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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Drenagem (ou a falta de...) em Campinas






Drenagem (ou a falta de...) em Campinas


Matéria Correio Popular  20/5/17 mostra o transtorno da falta de drenagem na estrada da Rhodia.
Acontece que Campinas não tem plano de drenagem e muito menos drenagem....
Vejam mais informações ;
-Campinas não tem plano de drenagem urbana
-Falta de plano de drenagem expõe Campinas a riscos de alagamentos

Sendo assim como e que a prefeitura quer ampliar a área rural da cidade?????



Precisamos das barragens??????
















Outorga Replan-venceu em 2012
Art. 1º Renovar, pelo prazo determinado no art. 2º desta Resolução, a autorização, ora
denominada outorga de direito de uso de recursos hídricos, emitida à PETRÓLEO BRASILEIRO
S/A – PETROBRAS, pela Portaria nº 532, de 1º de julho de 1971, do Ministro de Estado das
Minas e Energia, publicada no Diário Oficial da União de 07 de julho de 1971, para captação de
águas do Rio Jaguari, cujo projeto foi aprovado por intermédio do Despacho do Diretor-Geral do
extinto Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica, em 24 de junho de 1971, publicada no
Diário Oficial da União de 08 de julho de 1971, com a finalidade de uso industrial e uso em casos
de incêndio, em instalações de refino de petróleo, na Refinaria de Paulínia, no Município de
Paulínia, Estado de São Paulo.

Art. 2o A outorga objeto desta Resolução vigorará pelo prazo de dez anos

A outorga anterior venceu em 2001 (aqui ja ficou 1 ano sem outorga):

No  Projeto de Modernização da REPLAN consta
2.7.2. Captação de água na REPLAN – Situação Atual e Futura
A REPLAN possui outorga concedida pela Agência Nacional de Águas - ANA em 05 de agosto
de 2002, conforme Resolução ANA nº 168, para 1.870 m³/h, porém em casos de emergência no
combate a incêndio é de 3.600 m³/h. Como base de cálculo, o valor de captação atual de água
utilizado é de aproximadamente 1.700 m3/h, porém em determinados períodos do ano este valor
tem oscilações chegando a 1870 m³/h.
Com a implantação das unidades do Projeto de Modernização da REPLAN, haverá um
acréscimo na demanda de água de 409 m3/h. Para atender todas as novas unidades, será
necessário captar até 2.279 m3/h de água do rio Jaguari, número acima da outorga atual. Dessa
forma, a REPLAN irá adotar medidas para atender às suas necessidades, sendo consideradas as
seguintes alternativas:
x 1ª Alternativa: Solicitação junto ao DAEE/ANA, revisão do limite do valor de outorga
de captação de água no Rio Jaguari; e
x 2ª Alternativa: Implantação do Sistema de Reuso de Efluente tratado da ETDI.

E o documento PCJ cita a outorga DAEE com ampliação da vazão em 2009 e programa de ações onde o item 2 é proposta de estudos para aumento da disponibilidade hídrica a montante da captação da Replan
(obs-A montante é um lugar situado acima de outro, em relação a um rio)

Documentação do projeto de modernização -2006

Video a água vai pára Braskem:

Teve problemas nessa modernização e isso esta na lava jato:
Trecho:
A sindicância aberta em março - após denúncias de desvios pela Lava Jato - encontrou até agora 115 aditivos, em 11 contratos, que elevaram em R$ 1,3 bilhão os gastos iniciais previstos nas obras de modernização da carteira de gaso... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/05/30/auditoria-detecta-pagamento-por-obra-inacabada.htm?cmpid=copiaecolahttps://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/05/30/auditoria-detecta-pagamento-por-obra-inacabada.htm

Em 2011 o processo de modernização ainda estava no futuro...
Trecho:
O processo de modernização e ampliação da refinaria vai proporcionar ganhos ambientais, com melhor qualidade do ar; economia de divisas com utilização de maior quantidade de petróleo nacional e substituição de derivados importados; capacitação de pessoas e geração de empregos diretos e indiretos nas fases de construção e operação; além de notáveis efeitos diretos, indiretos e induzidos sobre as economias municipal, estadual e federal. Até 2014 o processo de modernização vai ampliar a capacidade de produção de combustíveis,
http://www.dci.com.br/cidades/petrobras-investe-na-modernizacao-da-replan-id254555.html

Em 2014 inaugura a unidade que faltava para seu projeto de modernização, MAS NÃO TEM OUTORGA E FORNECE AGUA PARA A BRASKEM...
Refinaria de Paulínia inaugura unidade do projeto de modernização.
A Refinaria de Paulínia (Replan) inaugurou a última unidade que faltava para encerrar seu projeto de ampliação e modernização. A entrada em operação da Unidade de Tratamento de Gás Residual (UTGR) marca a conclusão de um dos maiores e mais complexos programas de modernização dentre as refinarias da Petrobras, com um investimento de mais de US$ 5 bilhões.







E ainda tem o perigo....
A barragem de Pedreira tem nível de risco 27, sendo que pela tabela grande risco é 17  ...
Veja :
Classificação do empreendimento de acordo com o Dano Potencial Associado. Em conformidade com a Resolução CNRH nº 143/12.

-Documento da prefeitura de Campinas sobre a barragem de Pedreira:
Pag 52/53
A barragem de Pedreira se encontra a montante de ocupações humanas permanentes e
instalações de infraestrutura importantes à cidade de Pedreira e posteriormente Campinas, quando
o rio Jaguari volta a ser a divisa das cidades. O empreendimento, no entendimento desta SVDS, é
enquadrado na categoria de Dano Potencial Associado Alto conforme classificação dada pela
Resolução nº 143/12 do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNRH, Anexo II –
Classificação das Barragens de Acumulação de Água. Salvo classificação diferente elaborada e
devidamente fundamentada pelo órgão fiscalizador da segurança




Unicamp poderá fazer o uso que quiser da área da Fazenda Argentina, que adquiriu em 2014?

























Unicamp comprou a Fazenda Argentina em 2014.
Pagou 157 milhões.
A idéia era fazer um plano diretor .
Mas a área já é CIATEC, e portanto sujeita a regras da lei 8252/95 que DISPÕE SOBRE O USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DA ÁREA DESTINADA AO PARQUE II DO PÓLO DE ALTA TECNOLOGIA DE CAMPINAS.
Vejam no mapa toda a área que o Ciatec engloba http://www.ciatec.org.br/site/conteudo/pagina/1,32+Polo-II.html


O reitor que efetuou a compra, José Tadeu Jorge, afirma na entevista que :
-“A área do Parque Tecnológico, vizinha da fazenda, também deverá ser beneficiada"
-As prioridades para ocupação, segundo o reitor, ainda dependem de um debate interno na Universidade
-Até o parque científico e tecnológico, que tem algum espaço ainda na área atual, mas que imaginamos, que esse espaço vai, rapidamente, será esgotado. É outra área que faz fronteira com a nova área. Permite uma ampliação. A limitação de espaço é grande para praticamente todas as faculdades e institutos. E o adensamento dessa área. Não podemos pensar só em subir um prédio de dez andares. Ninguém vai andar ali. É preciso ver a mobilidade. Isso imobilizava o crescimento. A circulação está totalmente comprometida na área atual.
-Essa ocupação da área vai provocar um intenso debate na comunidade.


Contrario à compra:
Para o professor Jorge Stolfi, do Instituto de Computação, o dinheiro pago pela fazenda poderia ser investido”em dois cursos novos de graduação”. O professor questiona ainda o preço da terra. “Para mim, a área tem valor comercial bem menor do que o valor negociado porque é cortada por uma avenida e tem áreas de preservação ambiental que limitam a exploração da área”, argumentou. “Mas o que mais me incomoda é comprar uma área sem que tenha nenhum plano de ocupação”, disse.


Vídeo da compra:


terça-feira, 9 de maio de 2017

Viracopos / riscos desde 2011











O perigo das aves nos aeroportos



Dia 5/5/17 avião da Azul bateu em um urubu logo após decolar e teve de retornar ...


Na licença da Cetesb item 4 consta que e necessario assegurar que não seja um foco de atração de aves...

Em reunião com o Comdema no minuto 8:12 e comentado sobre atração de aves e CONAR
Reuniao

E no video abaixo o responsavel cita que essas aves moram aqui...(minuto 3:12)

Em 2011 já tínhamos esse Problema:
-Lixo põe Viracopos no topo das ocorrências



O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) não permite que o aeroporto fique próximo de aterros sanitários, aviários, suinocultura. A distância mínima é de 20 km, no caso de aeroportos que funcionam por instrumentos, e de 13 km em aeroportos que funcionam com radares. O Aeroporto Internacional de Viracopos está a 19 km do aterro Delta A e o Aeroporto dos Amarais está a 13 Km.



                                Delta A –Campinas/SP







                                No Galeão(Rio)


















O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) não permite que o aeroporto fique próximo de aterros sanitários, aviários, suinocultura. A distância mínima é de 20 km, no caso de aeroportos que funcionam por instrumentos, e de 13 km em aeroportos que funcionam com radares. O Aeroporto Internacional de Viracopos está a 19 km do aterro Delta A e o Aeroporto dos Amarais está a 13.

http://correio.rac.com.br/mobile/materia_historico.php?id=431153



O último posicionamento apresentado pelo Quarto Comando Aéreo Regional 4 (Comar-4), em agosto de 2014, pedia um compromisso formal da Prefeitura de Campinas para a extinção das atividades no aterro Delta A, que agora será reativado. Nesta segunda-feira (30), o órgão informou que ainda não foi avisado sobre a retomada das ações no local, prevista para junho e por isso não iria se posicionar. O comando aéreo avalia as condições de segurança próximas a aeródromos, como Viracopos, no caso.
Antes de pedir o compromisso, o Comar-4 emitiu um parecer contrário à utilização do mesmo aterro em 2013. O Delta A está desativado há dois anos, mas a Administração conseguiu outra licença de operação da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
A Cetesb informou que o local não passará por ampliação, mas por uma “reconformação” da face Leste do aterro e, por isso, não seria exigida a manifestação do Comar sobre a reabertura.
O Comando explicou em nota oficial que não tem poder para barrar o processo de reativação do Delta, mas que trabalha com o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-4). O pedido da Aeronáutica seria justamente para evitar acidentes causados por aves, atraídas pelo lixo. Um posicionamento do órgão pode reforçar os questionamentos do Ministério Público, que abriu há um mês um inquérito para apurar as circunstâncias de reativação do aterro.
O secretário de Serviços Públicos Ernesto Dimas Paulella informou que não é obrigação da Prefeitura consultar o Comar, mas da Cetesb. Hoje, desativado, o Delta A exigirá um manejo e controle dos resíduos por 30 anos. O prazo poderá se estender ainda mais se o espaço voltar a ser utilizado.
A assessoria de imprensa do Comar informou que a Prefeitura pediu em 2013 a ampliação do aterro sanitário para a implantação de uma Central de Valorização de Resíduos Sólidos, o Delta B. Depois da análise das informações prestadas, o Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-4) considerou que o tratamento do lixo que seria feito no Delta B apontava para um baixo potencial atrativo de aves. O órgão, portanto, não se opôs à criação da Central, “desde que extintas as atividades de aterro na área Delta A”, segundo nota enviada pelo Comar.
“Diante disso, em agosto de 2014 o Comar 4 solicitou à Prefeitura de Campinas a apresentação de um compromisso formal de que todas as técnicas descritas seriam de fato empregadas na área Delta B, além de que seriam extintas as atividades na área Delta A”, diz o texto.

Cetesb
A Cetesb alega que a reabertura do aterro não é caracterizada como ampliação, mas como uma reconformação amparada no projeto do aterro anteriormente licenciado, que teve análise de Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambienta (EIA/Rima) aprovada em 1992. A companhia afirmou ainda que foram feitas as exigências na renovação da licença de operação emitida “para que sejam adotadas as medidas pertinentes, de modo a minimizar a atratividade de aves no local”. “Salienta-se que, para empreendimentos existentes, quando não há ampliação, não é exigida a manifestação do Comar”, diz a nota da Cetesb.....continua
SAIBA MAIS
O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) não permite que o aeroporto fique próximo de aterros sanitários, aviários, suinocultura. A distância mínima é de 20 km, no caso de aeroportos que funcionam por instrumentos, e de 13 km em aeroportos que funcionam com radares. O Aeroporto Internacional de Viracopos está a 19 km do aterro Delta A e o Aeroporto dos Amarais está a 13.




Viracopos na lava jato
http://www.portalcbncampinas.com.br/2017/07/infraero-identifica-sobrepreco-em-obras-de-guarulhos-e-viracopos/






Em 2019

Mapeamento aponta pontos de risco para colisão entre aviões e aves próximos a Viracopos

20/2/19





Um mapeamento feito pelo Aeroporto Internacional de Viracopos aponta áreas de concentração de aves que podem causar riscos nas operações de pouso e decolagem. O relatório inclui 11 cidades em um raio de 20 km a partir do centro da pista de pouso e decolagens de Viracopos.

As cidades que fazem parte da Área de Segurança Aeroportuária (ASA) são Campinas (SP), Elias Fausto (SP), Hortolândia (SP), Indaiatuba (SP), Itupeva (SP), Jundiaí (SP), Louveira (SP), Monte Mor (SP), Sumaré (SP), Valinhos (SP) e Vinhedo (SP).

O objetivo do levantamento é alertar as administrações desses municípios para a redução dos pontos de descarte e acúmulo de lixo que possam atrair aves que venham a colidir com os aviões e causar acidentes.


Risco de queda

De acordo com o relatório o principal ponto que tem causado problemas é o Aterro Delta A, que fica a 10 km do aeroporto. Apesar de ser legalizado e controlado, possui grande quantidade de resíduos que continua atraindo um número preocupante de urubus-de-cabeça-preta.

O voo do urubu alcança até 3 mil metros de altura e o choque de uma ave de 1,5 quilo contra um avião a 300 km/h corresponde a 7 toneladas de impacto.

https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2019/02/22/mapeamento-aponta-pontos-de-risco-para-colisao-entre-avioes-e-aves-proximos-a-viracopos.ghtml



Colisão de aves em aviões aumenta 10% em Viracopos

Levantamento de acidentes entre pássaros e aeronaves no entorno do terminal foi divulgada pela concessionária responsável pelo aeroporto

 | ACIDADEON CAMPINAS - 
O número de colisões de pássaros com aeronaves no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, aumentou 10% entre 2017 e 2018, de acordo com dados da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos divulgados nesta quinta-feira (21). Só em 2018 foram registrados 65 colisões de pássaros com aeronaves no entorno do aeroporto. Já em 2017, foram 59.

O número de colisões de pássaros com aeronaves no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, aumentou 10% entre 2017 e 2018, de acordo com dados da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos divulgados nesta quinta-feira (21). Só em 2018 foram registrados 65 colisões de pássaros com aeronaves no entorno do aeroporto. Já em 2017, foram 59.

Segundo a concessionária responsável gestão do aeroporto, nenhum dos casos foi grave, mas uma colisão pode causar sérios danos às aeronaves e, dependendo do impacto, pode até causar a queda do avião.

Em 2021

Áudio capta comunicação do piloto com a Torre de Campinas ao atingir pássaro na decolagem


Mais uma interessante situação em que se pode acompanhar os detalhes da comunicação entre piloto e Controle de Tráfego Aéreo em um incidente operacional, neste caso de impacto de aeronave com pássaro, o chamado “bird strike”, foi registrada na tarde desta terça-feira, 29 de junho, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

Conforme você acompanhou na gravação acima, do canal de Eduardo Cavallini no YouTube, a sequência começa com um dos pilotos do voo “quatro uno meia cinco” (4165) da Azul Linhas Aéreas informando à controladora de tráfego da Torre de Viracopos que ele já estava no ponto de espera para ingressar na cabeceira 33 da pista do aeroporto. Ele é então instruído a manter a posição, uma vez que outra aeronave pousaria antes de sua decolagem.

O voo 4165, que liga Campinas a Navegantes (SC), foi cumprido hoje pela aeronave registrada sob a matrícula PS-AEA. Trata-se do Embraer E195-E2 que leva por todo o país a cor rosa da campanha Outubro Rosa de prevenção ao Câncer de Mama, conforme você viu no início desta matéria.

https://www.aeroin.net/audio-capta-comunicacao-do-piloto-com-a-torre-de-campinas-ao-atingir-passaro-na-decolagem/?fbclid=IwAR2_IG_itRwQyUHEwj4aC4OAVWiBcPrnnskRjSC-OaB4chBBB83YsX8FAZk





Aeroporto de Viracopos solta rojões buscando resolver problema para as decolagens

20/7/21

Impactos com aves raramente levam a consequências graves para o voo, mas podem gerar transtornos à operação, como uma necessidade de retorno ao aeroporto por conta, por exemplo, de algum dano ou a uma falha de motor em caso de ingestão de um animal de porte relevante.

Assim sendo, aeroportos sempre buscam conscientizar a população para que evitem criar situações que atraiam aves aos arredores, como a instalação de aterros sanitários ou o descarte de lixo orgânico em locais inadequados ao ar livre.

https://www.aeroin.net/aeroporto-de-viracopos-solta-rojoes-buscando-resolver-problema-para-as-decolagens/?amp=1



AERONAVES DECOLANDO COM AVES NA CABECEIRA 33 EM VIRACOPOS

Um vídeo registrado na manhã desta terça-feira, 20 de julho, nas proximidades do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), mostra o momento em que um funcionário da concessionária que administra o local solta rojões buscando resolver o problema da presença de aves no caminho das decolagens das aeronaves.
https://www.youtube.com/watch?v=Egs8iTAN5FE


-Atualização 17/3/23

Viracopos registra aumento de colisões entre urubus e aviões

Foram 79 casos em 2022; 14 aeronaves sofreram algum tipo de dano



O número de aeronaves danificadas em colisões contra urubus, durante operações de pouso ou decolagem no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, aumentou 180% em 2022 em comparação com 2021. Conforme a gerente de segurança operacional do aeroporto, Rosa Maria Brollo Fernandes, no ano passado foram registradas 79 colisões dessas aves contra aviões, sendo que 14 aparelhos tiveram danos. No ano anterior, apesar de o número de impactos ter sido 18,8% maior (93 casos), somente cinco aeronaves sofreram estragos. 

"O impacto de um urubu contra um avião pode causar rombo na fuselagem, quebrar o para-brisa ou ainda provocar a falha de uma turbina, pois a ave pode ser sugada. Se as duas turbinas forem atingidas por uma ave, o risco de uma queda do avião é muito grande. Por isso, é importante a conscientização da população para não descartar lixo que possa atrair urubus no entorno do aeroporto, em especial nas cabeceiras", frisou Rosa Maria. 

De acordo com Rosa Maria, um urubu pesa aproximadamente 1,5 kg e a velocidade de uma aeronave no momento do pouso é de 300 km/h. O impacto numa situação como essa faz com que o peso do animal equivalha a sete toneladas. Ou seja, o choque tem capacidade de derrubar o aparelho. "Temos um comitê de gerenciamento de risco da fauna nas proximidades de Viracopos. A finalidade do grupo é definir ações para diminuir os riscos. A gente faz ronda constantemente e quando detectamos algo que gere risco, acionamos a Prefeitura para retirar. Nossa função é ajudar na aplicação das ações", explicou a gerente. 




https://correio.rac.com.br/campinasermc/viracopos-registra-aumento-de-colis-es-entre-urubus-e-avi-es-1.1353291


O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) não permite que o aeroporto fique próximo de aterros sanitários, aviários, suinocultura. A distância mínima é de 20 km, no caso de aeroportos que funcionam por instrumentos, e de 13 km em aeroportos que funcionam com radares. O Aeroporto Internacional de Viracopos está a 19 km do aterro Delta A e o Aeroporto dos Amarais está a 13 Km.

-Atualização 2/4/23



Voo retorna a Viracopos, em Campinas, após aeronave ter bico danificado por pássaro


Um voo da Azul que decolou do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), precisou retornar ao terminal de origem 20 minutos depois, na tarde deste sábado (1°). Segundo a assessoria de Viracopos, o retorno foi necessário após um pássaro ter o bico danificado por uma ave.

'Bird Strike'

Na aviação, casos como esse são conhecidos como “bird strike” e podem provocar a queda de aeronaves.

Em 2019, um mapeamento feito pelo Aeroporto de Viracopos apontou áreas de concentração de aves que podem causar riscos nas operações de pouso e decolagem. O relatório incluiu 11 cidades em um raio de 20 km a partir do centro da pista de pouso e decolagens do terminal.

Segundo o estudo, pontos de descarte de lixo que, na ocasião, ficavam próximos ao aeroporto eram os principais responsáveis por atrair aves, como, por exemplo, os urubus.


https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2023/04/02/voo-retorna-a-viracopos-em-campinas-apos-aeronave-ter-bico-danificado-por-ave-fotos.ghtml



-Atualização 3/4/23

Viracopos, em Campinas, registra 18 acidentescom aves e aeronaves em 2023


O Aeroporto Internacional de Viracopos registrou 18 acidentes envolvendo aves eaeronaves em 2023.

No sábado (1º), um voo da Azul que decolou do aeroportoprecisou retornar 20 minutos depois.

De acordo com o levantamento, dos 18casos,

quatro acidentes deixaram os aviões danificados.





Segundo o aeroporto, o descarte irregular de lixo no entorno atrai muitas aves.Um balanço da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos mostram que, em2022, foram 92 colisões, sendo que em 14 as aeronaves ficaram danificadas. Vejaos detalhes abaixo:

2023 (até 3 de abril): 18 colisões e 4 aeronaves danificadas

2022: 92 colisões e 14 aeronaves danificadas

2021: 98 colisões e 5 aeronaves danificadas

2018: 69 colisões e 4 aeronaves danificadas

Ainda segundo a concessionária, são realizadas inspeções no entorno doaeroporto por uma empresa de manejo de fauna todas as semanas. Quando sãoencontrados restos de animais, o departamento de limpeza pública de Campinasé informado.


https://www.acidadeon.com/campinas/cotidiano/Viracopos-registra-18-acidentes-com-aves-e-aeronaves-em-2023-20230403-0030.html



-Atualização 27/4/23


Vídeo: pássaro bate em avião com 173 pessoas a bordo e motor pega fogo  

Um pássaro bateu em um jato e motor da aeronave pegou fogo, nesse domingo (23). O voo, da American Airlines com destino a Phoenix, nos Estados Unidos, precisou retornar ao Aeroporto Internacional John Glenn Columbus, em Ohio. Ninguém ficou ferido.

Imagens feitas de dentro da aeronave por um passageiro mostram o momento em que o motor pega fogo e atinge a asa direita do avião. A decolagem estava marcada para as 7h43, de domingo, de acordo com o rastreador FlightAware, e a colisão aconteceu por volta das 8h, horário local, informou a Administração Federal de Aviação em comunicado, conforme informações da NBC News. aeronave voltou ao aeroporto logo depois e pousou em segurança.

"O voo pousou normalmente e taxiou com segurança até o portão por conta própria", afirmou a companhia. A aeronave foi retirada de serviço para manutenção e nossa equipe está trabalhando para colocar os clientes de volta em seu caminho”.

https://www.itatiaia.com.br/editorias/mundo/2023/04/24/video-passaro-bate-em-aviao-com-173-pessoas-a-bordo-e-motor-pega-fogo


-Atualização 9/6/23

Avião da Azul volta para Viracopos após colidir contra ave




Um voo da Azul Linhas Aéreas com destino ao Rio de Janeiro voltou para Campinas minutos após a decolagem por ter atingido um pássaro. 

O incidente aconteceu na manhã desta sexta-feira, quando o avião deixava a pista de decolagem do aeroporto de Campinas. Às 7h46, a ave foi sugada pela turbina da aeronave. 

O avião chegou a deixar Campinas, mas o piloto decidiu retornar às 8h10. 

Em nota, a Azul informou que o pouso e o desembarque dos clientes aconteceram normalmente, e que prestou assistência conforme as regras da Agência Nacional de Aviação Civil. 

O avião não foi danificado e ninguém ficou ferido. O aeroporto não ficou fechado por causa da ocorrência. 

Em abril, outro voo da Azul precisou retornar após 20 minutos da decolagem. Na época, era o 18º incidente com aves no terminal campineiro.  

A avaliação da concessionária Aeroportos Brasil e da prefeitura era de que a enorme quantidade de lixo em terrenos que ficam próximos a Viracopos poderia causar a aproximação das aves. 

https://portalcbncampinas.com.br/2023/06/aviao-da-azul-volta-para-viracopos-apos-colidir-contra-ave/


-Atualização 19/1/24



Colisões de aviões com aves em Campinas superam registro da capital paulista no primeiro semestre de 2026