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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Bicicletas brilham no escuro e podem ser carregadas com luz solar

Em busca de soluções para garantir mais segurança aos ciclistas, o Laboratório de Pesquisas de Transporte do Reino Unido concluiu que a visibilidade nas estradas é um fator fundamental: se destacar da paisagem habitual, especialmente à noite, facilita o reconhecimento por parte de motoristas, assim diminuindo o número de acidentes. De encontro a essa constatação, uma empresa alemã desenvolveu um modelo de bicicleta que brilha no escuro. As informações são do Daily Mail.
A companhia 8Bar Bikes criou a bicicleta luminosa com pintura fotoluminescente que absorve luz durante o dia e emite brilho no escuro. O produto, que custa cerca de 1,2 mil euros, pode ser carregada com luz natural ou artificial. O efeito luminoso reduz com o passar do tempo.
Outra ideia semelhante envolve o brilho apenas da estrutura principal da bicicleta, sem que as rodas também sejam iluminadas – como é o caso do produto alemão. A Kilo Glow, da Purefix Cycles, sai por um preço bem menor: cerca de 250 euros. (Fonte: Portal Terra)
Matéria do site ambientebrasil

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) lança campanha contra PEC que retira o poder de investigação do MinistérioPúblico
















Ministério Público do Estado de São Paulo lança abaixo-assinado contra PEC da Impunidade(http://www.change.org/pt-BR/peti%C3%A7%C3%B5es/impunidade-n%C3%A3o-mp-com-poder-de-investiga%C3%A7%C3%A3o-pec37   )


O PEC é a proposta de Emenda à Constituição (PEC 37) que prevê o fim do poder de investigação criminal do Ministério Público.


A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) lança campanha contra PEC que retira o poder de investigação do MinistérioPúblico 
..Alexandre Camanho de Assis, é chamar a atenção da sociedade para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 37/2011 que pretende retirar o poder de investigação do Ministério Público...

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Segue material sobre o assunto

-Anexo 1
Documento MP sobre o abaixo-assinado
...“A proposta atenta contra o Estado Democrático de Direito e vulnera os direitos humanos”.....

http://www.slideshare.net/ResgateCambui/anexo-1-documento-mp-sobre-o-abaixoassinado


-Ítem 2
Link página Ministério Público SP  http://www.mp.sp.gov.br/portal/page/portal/home/home_interna
...abaixo-assinado eletrônico contra a PEC 37 já reúne 25 mil assinaturas....


-Ítem 3
..O Ministério Público é uma instituição pública autônoma, a quem a Constituição Federal atribuiu a incumbência de defender a ordem jurídica, o regime democrático e os interesses sociais e individuais indisponíveis. Isto é, o Ministério Público é o grande defensor dos interesses do conjunto da sociedade brasileira.....


-Anexo 4
Matérias e artigos sobre PEC 37
..Pois olhando a PEC 37, que visa a detonar/implodir o poder investigatório do Ministério Público, o único livro ao qual posso me remeter é a Nau dos Insensatos. É realmente espantoso que essa PEC navegue por aí. É uma insensatez.....
..Democracia é controle...


-Ítem 6
..Calar o MP e estes órgãos em um país com índices tão altos de corrupção constitui um retrocesso intolerável para as instituições democráticas do país....
-Anexo 7
Matérias e artigos sobre a corrupção no Brasil


-Ítem 8
Ministério Público Federal entra com ação contra o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para pedir mais transparência



-Ítem 9
A quem interessa o Ministerio Publico de mãos atadas?

-Ítem 10
Matéria Folha de SP 22/12/12
Para presidente da Assembleia de SP, juízes e procuradores são 'inimigos'
..."Os prefeitos têm que se preparar. Vocês vão enfrentar os maiores inimigos da política de hoje: o Ministério Público e o Poder Judiciário. Eu não tenho medo de falar."...


-Ìtem 11
Entre em contato com os responsaveis pela votação da proposta:
Fale com os senadores http://www.senado.gov.br/  (ou anxexo 12-listagem email senadores)



Movimento Resgate o Cambuí
E seus colaboradores defendendo os interesses da sociedade civil.


O PODER É SEU!




terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Noruega repassa US$ 180 milhões ao Brasil por queda no desmatamento



A Noruega concordou em liberar mais US$ 180 milhões ao Brasil destinado ao Fundo Amazônia devido à redução no desmatamento da floresta, informou nesta quinta-feira (6) o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Baard Vegar Solhjell, em evento realizado em Doha, no Qatar, onde acontece a conferência climática da ONU, a COP 18.
O valor faz parte do pacote de US$ 1 bilhão que deve ser repassado ao governo brasileiro até 2015 para ações de combate ao desmatamento do bioma. Até agora, o país europeu já repassou US$ 670 milhões.
O montante também foi prometido à Indonésia pela proteção de suas florestas tropicais. No entanto, a Noruega advertiu ao governo asiático no começo deste ano que a reforma de seu setor florestal não será o suficiente para o cumprimento da promessa de reduzir as emissões de carbono em 26% até 2020.
“Esses esforços têm um efeito positivo tremendo para a biodiversidade, o sustento das comunidades locais e dos povos indígenas e os padrões de chuva local e global”, informou o ministro norueguês em um comunicado divulgado à imprensa. “A importância do que o Brasil alcançou com relação ao desmatamento nos últimos anos não pode ser subestimada”, afirmou.
No fim de novembro, o Ministério de Meio Ambiente divulgou que o desmatamento da Amazônia Legal registrou o menor índice desde que foram iniciadas as medições, em 1988.
De acordo com dados do Prodes, entre agosto de 2011 e julho de 2012 houve a perda de 4.656 km² de floresta, área equivalente a mais de três vezes o tamanho da cidade São Paulo. O índice é 27% menor que o total registrado no período entre agosto de 2010 e julho de 2011 (6.418 km²).
A Noruega, um dos países mais ricos do mundo com Produto Interno Bruto (PIB) per capita de mais de US$ 100 mil, é também uma das nações mais generosas, gastando cerca de 1% da renda nacional bruta em assistência internacional. Em 2011, o país gastou US$ 4,9 bilhões em ajuda externa. O dinheiro foi para mais de cem países da América Central e do Sul, da África e da Ásia. (Fonte: Globo Natureza)

Matéria do site Ambiente Brasil


O reflorestamento de um patrimônio



Duda Menegassi

17 de Dezembro de 2012


 Rriqueza das árvores da Floresta da Tijuca, combinação de áreas regeneradas e reflorestadas. (Foto: Duda Menegassi)
Quem vê as imponentes árvores na Floresta da Tijuca, enquanto faz trilhas pelo Parque, pode não imaginar que 151 anos atrás a floresta era dominada por monoculturas, que capinavam abaixo todas as árvores para abrir espaço para plantações de cana e café, principalmente. O verde que hoje é tão comum no Parque Nacional da Tijuca é fruto de uma iniciativa pioneira de reflorestamento, por Dom Pedro II, em 1861.

Engenhos, sítios e fazendas preenchiam as enconstas arborizadas dos morros da Floresta da Tijuca. Os inúmeros rios e fontes d’água eram providenciais para irrigar as plantações. Eram terras muito valorizadas e que interessou até gente do outro lado do mundo: chineses vieram plantar chá, numa iniciativa malsucedida que não durou muito. O que foi um sucesso foi um pequeno fruto vermelho, introduzido no Brasil no século XVIII, o café.

A Floresta foi o ambiente perfeito para recepcionar essa plantação no Rio de Janeiro. Pois a cultura de café precisava de solos que não fossem secos nem úmidos em excesso, e de temperaturas mais amenas. Os cafezais subiram o Maciço da Tijuca e as árvores vieram à baixo. A marcha do café consumia à exaustão as terras até empobrecê-las totalmente e então desmatava novas áreas de mata para recomeçar o plantio. Não havia consciência ecológica, porém como causa direta do desmatamento contínuo, houve uma crise no abastecimento de água que deixou a cidade do Rio de Janeiro na seca em 1843.

Os rios e nascentes do Parque e sua importância no abastecimento da cidade foram o motor para preservação da mata no entorno. (Foto: Duda Menegassi)
A falta d’água foi associada à derrubada das árvores e Dom Pedro II baixou um decreto para tentar contornar a situação. Estava ordenado o plantio de novas mudas a partir das margens das nascentes dos rios e a preservação das já existentes na Floresta da Tijuca. Vale mencionar que seu avô, Dom João VI já havia tido uma iniciativa de conservação da natureza, com um decreto que protegia as bacias do Rio Carioca. A preocupação com o abastecimento de água da cidade, que crescia e consumia cada vez mais, foi o que motivou uma consciência de necessidade de conservação da floresta.

O processo de reflorestamento foi comandado pelo Major Manuel Gomes Archer, nome que hoje está eternizado no Morro do Archer, uma homenagem a esse grande personagem na história da Floresta. Há quem diga que apenas ele com a ajuda de seis escravos fizeram todo o trabalho de plantação de mudas, mas é mais provável que essa tenha sido apenas sua equipe inicial, pois 22 trabalhadores assalariados foram contratados para auxiliá-lo. A desapropriação de terras e o replantio de mudas nativas da Mata Atlântica durou 13 anos nas mãos do Archer, período em que cerca de 100 mil mudas - não há um número preciso - foram plantadas.

A tarefa depois foi assumida pelo Barão  d’Escragnolle, segundo administrador da Floresta e pouco lembrado na história do reflorestamento da Floresta da Tijuca, em 1874. Além de seguir com o plantio de mudas até 1888, ele se preocupou em transformá-la em área de lazer, como o Lago das Fadas, que concebeu ao lado do paisagista francês Augusto Glaziou.

A partir desses 27 anos de trabalho de preservação iniciado pelo homem, o bastão foi passado para a própria natureza assumiu a missão de se regenerar e consolidar a recuperação da floresta que quase perdeu seu status de Floresta, com F maiúsculo. Hoje uma mistura de áreas replantadas e de outras recuperadas naturalmente, cada árvore tem uma história para contar. Ou melhor, o homem é que pode contar com esse espaço preservado de beleza sacra onde a natureza ensinou, talvez pela primeira vez aos cariocas, a importância da sua conservação.

As árvores se impõe sob os visitantes. (Foto: Duda Menegassi)
 Matéria do site O Eco

UFSCar usa substância do vinagre para criar bloco resistente e barato




Um bloco mais resistente e econômico, criado no laboratório de engenharia de materiais da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), já está sendo usado em fornos das indústrias siderúrgicas. O produto brasileiro já foi premiado na Alemanha.
Enquanto os blocos feitos de maneira tradicional trincam quando expostos a altas temperaturas, porque não suportam o contato com a água, o novo material é mais resistente.
Durante a pesquisa, nos últimos três anos, foi descoberto que uma substância usada na composição do vinagre é eficiente na fabricação de materiais que resistem a altas temperaturas. O ácido acético ajuda a dar liga na massa, o que facilita a acomodação da estrutura. Também ajuda na absorção do óxido de magnésio. Com o pó, o bloco suporta até 2.800º, explica o autor da pesquisa Tiago Marcolino de Souza.
Aplicação -A tecnologia já está sendo aplicada na indústria brasileira. É a aposta de uma empresa de mineração para competir no mercado internacional. “Ao ter acesso a essa descoberta, nós conseguimos transferir isso para os nossos produtos, desenvolver um material de mais alta tecnologia e chegar na frente dos nossos concorrentes”, ressalta Paschoal Bonadia Neto, coordenador de pesquisas.
Para o professor do departamento de engenharia de materiais da UFSCar, Victor Carlos Pandolffeli, a premiação do trabalho na Alemanha é um reconhecimento das pesquisas desenvolvidas na universidade. “Para um material de altas temperaturas usado em siderurgia, petroquímica e industria de alumínio podemos afirmar que o Brasil está entre os lideres do mundo”, diz.
A pesquisadora Mariana Lima Braulio já venceu dois prêmios internacionais nessa área. Ela acredita que a pesquisa facilita o acesso ao mercado de trabalho. “Sabemos que vai ter aplicação, então a nossa motivação em estudar é muito maior”. (Fonte: G1)

Matéria do site ambiente brasil