando que há quase duas décadas esperamos por uma ciclovia de fato – e não apenas pistas de lazer para finais de semana – é difícil acreditar que isto sairá do papel sem nenhum tipo de pressão da população. Além do incentivo à mobilidade urbana por meio do uso de bicicleta, há quase duas décadas, também, a população da região espera por simples soluções urbanísticas, como faixas de pedestres, calçadas e outras adaptações, que estão previstas em lei, no Plano Local de Gestão Urbana. Melhorias que não acontecem. Enquanto isso, o crescimento urbano continua, aos trancos e barrancos.

Falaram na construção de uma nova estação de tratamento de esgoto, mas no projeto a obra aparece ao lado da mata Santa Genebrinha, em um flagrante desrespeito às normas ambientais. O próprio empreendimento é questionado por conta da existência de uma área de amortecimento da Mata Santa Genebra, a segunda maior floresta urbana do País, lozalizada a menos de 3 quilômetros dalí. Aliás, altruisticamente, mas de maneira cínica, a Rossi fala em deixar a área da Santa Genebrinha como espaço público, mas não diz que aquele é um espaço em estado avançado de tombamento. Ou seja, já é um espaço público e que não deve ser cercado como o projeto prevê.

Projetaram obras para evitar que toda água resultante da impermeabilização do solo não provoque enchentes mais graves em Barão, mas o mesmo foi previsto para a obra do Shopping D. Pedro e sabemos, na prática, que isto não deu certo. O projeto da Rossi até reduz este impacto específico, mas qualquer impacto extra, por menor que seja, em uma área já saturada, é a gota d’água que falta para transbordar o copo. E olha que o copo já transbordou há tempos.

E os problemas continuam. Nem a Prefeitura e nem a Rossi conseguem explicar o que aconteceria com a questão da segurança. Barão Geraldo e região, apesar da importância das suas universidades e do grande fluxo de pessoas, possui somente uma delegacia. Ela funciona, precariamente, apenas em horário comercial. Segundo o presidente da Conseg de Barão Geraldo, são apenas 5 viaturas para uma região de grande extensão territorial e com população que passa facilmente dos 70 mil moradores. Os assaltos diários a residências, quase sempre com reféns, constantes roubos de bicicleta, carros e muitos estupros demonstraram a gravidade da situação. Não há creches e escolas suficientes. O posto de saúde há tempos não comporta seus pacientes. É mais do que óbvio que não é possível adensar ainda mais o processo de urbanização quando não há insfraestutura mínima para comportar a demanda. A Rossi quer lucrar. Está no papel dela. Mas Prefeitura e Estado agem com se não fosse com eles, por isso a revolta da população.

A Rossi também falou em crescimento econômico inevitável para justificar a necessidade de ocupar aquele vazio urbano. Mas, vazio urbano na visão de quem? Em 2005, ainda como estudante de jornalismo, entrevistei o então secretário de urbanismo, Hélio Jarreta, sobre os crescentes problemas urbanos causados pela avalanche de construção de condomínios. Sua singela resposta foi: “não podemos barrar o crescimento econômico”. Quase 12 anos depois e um escândalo de corrupção que varreu a prefeitura, exatamente por conta destes problemas, todos podem sentir as consequências desssa arcaica mentalidade: trânsito, enchentes e violência. Não é aceitável achar normal que o crescimento desordenado seja inevitável em uma região precária em infraestrutura.

Fosse o empreendimento algo isolado, seria maravilhoso. Mas não é. A incorporadora diz que haverá a recuperação do parque linear. Será? Volto a reforçar que Barão Geraldo possui um Plano Local de Gestão Urbana, aprovado como lei em 1996, que previa a manutenção do mesmo parque linear do Ribeirão das Pedras. Previa ciclovias, calçadas e simples faixas de pedestres para favorecer a circulação de pessoas. Previa que construções não poderiam ter mais que 3 pavimentos. Quem conhece Barão Geraldo sabe que a lei foi simplesmente desrespeitada. O crescimento urbano aconteceu, os problemas vieram e as soluções, não. A possível aprovação deste empreendimento mostra, mais uma vez, que a lógica irracional de expansão urbana continua.

O desenvolvimento econômico sem planejamento, tal como aconteceu em Campinas, trouxe resultados desastrosos. E os custos sociais e de recuperação ambiental são muito elavados para que, novamente, a expansão seja imposta dessa maneira, sem o mínimo respeito às leis e sem as obras de infraestrutura necessárias. Ninguém é contra a geração de empregos, muito menos bairrista, mesmo porque a presença da universidade tornou a região muito cosmopolita, com pessoas de diferentes regiões do País e do mundo circulando pelo distrito. Mas se a região não comporta maior crescimento, não comporta e pronto. Ou Campinas quer se tornar uma cidade inviável como São Paulo? E se for o caso de aprovar o empreendimento, que isto seja feito somente após a execução de todas as obras de adequação, seja por parte da Rossi ou por parte do nosso poder público, tal como manda a lei. Mas, durante a apresentação, ficou evidente que isso não vai acontecer.

Mais empreendimentos, especialmente um do porte deste que a Rossi Residencial quer impor, só trarão maior degradação para a qualidade de vida de todos em Campinas. Essa sim é a realidade inevitável.

obs: Entrei em contato com a Rossi Residencial na quinta-feira da semana passada sobre os questionamentos colocados acima, mas não obtive resposta. O mesmo aconteceu com a Prefeitura.


Postado por Richard JB Pfister na pagina:

http://inutilidadepolitica.blogspot.com.br/2012/04/rossi-residencial-e-realidade.html

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Berlim constrói primeira casa sustentável

Residência construída com materiais recicláveis produz toda a energia que consome e gera um excedente para abastecer carros elétricos.

RENATA MIRANDA, ENVIADA ESPECIAL / BERLIM - O Estado de S.Paulo
08 de abril de 2012















Casa Eficiente Plus possui um painel que controla o uso de energia



O design moderno e os amplos espaços da casa situada no número 87 da Fasanenstrasse, em Berlim, destoam das construções históricas do tradicional bairro de Charlottenburg, na capital alemã. Semelhante a um bloco de vidro, a residência, que abriga desde o começo do mês uma família de quatro pessoas, é o mais novo projeto do governo alemão para tentar aliar construção civil e mobilidade a um estilo de vida mais sustentável.
A Casa Eficiente Plus com Eletromobilidade - como foi batizada - foi concebida para produzir toda a energia que consome e ainda gerar um excedente que pode ser usado para abastecer carros elétricos ou ser devolvido à rede energética da cidade. A casa também foi construída apenas com materiais que podem ser reciclados, caso sua estrutura precise ser modificada.

"A gestão responsável dos recursos e a proteção do meio ambiente estão, sem dúvida, entre as missões mais importantes da política e da sociedade, sendo a questão da eficiência energética um ponto determinante", afirmou o ministro Peter Ramsauer, do Ministério dos Transportes, Obras e Planejamento Urbano da Alemanha, órgão responsável pelo projeto.

De acordo com o governo alemão, a construção e o transporte desempenham um papel fundamental neste cenário, na medida em que estes dois setores são, conjuntamente, responsáveis por cerca de 70% do consumo final de energia e por aproximadamente 40% da totalidade das emissões de CO2.















"No setor da construção, a manutenção de edifícios novos de impacto neutro no ambiente já deverá ser possível a partir de 2019", explicou Ramsauer. "Queremos criar possibilidades de combinação de edifícios eficientes com a eletromobilidade. A Casa Eficiente consegue tornar essa determinação em realidade de uma forma exemplar."

Diretriz. O projeto do governo alemão atende a uma reformulação da diretiva comunitária para o desempenho energético dos edifícios da União Europeia que exige que, a partir de 2021, as casas só consumam energias que possam ser produzidas com base em materiais energéticos renováveis.

"Os padrões para consumo energético na Alemanha são renovados a cada três anos, sempre exigindo um consumo menor de energia por parte dos cidadãos", explicou ao Estado o arquiteto Dieter Blome, do Centro para Energia, Construção, Arquitetura e Meio-Ambiente (Zebau, na sigla em alemão), em Hamburgo. "Acredito que daqui dez anos teremos a Casa Eficiente Plus como padrão para as construções residenciais na Alemanha."

Segundo ele, o projeto da casa também faz parte da estratégia do governo alemão de desligar todas as suas usinas nucleares até 2022. Em maio do ano passado, a chanceler Angela Merkel disse que esperava que a Alemanha se tornasse um "exemplo internacional", sendo possivelmente a primeira nação industrial a passar da era nuclear à era das energias renováveis. "É uma maneira de pensarmos na produção de energia fora do âmbito nuclear", afirmou Blome.

Futuro. Mais de 130 famílias alemãs se inscreveram para morar durante 15 meses na casa sustentável de Berlim. A família vencedora foi escolhida no fim de dezembro por meio de sorteio feito pelo governo. "Os valores e o comportamento da sociedade alemã estão mudando", disse Blome. "Hoje as pessoas ficam com peso na consciência se estão escovando os dentes e esqueceram a torneira ligada. Estamos vivenciando uma mudança no estilo de vida alemão."

A casa ficou aberta para visitação do público de 8 de dezembro a 29 de fevereiro para ver como a população interagiria com esse novo tipo de tecnologia. "É uma oportunidade para vermos se conseguimos nos adaptar a esse estilo de vida", disse a estudante de Planejamento Urbano, Malin Praktiknjo, de 23 anos, que conduzia visitas guiadas pelo projeto. "Temos o dever de reduzir nossa necessidade de consumo energético e, se as legislações necessárias forem aprovadas, o universo apresentado nesta casa pode ser o nosso futuro."

A reportagem encontra-se na pagina do jornal Estadão abaixo:

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,berlim-constroi-primeira-casa-sustentavel-,858519,0.htm

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Brasil pode se tornar 10º maior produtor de eólica








A associação setorial Abeeólica destaca que atualmente a capacidade instalada do segmento é de 1461MW e 1200MW estão em construção (Foto: Arquivo/EXAME )



A estimativa tomou como base a previsão da entrada dos parques eólicos já contratados nos leilões organizados pelo governo

O Brasil pode se tornar em 2013 o décimo maior produtor de energia eólica do mundo, um salto de 10 posições, já que o País terminou 2011 na 20ª colocação. A projeção foi apresentada nesta segunda-feira pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, durante conferência sobre a energia eólica brasileira que se realiza em São Paulo.

A estimativa tomou como base o crescimento da capacidade instalada observada no ano passado nos demais países do mundo e a previsão da entrada dos parques eólicos já contratados nos leilões organizados pelo governo. Neste ano começam a entrar em operação as primeiras usinas contratadas em leilão considerado competitivo para a energia eólica – o leilão de reserva de 2009. Isso também permitirá que o Brasil se torne o quarto ou quinto país que mais amplia sua capacidade instalada eólica, ante a 11ª posição atual.

Para ler a matéria completa clique no link abaixo:


http://www.tvnatureza.com.br/brasil-pode-se-tornar-10%C2%BA-maior-produtor-de-eolica/

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Expansão urbana ocupará área igual a de três países até 2030, diz estudo

28 de março 2012

Estudo divulgado nesta terça-feira (27), em Londres, diz que o planeta será obrigado a urbanizar uma nova área equivalente aos territórios da França, Alemanha e Espanha até 2030.

O motivo é o crescimento descontrolado da população mundial, aliado a um processo migratório desordenado de pessoas para as zonas urbanas.

É como se nos próximos 18 anos, o mundo necessitasse desenvolver infraestrutura de transportes, energia elétrica, habitação, saneamento básico e outros serviços em uma porção de terra do tamanho do estado brasileiro do Amazonas.

Os dados reunidos por cientistas de diversas universidades foram apresentados na conferência “Planet under pressure” (planeta sob pressão, na tradução do inglês) que acontece na Inglaterra.

O grupo, juntamente com outros cientistas, pretende apresentar soluções para que sejam incluídas no documento final da Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável) que acontece em junho no Brasil.

De acordo com Michail Fragkias, da Universidade do Estado do Arizona, dos Estados Unidos, somente com uma mudança nos padrões de desenvolvimento nos países – agindo na parte ambiental, social e econômica – é que se conseguirá eficiência e qualidade de vida nos grandes centros urbanos para uma população crescente.


Para continuar lendo a matéria clique no link abaixo:

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/03/28/81585-expansao-urbana-ocupara-area-igual-a-de-tres-paises-ate-2030-diz-estudo.html

O presidente que luta contra um desastre ambiental

2 de abril de 2012

As pessoas que vivem em zonas de clima temperado, como regiões interioranas e zonas industriais do ocidente, o aquecimento global gera uma ansiedade que pode beirar o pânico, mas de maneira quase impossível de se notar. O inverno sutil que a costa leste enfrentou este ano pode ter parecido um sinal ameaçador, embora tenha providenciado um clima agradável, e na maior parte do tempo outros problemas sociais, econômicos e políticos parecem ter tido uma importância muito maior do que a sobrevivência humana.

Existe também um grupo de pessoas que formou uma subcultura propensa a gerar controvérsia a respeito da mudança climática e da preservação do meio ambiente, dizendo que o aquecimento global não passa de farsa. Uma conspiração liberal! Como se tudo não passasse de um esquema idealizado por cientistas gananciosos e organizações internacionais que procuram fazer com que nós tenhamos culpa por nossos carros e sacolinhas de supermercado!

Em outras regiões do mundo, no entanto, a questão é mais alarmante. “The Island President” (O Presidente da Ilha, em tradução literal), um documentário de Jon Shenk, visita as Ilhas Maldivas, um arquipélago de cerca de 1.200 ilhas localizadas no Oceano Índico, das quais cerca de 200 são habitadas. O país é descrito como “o céu na Terra”, com suas praias de areia branca e águas cristalinas que se tornaram um refúgio para turistas ricos. Mas embora o filme possua imagens aéreas e submarinas espetaculares da beleza das Ilhas Maldivas, ele foca a maior parte de sua atenção em uma realidade menos agradável.


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http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/04/02/81771-o-presidente-que-luta-contra-um-desastre-ambiental.html

terça-feira, 3 de abril de 2012

Agrotóxico de uso frequente é nocivo para abelhas, segundo cientistas

30 / 03 / 2012

Um grupo de agrotóxicos altamente utilizado em todo o mundo desde a década de 1990 é nocivo para as abelhas e também para as mamangabas, segundo dois estudos publicados nesta quinta-feira (29) na revista “Science”.

A população destes insetos têm sofrido uma diminuição considerável nos últimos anos, especialmente na Europa e nos Estados Unidos. O fenômeno, conhecido como Disordem de Colapso da Colônia, pode ter sido acentuado pelo uso de agrotóxicos neonicotinoid, segundo os novos estudos.

Entre os impactos dos agrotóxicos nas abelhas estão a redução do número de rainhas e perda de peso da colmeia. Além disso, os insetos têm de duas a três vezes mais chance de morrer ao sair do ninho para buscar alimentos.


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http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/03/30/81701-agrotoxico-de-uso-frequente-e-nocivo-para-abelhas-segundo-cientistas.html