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quinta-feira, 18 de outubro de 2012















Fatos e documentos caso Sanasa


-Recebemos e repassamos email de questionamento e resposta da jornalista Laura Magalhães para o poder judiciário onde esta sendo  julgado  o caso.
Veja abaixo os emails e no anexo o documento do Poder judiciário onde o horário é 11h00 conforme afirma a jornalista e não 13h30 como chega na resposta.
Muitas outras pessoas também se manifestaram sobre o assunto, por esse motivo estamos enviando esses esclarecimentos.


-Também recebemos um link, que está na internet:

 PODER JUDICIÁRIO SÃOPAULO
FÓRUM DE CAMPINAS
Juízo de Direito da 3ª. Vara Criminal
Comarca de Campinas
Rua Francisco Xavier de Arruda Camargo, nº 300, Bloco D, sala 38, Jd. Santana,
Campinas/SP, CEP 13088-901, fones 3756-3719
www.campinas3cr@tj.sp.gov.br

C O N C L U S Ã O
Aos 09 de junho de 2011, aço estes autos conclusos ao MM. Juiz de ireito da 3ª Vara Criminal de Campinas/SP, DR. NELSON AUGUSTO BERNARDES DE SOUZA
Autos 103/11



-Matéria Jornal Todo Dia - 14/9/12
Justiça encerra a fase de depoimentos em Campinas



Movimento Resgate o Cambuí
Depto de comunicação
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---------- Forwarded message ----------
From: Laura Magalhaes
Date: 2012/9/14
Subject: Re: Julgamento caso Sanasa
To: CAMPINAS -

Anexo copia do material de divulgação da audiência Dr Nelson Augusto Bernardes de Souza, com o horário de 11h00 e não 13h30 como está sendo alegado (http://www.slideshare.net/ResgateCambui/audincia-13-9121)
Gostaria  de saber qual intuito da resposta  de ter sido um mal entendido pois não foi isso que ocorreu.
Vamos divulgar  , para que isso não volte a ocorrer.
Att
Laura Magalhães
Jornalista independente

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2012/9/14 CAMPINAS


Acredito que houve um mal entendido por parte das pessoas que estiveram aqui no momento em que houve a comunicação  da nova data da audiência. Desde o primeiro momento ficou redesignada a audiência para o dia 13.09.12 às 13h30, conforme despacho proferido pelo magistrado. Tanto é que todas as partes, advogados, réus e testemunhas, compareceram no horário previamente marcado.
Não houve mudança em cima da hora. Sentimos muito pelo desconforto.
(resposta para Laura)




De: Laura Magalhaes
Enviado: quinta-feira, 13 de setembro de 2012 11:14
Para: CAMPINAS

Assunto: Julgamento caso Sanasa
No dia 31/8/12 compareci juntamente com outros cidadãos ao julgamento do caso Sanasa,em Campinas.
Por falta de local , foi marcada a data de 13/9/12 e horario 11:00 hs.
Hoje ligamos para confirmar o horario e ele mudou para às 13:30 hs.
Fica aqui a indignação de uma cidadã, que faz parte de mais de 1 milhão de pessoas lesadas por essa quadrilha que esta sendo julgada e que é tratada com desrespeito pelo tribunal.
Se foi marcado um horario naquela data, ele teria que ser respeitado.
Pergunto: os réus foram avisados com antecedência e a população não???
Att
Laura Magalhães
jornalista independente

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Os apagões de Dilma

O Estado de S.Paulo

Da promessa várias vezes repetida pela então responsável pelo setor de energia do governo Lula e depois candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, de que, com ela no governo, não haveria mais apagões, só ficou a lembrança. Interrupções do fornecimento de energia elétrica continuam a ocorrer com frequência, afetando diferentes regiões do País e causando transtornos a milhões de brasileiros, comprovando a fragilidade do sistema elétrico administrado pelo governo Dilma.

O apagão mais recente ocorreu entre a noite de quarta-feira (3/10) e a madrugada seguinte, quando parte das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e os Estados do Acre e de Rondônia ficaram sem energia. Ao tentar minimizar o episódio, considerando-o apenas um "apaguinho" e tentando justificá-lo com a afirmação de que "defeitos acontecem", o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chipp, desfez parte das esperanças do consumidor brasileiro de que, a partir de investigações precisas, afinal, o governo reduza o risco de repetição de fatos como esse - e a presidente comece a cumprir o que prometeu.

Enquanto o ONS ainda se preparava para iniciar as investigações do apagão de quarta-feira, na tarde de quinta-feira (4/10), a região central de Brasília ficou sem energia elétrica.

O apagão - pois foi disto que se tratou - de quarta-feira teve como causa uma pane num dos transformadores de uma subestação administrada pela estatal Furnas em Foz do Iguaçu, que provocou a retirada do sistema interligado, administrado pelo ONS, de uma carga de 3,5 mil megawatts originária da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Imediatamente, as companhias distribuidoras foram orientadas a suspender a distribuição de energia elétrica.

Embora a suspensão tenha sido seletiva, como esclareceu o ONS, uma extensa área do País ficou temporariamente sem energia. No Estado de São Paulo, 24 municípios, entre os quais a capital (parcialmente) e 7 outras cidades da Grande São Paulo, ficaram às escuras por um período que variou de 2 a 5 minutos. Só na região metropolitana, foram afetados 695 mil consumidores. Em outros Estados, a interrupção foi mais longa.

"Embora (a estatal Furnas) faça manutenção, esses defeitos acontecem", disse Chipp. Ele duvida que seja imposta alguma multa ou punição à empresa responsável pelo corte de fornecimento, pois não acredita que tenha havido negligência nesse caso. "As empresas estão fazendo a manutenção dos equipamentos regularmente. A probabilidade de o problema ocorrer novamente é muito remota."

Pode, de fato, ser pouco provável a repetição desse problema, na mesma subestação, com os mesmos efeitos observados há dias. Mas, por outros motivos, outros problemas têm surgido, interrompendo o fornecimento de energia em diversos pontos do País, em períodos diferentes ou simultaneamente.

Nenhum sistema elétrico é imune a falhas. É praticamente impossível eliminar o risco de acidentes que provoquem a interrupção do fornecimento de energia. A redução do risco para níveis próximos de zero, por sua vez, exigiria investimentos pesados que, na avaliação dos técnicos, não compensariam. Mas o sistema brasileiro - bem ao contrário do prometido por Dilma - está longe da segurança possível, pois, nos últimos anos, acidentes continuaram a ocorrer com frequência bem maior do que a tolerável.

Em 2009, por exemplo, 60 milhões de brasileiros em 18 Estados ficaram sem energia elétrica por até seis horas, por causa da interrupção de três linhas de alta-tensão que vinham da Usina de Itaipu, provocada por problemas na subestação de Itaberá, no Estado de São Paulo.

Para especialistas do setor, 2011 foi o ano em que se registrou o recorde de interrupções de fornecimento de energia. Em fevereiro de 2011, um blecaute provocado por falha no sistema de proteção de uma subestação em Pernambuco deixou oito Estados do Nordeste sem luz.

Há poucas semanas, novo apagão, provocado por falhas do sistema de proteção de outra subestação, em Imperatriz, no Maranhão, afetou 11 Estados do Norte e do Nordeste.

Matéria encontra-se no site do Estadão


..o máximo de corrupção deve corresponder ao máximo de segredo..


http://www.revistas.unifacs.br/index.php/redu/article/view/1375/1062

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Tirando Campinas, as demais cidades da RMC já definiram quem serão seus representantes nos poderes Legislativo e Executivo

O resultado das urnas é soberano e representa a vontade das populações destas cidades. O eleitor, que cumpriu a tarefa de votar, fez valer sua vontade.

Mas a obrigação de cidadão não termina com o voto digitado na urna. A partir de agora, é preciso ficar de olho no comportamento dos eleitos, tendo ou não optado por eles. A formação das equipes nas prefeituras e Câmaras começa agora. O eleitor não pode se descuidar. Qualquer desvio dos escolhidos deve ser motivo de cobrança e de denúncias, se for o caso.

É preciso ficar de olho em práticas como o nepotismo, que embora proibido por lei ainda resiste, principalmente na forma cruzada. A escolha de auxiliares pode mostrar se a intenção do eleito está de acordo com aquela que prometeu durante a campanha. E o eleitor tem todo o direito de apontar aquilo que não está de acordo com o “combinado”. Cabe à população fiscalizar aqueles que governam, pois foi ela que deu a eles o direito de ocupar os cargos.

Seria interessante, por exemplo, que os novos escolhidos determinassem uma ampla revisão do que foi feito na administração anterior, para detectar a existência de possíveis fraudes. Mesmo as administrações que conseguiram se manter no poder precisam ser cobradas. Já passou da hora da população governar junto com os administradores. Afinal, ela é a mais interessada.

http://portal.tododia.uol.com.br/?TodoDia=editorial&Materia=

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Furnas adere à agenda ambiental da administração pública

04 / 10 / 2012

A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), criada há 11 anos, ganhou nesta quarta-feira (3) a adesão da primeira empresa ligada ao setor elétrico. A empresa Furnas tornou-se a 161ª instituição a seguir as recomendações da agenda coordenada pelo governo, que define critérios de gestão ambientalmente sustentável. Entre as metas estipuladas pelo manual, estão a mudança nos investimentos, compras e contratação de serviços pelo governo e o manejo adequado dos resíduos e dos recursos naturais utilizados.

“É uma sinalização do setor elétrico de que a discussão ambiental não passa só pela questão do licenciamento. É uma agenda que depende menos da gente [governo] e mais de Furnas”, avaliou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

A ministra lembrou que todas as empresas que aderiram à iniciativa têm prorrogado os contratos. “Ninguém pediu para não aditar [os contratos]”, afirmou a ministra, destacando iniciativas de órgãos como Caixa Econômica Federal, Advocacia-Geral da União (AGU), Agência Nacional de Águas (ANA) e ministérios públicos Federal e estaduais.

Levantamentos de um grupo do Tribunal de Contas da União (TCU), formado para acompanhar os resultados da iniciativa, apontaram que, com o cumprimento mínimo de regras, as empresas têm conseguido economizar cerca de R$ 240 milhões por ano em energia.

Além da economia, o governo tem defendido o reflexo das ações em outros setores. Segundo Izabella Teixeira, com as mudanças incorporadas pelas empresas que aderiram à A3P, é possível influenciar cadeias produtivas e gerar negócios e empregos. Para a ministra, a agenda deve ser também usada como indicadores de boas práticas.

“Os relatórios de sustentabilidade que o Ministério do Meio Ambiente recebe, a gente não pode fazer juízo de valor. Ou seja, faço juízo de valor sobre o negativo, mas não faço sobre o positivo. Sei dizer quem faz errado, mas não digo quem faz certo. E tem muito mais gente fazendo o certo.”

O presidente de Furnas, Flávio Decat, adiantou que a empresa tem dois projetos que se enquadram à A3P. Uma das propostas em análise é a de adaptação de barcaças que vão rodar com motores a hidrogênio no Lago de Furnas, em Minas Gerais, abrangendo mais de 30 municípios do estado, formando lagos, cachoeiras, balneários e piscinas naturais.

“As barcaças serão usadas para recolher o lixo nas cidades e queimar esse lixo em usinas próprias, produzir energia elétrica e vender essa energia de maneira que este processo seja sustentável e não dependa de verbas de prefeituras. Estamos desenvolvendo esse projeto. Já temos acordo com a Coppe [Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro] para usar os motores”, explicou Decat.

Segundo ele, técnicos de Furnas e colaboradores estão estudando a melhor técnica para a queima correta do lixo e também a de menor custo, além de locais adequados para instalar as usinas. Decat acredita que, no final do ano, o projeto estará concluído para o início das licitações.

O presidente de Furnas ainda destacou a proposta de coleta seletiva ampliada que está sendo adotada pela empresa. “A coleta seletiva não se limita às instalações de Furnas. Vamos distribuir coletores para mais de 5 mil empregados e colaboradores colocarem em casa e nos prédios”, acrescentou. (Fonte: Carolina Gonçalves/ Agência Brasil)


Esta reportagem encontra-se no site ambientebrasil

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PAC ameaça territórios indígenas na Amazônia, aponta estudo


Daniele Bragança
02 de Outubro de 2012

 
















BR 319 - Pavimentação aumenta pressão por desmatamento na região ainda preservada, diz estudo. Foto: Ben Sutherland



Grandes obras financiadas pelo governo federal através do Plano de Aceleração do Crescimento, o PAC provocarão mudanças irreversíveis nos territórios onde vivem pelo menos 30 povos indígenas na Amazônia. A conclusão é de um estudo elaborado pelo Observatório dos Investimentos na Amazônia, iniciativa  do Instituto de Estudos Socioecômicos.

O trabalho cruzou dados  do PAC sobre os investimentos no setor de transporte e de energia elétrica. Em seguida, relacionou-os com as localizações das terras indígenas fornecidas pela Funai (Fundação Nacional do Índio). "Nas últimas duas décadas houve um vazio de informações sobre esse tipo de empreendimento. Nós temos que buscar no passado [década de 70] um pouco mais longínquo os impactos desse tipo de empreendimento e mostrar que esses eles podem ser irrecuperáveis do ponto de vista humano e ambiental”, disse a ((o))eco Ricardo Verdum, pesquisador do Inesc responsável pelo levantamento .

O estudo “as obras de infraestrutura do PAC e os povos indígenas na Amazônia Brasileira” contabiliza a construção de 82 obras de estradas e hidrovias previstas para ficarem prontas até 2014. Deste total, 43 projetos afetam uma ou mais terras indígenas. O estado do Amazonas concentra o maior número de obras, com 37. Rondônia vem em segundo, com 14, seguido do Pará, com 10.

O BNDES é o principal financiador desses projetos. Desde 2007, os investimentos do PAC somam 45 bilhões de reais para construção de estradas e usinas hidrelétricas apenas nas regiões Norte e Nordeste.

O histórico da abertura e/ou pavimentação de estradas é provocar grande impacto nas populações indígenas e na floresta. Um exemplo é a pavimentação da BR 319, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO), e a expansão da infraestrutura em direção à fronteira do Brasil com o Peru e a Bolívia. O asfaltamento de estradas costuma incentivar a ocupação de terras da união e exacerbar tensões no campo. A BR 319, por exemplo, irá conectar o chamado Arco do Desmatamento (trecho norte de Mato Grosso – sul do Amazonas – Rondônia) com a Amazônia Central, área onde a floresta está mais preservada. Provavelmente, agravará o desmatamento e a degradação florestal, como acontece com a BR163, cujo eixo concentra focos de desmatamento no Pará.

Hidrelétricas X terras indígenas

Segundo o estudo, perto de 90% das terras indígenas próximas a hidroelétricas do PAC já estão em risco:

“Essa situação é decorrência da presença ali da ação de madeireiras, mineração, empreendimentos e invasões para fins diversos. Além disso, ao menos em cinco dessas terras foi constatada a presença de  comunidades  em situação de isolamento voluntário”


A maior parte das hidrelétricas na Amazônia será construída no Pará, onde ficarão 9 usinas. Algumas já são alvos de ação na Justiça por alegação de desrespeito aos direitos indígenas. A Teles Pires, por exemplo, inundará cerca de 19 mil  hectares da Terra Indígena Munduruku, obrigando o deslocamento e reassentamento das suas comunidades.

O estudo, lançado na última sexta-feira (28), pode ser lido neste link.

Esta matéria encontra-se no site:

http://www.oeco.com.br/salada-verde/26517-pac-ameaca-territorios-indigenas-na-amazonia-aponta-estudo?utm_source=newsletter_516&utm_medium=email&utm_campaign=as-novidades-de-hoje-em-oeco


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Civilização maia tinha método sustentável para gerenciar água

27 / 09 / 2012

Os antigos maias construíram um sistema hidráulico sofisticado e sustentável que foi sendo aperfeiçoado por mais de mil anos para servir a uma população crescente. O colapso posterior dessa civilização da América Central tende a ofuscar sucessos anteriores como esses.
Os detalhes desse sistema de coleta e armazenamento de água foram revelados por uma escavação arqueológica nas ruínas da antiga cidade de Tikal, na Guatemala, por uma equipe internacional de pesquisadores coordenados por Vernon Scarborough, da Universidade de Cincinnati, em Ohio, e descritos em artigo recente na revista científica “PNAS”.
As descobertas incluem a maior represa antiga da área maia; a construção de uma barragem ensecadeira para fazer a dragagem do maior reservatório de água em Tikal, a presença de uma antiga nascente ligada ao início da colonização da região, em torno de 600 a.C., e o uso de filtragem por areia para limpar a água dos reservatórios. O sistema também tinha uma estação que desviava a água para os diferentes reservatórios de acordo com a estação e incluía um segmento de canal cortado na pedra.
Também há evidências de reparos e ampliação do sistema, assim como plantio de vegetação para impedir a erosão do solo em torno dos reservatórios.
Com isso os maias, em torno do ano 700, podiam prover de água uma população estimada em 80.000 em Tikal. Há estimativas de que haveria 5 milhões de pessoas na região das planícies maias ao sul, uma população “uma ordem de grandeza da que é suportada na região hoje”, escreveram Scarborough e colegas.
Durante uma sessão de escavação, mesmo na estação seca, a água ainda percolava em um dos locais de teste, e os trabalhadores locais preferiam tomar essa água em vez daquela disponível sua vila.
A área foi abandonada no final do século 9. Os motivos do colapso maia ainda são debatidos entre os pesquisadores.
“É um tópico muito difícil. Pode haver tantas explicações como existem arqueólogos trabalhando no campo. Minha visão pessoal é que o colapso envolveu diferentes fatores que convergiram de tal modo nessa sociedade altamente bem sucedida que agiram como uma ‘perfeita tempestade’. Nenhum fator isolado nessa coleção poderia tê-los derrubado tão severamente”, disse Scarborough à Folha.
“É importante lembrar que os mais não estão mortos. A população agrícola que permitiu à civilização florescer ainda é muito vital na América Central”, diz ele; “o que entrou em colapso foi o seu nível de complexidade social.
Ele elenca entre as causas a mudança climática seca; “como eles eram muito dependentes dos reservatórios preenchidos pela chuva sazonal, vários anos de seca repetidos significariam desastre”, diz o pesquisador. E justamente por serem inteligentes e criado um sistema hidráulico sofisticado, a população pode ter crescido muito além da capacidade do ambiente, dadas as limitações tecnológicas da civilização.
Além disso, diz o arqueólogo, é provável que a elite local não tomasse decisões sábias. “Aqui nos Estados Unidos parece que nós temos as três forças se repetindo – e se nós no Ocidente tivermos um período de 1.500 anos de sobrevivência e sucesso como os maias, eu ficarei espantando”, conclui Scarborough. (Fonte: Ricardo Bonalume Neto/ Folha.com)







Esta matéria encontra-se no site:
http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2012/09/27/87694-civilizacao-maia-tinha-metodo-sustentavel-para-gerenciar-agua.html