Árvores-denúncias
Ano 2025
Página para denúncia de extrações, podas ou maus-tratos
às árvores de Campinas. Também dúvidas sobre
manejo,poda,plantio,etc...
Somos do Movimento Resgate Cambuí e defendemos e cuidamos das árvores do Cambuí.Temos 4 inventários quali-quantitativo do bairro Cambuí.
Também somos conselheiros no COMDEMA , no CONGEAPA, CMDU e PCJ.
Essa página é sobre denúncias de extrações, podas ou mal tratos em árvores no Cambuí e também em outros locais.Abrange também notificações aos órgãos públicos de árvores em risco de quedas.
Solicitamos informações de cada uma dessas denúncias,através da Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo site da prefeitura.QUESTIONE,OPINE, USE SEU PODER DE CIDADÃO.
DENUNCIE no email : info@resgatecambui.org.br
Vejam também: PODAS DRÁSTICAS EM CAMPINAS!
https://blog.individuoacao.org.br/2022/06/podas-drasticas-em-campinas.html
Árvores-denúncias Ano 2022
https://blog.individuoacao.org.br/2022/02/arvores-denuncias-ano-2022.html
Árvores-denúncias Ano 2021
https://blog.individuoacao.org.br/2021/02/arvores-denuncias-ano-2021-pagina-para.html
Árvores-denúncias Ano 2023
https://blog.individuoacao.org.br/2023/01/arvores-denuncias-ano-2023-pagina-para.html
Árvores-denúncias Ano 2024
Na postagem, o parlamentar critica o modelo atual de manejo e afirma que Campinas precisa “mudar radicalmente” a forma como trata suas árvores, defendendo o enterramento da fiação elétrica, a realização de manejo constante e a adoção de laudos técnicos que sejam “pró-árvores e não pró-fiação”. As imagens divulgadas mostram uma árvore com grande parte da copa removida, prática considerada por especialistas como prejudicial à saúde vegetal e à biodiversidade urbana.
Em entrevista ao Porque Campinas, Wagner Romão afirmou que o problema das podas drásticas está diretamente ligado a um acordo firmado entre a Prefeitura e a CPFL em 2023. Segundo ele, o entendimento autoriza a concessionária a realizar podas severas e até a supressão de árvores localizadas sob a rede elétrica.
“O principal problema é esse acordo que permite que a CPFL faça essas podas ou até a retirada das árvores. A própria Prefeitura, por meio de empresas terceirizadas, também tem cometido verdadeiros crimes ambientais”, afirmou o vereador. Ele destaca que os impactos vão além da paisagem urbana, atingindo a biodiversidade, os animais que vivem nas árvores e a população, que perde áreas de sombra e sofre com o aumento da temperatura.
Romão diz que, em diversas situações, as equipes responsáveis pelas podas não apresentaram laudos técnicos no momento da intervenção. “Muitas vezes, quando exigimos o laudo da Prefeitura, percebemos que ele sequer existe ou não estava com a equipe que realizava a poda”, afirmou. Segundo o vereador, os documentos deveriam ser emitidos pela Secretaria de Serviços Públicos antes de qualquer intervenção.
O que diz a prefeitura?
Em nota ao Porque Campinas, a prefeitura explica que o convênio com a CPFL tem como objetivo a segurança pública e a continuidade do fornecimento de energia, focando na poda e quando necessário na remoção de árvores que representam riscos para as redes elétricas e também para as pessoas. Para o Executivo, as intervenções “envolvem árvores de espécies inadequadas sob a fiação”. A Prefeitura também diz ter “compromisso com uma cidade arborizada e segura”.
Projeto prevê enterramento da fiação
Como alternativa estrutural ao problema, Wagner Romão protocolou um projeto de lei que prevê o enterramento das redes de energia elétrica e de telecomunicações em Campinas. A proposta estabelece que as empresas concessionárias terão prazo de até três anos para realizar o enterramento da fiação existente e que novas instalações deverão, obrigatoriamente, ser feitas de forma subterrânea.
De acordo com o vereador, o projeto prevê que os custos sejam arcados pelas próprias empresas, sem repasse para a população ou para o poder público. “É uma medida que entendemos como fundamental. O enterramento da fiação começaria pelo centro da cidade e se expandiria para as periferias”, explicou.
Além disso, Romão estuda apresentar um novo projeto de lei para alterar a lógica dos laudos técnicos utilizados para autorizar podas e supressões. Hoje, segundo ele, o município fica “refém” de laudos emitidos exclusivamente pela Secretaria de Serviços Públicos, sem a possibilidade de contralaudos independentes. “Nem mesmo o Conselho Municipal de Meio Ambiente tem poder efetivo para questionar esses documentos. Precisamos de um sistema que priorize a preservação das árvores e busque alternativas às podas drásticas”, defendeu.
Na postagem, o parlamentar critica o modelo atual de manejo e afirma que Campinas precisa “mudar radicalmente” a forma como trata suas árvores, defendendo o enterramento da fiação elétrica, a realização de manejo constante e a adoção de laudos técnicos que sejam “pró-árvores e não pró-fiação”.
Em entrevista ao Porque Campinas, Wagner Romão afirmou que o problema das podas drásticas está diretamente ligado a um acordo firmado entre a Prefeitura e a CPFL em 2023. Segundo ele, o entendimento autoriza a concessionária a realizar podas severas e até a supressão de árvores localizadas sob a rede elétrica.
“O principal problema é esse acordo que permite que a CPFL faça essas podas ou até a retirada das árvores. A própria Prefeitura, por meio de empresas terceirizadas, também tem cometido verdadeiros crimes ambientais”, afirmou o vereador.
Romão diz que, em diversas situações, as equipes responsáveis pelas podas não apresentaram laudos técnicos no momento da intervenção. “Muitas vezes, quando exigimos o laudo da Prefeitura, percebemos que ele sequer existe ou não estava com a equipe que realizava a poda”, afirmou. Segundo o vereador, os documentos deveriam ser emitidos pela Secretaria de Serviços Públicos antes de qualquer intervenção.
Em nota ao Porque Campinas, a prefeitura explica que o convênio com a CPFL tem como objetivo a segurança pública e a continuidade do fornecimento de energia. Para o Executivo, as intervenções "envolvem árvores de espécies inadequadas sob a fiação". A Prefeitura também diz ter "compromisso com uma cidade arborizada e segura".
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-Denúncias 29/11/25
Árvore defronte ao prédio da A.Yoschii na rua
Carlos Guimarães 484.
Atenção para o endereço da autorização...é outro...
Protocolo 998/2025 da LAI:
|
Protocolo 999/2025
Pela lei de acesso a informação solicito o
laudo da autorização de extração da árvore aldrago localizada na rua Doutor
Sampaio Peixoto 484,conforme documento anexo 1
Protocolo 1000/2025
Pela lei de acesso a informação
exponho e solicito:
Exponho:
Conforme documentação no LAO
2021001326, o empreendimento não tem licença para supressão das 6 árvores
localizadas nas calçadas conforme texto abaixo:
Solicitação LAO:2021001326 Interessado: A Yoshii
Engenharia e Construções Ltda Assunto: compensação por
área a edificar
Para as 6 árvores localizadas na
calçada não está sendo solicitada a Autorização Ambiental para supressão, posto
que não interferem no projeto construtivo apresentado.
Solicito:
A documentação de autorização
e/ou a devida fiscalização pois hoje dia 29/11/25 foi extraída a árvore
localizada na rua Carlos Guimarães oposto ao numero 483, conforme fotos anexas.
-Dia 30/11/25 extração do que
restou...
Foi chamada a polícia por causa
da perturbação do sossego.
Obs importante:
Pelo licenciamento LAO 2021001362 todas as árvores
localizadas nas calçadas seriam mantidas...
No protocolo
LAO 2021001336 que emitiu a licença prévia, consta Para as 6 árvores localizadas na calçada não está
sendo solicitada a Autorização Ambiental para supressão, posto que não
interferem no projeto construtivo apresentado (PTA 59/2022-III)
Denúncia feita desde outubro...
Jardim
Paraíso, Campinas
Por ser um
email pessoal, retiramos nome e endereço.
Queremos
denunciar a falta de comprometimento da prefeitura de Campinas, principalmente
do DPJ.
Seguem os
emails enviados pelo cidadão JL
De: JL
Enviada em: sexta-feira, 7 de novembro de 2025 06:32
Para: Arborização <arborizacao.dpj@gmail.com>; ines.olegario@sanasa.com.br; faleconosco@sanasa.com.br; obras.dpj@campinas.sp.gov.br; ouvidoria@cpfl.com.br; consumidor@comgas.com.br; info@resgatecambui.org.br; ouvidoria@campinas.sp.gov.br; meioambiente@campinas.sp.gov.br; Thiago N. de C.
G. Ferreira <thiago.ferreira@sanasa.com.br>
Cc: contato@marianacontipsol.com.br; zecarlos@campinas.sp.leg.br; seja@cnnbrasil.com.br; basilia.rodrigues@cnnbrasil.com.br; contato.g1@produtos.globo; redacao@jornalocal.com.br; sandra@jornalocal.com.br; roberto.cardinalli@campinas.sp.leg.br; isabela.santos@campinas.sp.leg.br; jobasso@horacampinas.com.br; comunicacao@tvtem.com; imprensa@ebc.com.br; pedro.leite@cbn.com.br; redacao@jb.com.br
Assunto: Assunto: URGENTE – Risco iminente à vida e ao patrimônio –
Solicitação de supressão imediata de árvores de grande porte (Protocolo nº
2025/22/009834)
Assunto: Urgência na Execução
da Supressão – Queda de Galho em Via Pública e Risco à Vida
Protocolo nº 2025/22/009834
Prezados representantes do Poder Público e
imprensa livre,
Em atenção ao e-mail recebido, registro que,
conforme vistoria técnica realizada em 21/10/2025, a Prefeitura
de Campinas reconheceu oficialmente a necessidade de extração dos três
indivíduos arbóreos localizados em frente à minha residência, na Rua
xxxxx,Campinas
Desde a vistoria, houve queda de galho
de grande porte na via pública, fato documentado por fotografia anexa, o
que comprova o risco concreto e iminente de novos desabamentos. O
incidente poderia ter causado fatalidades ou lesões corporais graves,
além de danos patrimoniais à residência e a veículos que
trafegam no local.
Considerando que a vistoria técnica constatou
oficialmente a necessidade de extração das árvores, entendo
que não há fundamento técnico ou administrativo para a ausência de
prazo de execução.
Nos termos do art. 37 da Constituição Federal, a Administração
Pública deve agir com eficiência, moralidade e responsabilidade,
sobretudo diante de situação de risco reconhecida por laudo técnico.
Além disso, o art. 7º, §1º, da Lei nº 13.460/2017 garante ao
cidadão o direito à informação sobre prazos de atendimento e execução
de serviços públicos, aplicável integralmente a este caso.
A falta de prazo, após a constatação do perigo, pode configurar omissão
administrativa, conforme o art. 132 do Código Penal e
o art. 927 do Código Civil, especialmente se houver dano previsível
e evitável à vida ou ao patrimônio.
Reitero, portanto, a necessidade
urgente de execução imediata da supressão, considerando:
- Risco
à integridade física e à vida humana –
o art. 132 do Código Penal caracteriza como crime expor a
vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente.
- Dever
legal de prevenção – o art. 225 da
Constituição Federal e o art. 14, §1º, da Lei nº
6.938/1981 impõem ao Poder Público e concessionárias de serviços
essenciais o dever de prevenir danos ambientais e à
coletividade.
- Responsabilidade
solidária das concessionárias – as árvores estão sobre redes
subterrâneas de água e esgoto (SANASA) e gás
(Comgás), além de sob fiação elétrica (CPFL), interferindo
em infraestruturas críticas. De acordo com a ABNT NBR 16246-3:2019 e
a Lei Municipal nº 11.571/2003, o manejo arbóreo deve
ser coordenado entre órgãos e concessionárias para
eliminar riscos.
- Omissão
administrativa e dano previsível – a inércia em executar medida
reconhecida como necessária caracteriza ato omissivo ilícito,
gerando responsabilidade civil e administrativa solidária (CF,
art. 37, §6º).
- Negligência
continuada – as árvores permanecem há décadas
sem manejo adequado, contrariando o Guia de Arborização Urbana de
Campinas e o Plano Municipal de Arborização Urbana,
representando risco severo e documentado.
Além do risco jurídico, há risco
humano real e imediato:
somos pais de duas crianças pequenas, de 7 e 4 anos, que
dormiam no quarto da frente da casa, diretamente sob as árvores.
Diante da queda constante de galhos de grande porte e do temor pela segurança
delas, fomos obrigados a realocá-las para o quarto dos fundos.
Peço empatia e celeridade na condução deste caso, pois não se
trata apenas de dano material, mas de proteção à vida.
Diante de todo o exposto, solicito
formalmente:
- Execução
imediata da supressão dos três indivíduos arbóreos, com
ação conjunta da Secretaria de Serviços Públicos, Secretaria
do Meio Ambiente, SANASA, Comgás e CPFL;
- Definição
e comunicação oficial de prazo ou cronograma estimado para
execução;
- Confirmação
do órgão responsável pela coordenação da
operação, garantindo transparência e segurança pública.
Anexo novamente as
imagens das árvores e do galho que caiu sobre a via, evidenciando o perigo real
e iminente.
Atenciosamente,
J L
On Thu, Oct 30, 2025 at 9:41 AM Arborização
<arborizacao.dpj@gmail.com> wrote:
Prezado,
Bom dia!
Informamos que a equipe técnica esteve no local e procedeu à vistoria no
dia 21/10/2025. Na ocasião, foi constatada a necessidade de extração dos
três indivíduos arbóreos.
O processo encontra-se atualmente na etapa de "pendente de
execução". Esclarecemos que infelizmente não é possível fornecermos prazo
para a realização do serviço, vez que essa informação não nos é
disponibilizada.
Esclarecemos
ainda que este NÃO é um canal de atendimento oficial da prefeitura. Sendo
assim, para acompanhar o andamento de seu pedido acesse o site https://requerimentos.campinas.sp.gov.br/, menu
156-consultar; ou no telefone 156.
Atenciosamente,
Em qui., 30 de out. de 2025 às 08:55, Luis
Claudio Nogueira Mollo <luisclaudio.mollo@campinas.sp.gov.br>
escreveu:
De: JL
Enviado: quarta-feira, 29 de outubro de 2025 17:27
Para: Obras DPJ Depto de Parques e Jardins <obras.dpj@campinas.sp.gov.br>; ouvidoria@cpfl.com.br <ouvidoria@cpfl.com.br>; consumidor@comgas.com.br <consumidor@comgas.com.br>; faleconosco@sanasa.com.br <faleconosco@sanasa.com.br>; info@resgatecambui.org.br <info@resgatecambui.org.br>; Ouvidoria
Municipal <ouvidoria@campinas.sp.gov.br>; meioambiente@campinas.sp.gov.br <meioambiente@campinas.sp.gov.br>
Cc: contato@marianacontipsol.com.br <contato@marianacontipsol.com.br>; zecarlos@campinas.sp.leg.br <zecarlos@campinas.sp.leg.br>; seja@cnnbrasil.com.br <seja@cnnbrasil.com.br>; basilia.rodrigues@cnnbrasil.com.br <basilia.rodrigues@cnnbrasil.com.br>; contato.g1@produtos.globo <contato.g1@produtos.globo>; redacao@jornalocal.com.br <redacao@jornalocal.com.br>; sandra@jornalocal.com.br <sandra@jornalocal.com.br>; roberto.cardinalli@campinas.sp.leg.br <roberto.cardinalli@campinas.sp.leg.br>; isabela.santos@campinas.sp.leg.br <isabela.santos@campinas.sp.leg.br>; jobasso@horacampinas.com.br <jobasso@horacampinas.com.br>; comunicacao@tvtem.com <comunicacao@tvtem.com>
Assunto: Re: Assunto: Solicitação urgente de supressão de árvores –
Protocolo 2025/22/009834
Assunto: Reiteração Urgente –
Supressão de Árvores com Risco Iminente – Protocolo nº 2025/22/009834
Prezados representantes da Prefeitura de
Campinas, Secretaria Municipal de Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade,
Secretaria de Serviços Públicos, CPFL, Sanasa e Congás,
Venho, por meio deste, solicitar
providências urgentes e conjuntas quanto à supressão de três
árvores de grande porte localizadas na rua xxx, Campinas (SP), as quais se
tornaram uma ameaça concreta à integridade física de moradores e
transeuntes, além de risco ao patrimônio público e privado.
As árvores, que há décadas não recebem
manejo ou poda adequada, encontram-se com galhos que avançam sobre
as residências e sobre a fiação elétrica, alguns deles com peso de
várias toneladas, podendo causar ferimentos graves ou fatais em
caso de queda.
Além disso, as raízes danificaram totalmente a calçada, deformando
o piso e gerando acidentes frequentes com pedestres, inclusive
idosos e crianças. Há também indícios de interferência nas tubulações
subterrâneas de água e gás, o que eleva ainda mais o risco à segurança.
Tais fatos configuram risco iminente
ao ser humano e ao meio urbano, conforme previsto:
- No art.
8º da Lei Federal nº 6.938/1981 (Política Nacional do Meio Ambiente),
que impõe ao poder público o dever de proteger o meio ambiente sem
comprometer a segurança e a saúde da população;
- No art.
225 da Constituição Federal, que assegura o direito a um meio ambiente
equilibrado, devendo o poder público agir para evitar danos
ambientais e riscos à vida humana;
- E
na Lei Complementar nº 72/1993 do Município de Campinas, que
determina que árvores em vias públicas que representem risco à
segurança devem ser objeto de supressão imediata mediante laudo técnico.
Diante disso, solicito expressamente a
realização de vistoria técnica urgente, seguida da supressão
integral das árvores, visto que já ultrapassaram porte compatível
com área urbana, comprometendo a segurança estrutural do entorno.
Ressalta-se que a omissão administrativa diante de risco previsível pode
caracterizar responsabilidade civil e penal das autoridades e
concessionárias envolvidas, conforme dispõe o art. 37, § 6º da
Constituição Federal e o art. 927 do Código Civil.
Peço, portanto, que a Prefeitura e as
concessionárias (CPFL, Sanasa e Congás) atuem de forma coordenada,
cumprindo seus deveres legais de manutenção e segurança da via pública, antes
que ocorra um acidente de grandes proporções.
Anexo a este e-mail fotos que evidenciam a
gravidade da situação.
Aguardo retorno urgente com o cronograma de vistoria e medidas cabíveis.
Atenciosamente,
JL
On Sat, Oct 11, 2025 at 8:18 PM Jean Lemos
<jean.lemos@gmail.com> wrote:
Prezados(as),
Venho, por meio deste, reforçar com
urgência a solicitação de supressão das árvores localizadas em
frente à minha residência, situada na Rua xxxxxx, Campinas,
conforme protocolo nº 2025/22/009834, aberto junto ao canal 156 da
Prefeitura.
As árvores em questão apresentam risco
iminente à segurança pública e privada, conforme previsto no Art.
9º, incisos II e III da Lei Municipal nº 11.571/2003, que autoriza a
supressão quando há risco de queda ou danos
permanentes ao patrimônio público ou privado.
1. Espaço inadequado e risco estrutural:
A calçada possui menos de 3 metros de largura, tornando-se incompatível
com espécies de grande porte, contrariando as diretrizes do GAUC e
o Art. 5º da referida lei, que permite substituição de árvores
deformadas ou inadequadas ao bem-estar público. As copas avançam sobre o
telhado, e cada galho pesa centenas de quilos, oferecendo risco
real de queda sobre minha residência.
2. Degradação da calçada e redes subterrâneas:
As raízes já romperam e deformaram completamente o passeio público,
provocando acidentes frequentes com pedestres. Além disso, as
árvores estão sobre tubulações de água (SANASA) e gás
(Comgás), podendo causar danos estruturais e vazamentos, o que
configura risco potencial grave conforme o Art. 9º, inciso III da
Lei nº 11.571/2003.
3. Risco elétrico e fitossanitário:
Galhos de grande porte encontram-se em contato direto com a rede
elétrica da CPFL, gerando risco de curto-circuito e incêndio,
especialmente neste período de chuvas e ventos fortes, quando galhos
caem com frequência. Tal situação fere o Art. 8º, inciso II,
que prevê intervenção quando houver risco aos sistemas elétricos.
4. Segurança dos moradores:
Tenho duas crianças pequenas (4 e 6 anos) cujo quarto está
voltado para a frente da casa, diretamente sob as copas. A queda de qualquer
galho poderia causar danos irreparáveis à integridade física e ao
imóvel. Ressalto que a árvore encontra-se visivelmente comprometida
e inclinada, caracterizando risco iminente de colapso.
Diante dos fatos e com base na Lei
Municipal nº 11.571/2003, solicito a supressão imediata das árvores,
sem replantio no mesmo local, devendo a compensação ambiental ser
realizada em área tecnicamente adequada, conforme determina a legislação.
Anexo registro fotográfico detalhado,
conforme exigência do Art. 2º, alínea “e”, que trata da
documentação fotográfica elucidativa. Também já estão sendo notificadas
CPFL, SANASA e Comgás, conforme suas respectivas responsabilidades.
Diante da gravidade e do risco iminente à
vida, requeiro prioridade na vistoria técnica e execução da supressão,
em consonância com o princípio da prevenção e segurança urbana.
Atenciosamente,
JL
Protocolo: 2025/22/009834
De: JL
Enviada em: domingo, 7 de dezembro de 2025 18:58
Para: LucianaBarbeiro@mpsp.mp.br
Cc: info@resgatecambui.org.br; Arborização
<arborizacao.dpj@gmail.com>; ines.olegario@sanasa.com.br;
ouvidoria@campinas.sp.gov.br; meioambiente@campinas.sp.gov.br;
ouvidoria@cpfl.com.br; Thiago N. de C. G. Ferreira
<thiago.ferreira@sanasa.com.br>; obras.dpj@campinas.sp.gov.br;
consumidor@comgas.com.br
Assunto: Fwd: Assunto: URGENTE – Risco iminente à vida e ao patrimônio –
Solicitação de supressão imediata de árvores de grande porte (Protocolo nº
2025/22/009834)
À
Dra.
Luciana Ribeiro Guimarães Viegas de Carvalho
12ª
Promotoria de Justiça do Meio Ambiente – Ministério Público de São Paulo
Prezada Dra. Luciana,
Venho, por meio deste, solicitar a intervenção
desta Promotoria em razão de grave risco à
vida, à integridade física e ao patrimônio, decorrente da
presença de três
indivíduos arbóreos localizados em frente à minha residência, em Campinas,
cuja situação já foi vistoriada e
oficialmente condenada pela
própria Prefeitura Municipal.
1. Fatos e histórico
- A equipe
técnica da Prefeitura realizou vistoria
em 21/10/2025, constatando oficialmente a necessidade
de extração dos três indivíduos arbóreos, conforme fui
informado por escrito e por atendimento telefônico.
- Apesar
do laudo conclusivo, o processo segue classificado como “pendente
de execução”, sem qualquer previsão de data para retirada,
mesmo diante do risco identificado no laudo.
- Em
07/11/2025, às 08h16, fiz contato com o atendimento público (Sr. Gilson),
que confirmou:
- a gravidade
da condição das árvores;
- a
confirmação de que são
três árvores condenadas;
- que o
caso já está com o setor responsável por execução;
- que não
existe prazo, e que o sistema não disponibiliza previsão
de ação.
- Nos
últimos meses, ocorreram quedas
de galhos de grande porte para a via pública, com
potencial de causar lesões
graves ou mesmo fatalidades a pedestres, motoristas e
moradores. Registro que possuo fotos e vídeos.
- Diante
do risco, precisei realocar
meus dois filhos, de 4 e 7 anos, do quarto frontal da
residência para outro ambiente, pois o perigo de queda é iminente,
sobretudo com a intensificação do período de chuvas.
2. Irregularidade administrativa relevante
A comunicação da Prefeitura referente à vistoria e
ao laudo foi enviada por conta de
Gmail genérica (arborizacao.dpj@gmail.com),
sem uso de domínio oficial @campinas.sp.gov.br.
Isso compromete:
- autenticidade
e rastreabilidade do ato administrativo;
- responsabilidade
funcional;
- cadeia
de custódia documental;
- validade
e segurança jurídica da comunicação.
Tal prática contraria princípios da impessoalidade, publicidade,
transparência e eficiência (art. 37 da Constituição Federal),
além das diretrizes da LGPD sobre responsabilidade do agente público no
tratamento de dados.
3. Riscos jurídicos e ambientais
Considero urgente o risco envolvido, pois a
situação configura:
- Risco
iminente à
integridade física (art. 13 do Código Penal – dever de agir para evitar
resultado);
- Possível
responsabilização civil e administrativa do Município por omissão
específica (arts.
186 e 927 do Código Civil);
- Violação
do dever de gestão de arborização urbana conforme a Lei
Federal 12.651/2012 (art. 2º e art. 3º) e normas municipais de
manejo arbóreo;
- Potencial
enquadramento como perigo
para a coletividade, especialmente considerando
intensidade de chuvas e ventos.
4. Pedido à Promotoria
Diante do exposto, solicito respeitosamente que
essa Promotoria avalie:
- A
instauração de procedimento para apurar a omissão
administrativa diante de laudo técnico já conclusivo.
- A
expedição de recomendação
ou medida cautelar para
que a Prefeitura estabeleça prazo
máximo para execução da extração das árvores
condenadas, sem danos patrimoniais ou físicos aos moradores (minha
família).
- A
avaliação da prática de comunicação por e-mail não institucional e sua irregularidade
administrativa.
- A
atuação junto à Defesa Civil para classificação
oficial do risco iminente, caso necessário.
- Adoção
das medidas que Vossa Excelência considerar adequadas para eliminação do
risco.
Coloco-me inteiramente à disposição para a entrega
de fotos, protocolos e demais documentos que comprovam a urgência e
a gravidade da situação.
Agradeço desde já pela atenção e pelo papel
fundamental desta Promotoria na proteção da vida, do meio ambiente urbano e do
interesse público.
Atenciosamente,
JL
Laudo 4R
https://drive.google.com/file/d/1Hvae10Um0g50E6zxFBm1gGv6r6kDqa9Q/view?usp=sharing
Obs-não tem ART recolhido
E pasmem...ela colocou abacateiro e não magnólia...
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
1-O levantamento e inventário com toda a documentação da árvore da rua coronel Quirino 2008
2-O levantamento e inventário com toda a documentação da árvore da rua Carlos Guimarães 295 -lado oposto
Recurso 880/2025
-Pela LAI 137/2025
Solicito
a informação se RESOLUÇÃO SVDS Nº 01, DE 18 DE MARÇO DE 2024 é válida também
para as árvores das calçadas e praças.
Resposta:
Prezada Tereza Penteado, Em atenção a sua pergunta, reitero que sim, a resolução é valida para calçadas, praças e canteiros. Atenciosamente, Christiano José Maria Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade
RESOLUÇÃO SVDS Nº 01, DE 18 DE MARÇO DE 2024
Dispõe sobre as metodologias e procedimentos de valoração de
danos e passivos ambientais
no município de Campinas.
https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaroriginal/id/141985
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
Alvará de reforma do imovel localizado à rua Coronel Quirino 2008
Resposta-não tem...
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
As autorizações e laudos do DPJ para as extrações das árvores da rua coronel Quirino 2008 e da rua Carlos Guimarães 295 -lado oposto
Documento do site MB nos anexos
Prefeitura autoriza corte de 2 árvores que, segundo especialistas, estão saudáveis
A Prefeitura de Campinas autorizou o corte de duas árvores entre as ruas Coronel Quirino e Doutor Carlos Guimarães, no Cambuí. Uma delas, uma exuberante magnólia-amarela (Magnolia champaca) de cerca de 14 metros, foi ao chão na manhã desta segunda-feira (3), apesar de apresentar folhas firmes e tronco íntegro. A outra, uma sibipiruna (Cenostigma pluviosum) de 15 metros e 50 anos, localizada ao lado de onde ficava a magnólia-amarela, na rua Coronel Quirino, 2008, será cortada nesta terça-feira (4), às 8h.
De acordo com especialistas do Comdema (Conselho Municipal do Meio Ambiente) os dois exemplares estão saudáveis e não deveriam ser cortados. Já a Secretaria de Serviços Públicos informou, em nota, que as árvores "estão condenadas". Integrantes das ONG Movimento Resgate o Cambuí, moradores do bairro e ambientalistas estão organizando uma manifestação no local, às 8h, horário programado para o corte acontecer, para tentar impedir o corte da árvore.
O engenheiro florestal e agrônomo José Hamilton, integrante do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) e mestre em Arborização Urbana, afirmou que a árvore que foi cortada e a outra, programada para ser cortada nesta terça-feira (4), estavam saudáveis. Segundo ele, as duas árvores vinham sendo acompanhadas pela ONG Movimento Resgate o Cambuí desde 2007, em levantamentos realizados nos anos de 2007, 2012, 2017 e 2022.
“O último levantamento, de 2022, constatou que os exemplares estavam saudáveis, necessitando apenas da ampliação dos canteiros e áreas permeáveis. Após a supressão da magnólia, verificamos que ela estava intacta, conforme os dados da ONG”, explicou.
Sobre a sibipiruna, que ainda está viva, José Hamilton informou que o grupo aguarda o laudo da engenheira agrônoma responsável para entender a motivação do corte. “Trata-se de um exemplar histórico, com mais de 50 anos, de grande beleza e vigor de copa. Possui apenas uma leve lesão na base, que poderia ser tratada com antifúngicos, como a calda bordalesa, e não justificaria sua supressão”, completou.

Funcionários da empresa 4R Soluções – Corte e Podas de Árvores, nesta terça-feira (4) mostraram à reportagem a autorização para os cortes, assinada pelo Departamento de Parques e Jardins, da Secretaria de Serviços Públicos da Prefeitura (foto). As árvores ficam em frente a um imóvel onde, segundo os trabalhadores, funcionará em breve um comércio — possivelmente uma farmácia. Um dos funcionários, que preferiu não se identificar, afirmou que o corte foi uma exigência do proprietário do imóvel, responsável por solicitar à Prefeitura a autorização para a supressão.
Tiago Fernandes Lira, presidente do Comdema (Conselho Municipal do Meio Ambiente) informou que encaminhou o ocorrido para análise da Câmara Técnica de Arborização Urbana para que avalie se o corte foi adequado, se houve irregularidades e se havia motivo real para derrubar os exemplares.
A presidente da ONG Movimento Resgate o Cambuí, Tereza Penteado, é uma das organizadoras do protesto: “Estamos juntando pessoas para irem lá amanhã às 8h. Vou levar megafone e filmadora”, disse ela.
Corte do ipê-roxo
O corte de árvores saudáveis (e até protegidas e imunes ao corte por lei) está se tornando rotina em Campinas, particularmente no bairro Cambuí. Na última quinta-feira (30), desta vez sem a autorização da Prefeitura. O Correio da Manhã entrou em contato, por e-mail, com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, e não obteve resposta. A reportagem também mandou e-mail diretamente para o Corpo de Bombeiros, que respondeu: “Informamos que a atuação do Corpo de Bombeiros no corte ou manejo de árvores em situação de risco iminente está amparada pela legislação vigente, em especial pelo Decreto Estadual nº 56.819/2011, que regulamenta as atividades do Corpo de Bombeiros, e pelo Código de Defesa Civil, que respalda ações imediatas para eliminação de riscos à vida, ao patrimônio e ao meio ambiente”. O decreto citado, porém, diz respeito ao regulamento dispõe sobre as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e áreas de risco, e não ao corte de árvores. O caso foi encaminhado para a 12ª Promotoria de Justiça de Campinas, que atua na defesa e proteção do meio ambiente.
Prefeitura
O Departamento de Parques e Jardins autorizou a supressão das duas árvores porque estão condenadas. A sibipiruna está com cupim e a magnólia está com broca, ambas com risco de queda.
A Prefeitura de Campinas trabalha regularmente com a arborização urbana. A cidade plantou, desde 2021 até o momento, mais de 633,3 mil mudas de árvores, provenientes do próprio Viveiro Municipal e por meio de compensações ambientais.
O trabalho de arborização inclui ações preventivas e de acompanhamento das espécies. As árvores da cidade estão sendo mapeadas e cadastradas, por meio de um inventário no qual já constam 85 mil árvores registradas.
De: info@resgatecambui.org.br
<info@resgatecambui.org.br>
Enviada em: terça-feira, 4 de novembro de 2025 14:11
Para: contato@farmaciaamericana.com.br
Assunto: Já começaram mal em Campinas
Boa tarde
Não sei de onde tiveram a infeliz e trágica idéia de mandar
extrair dois exemplares lindos de árvores em frente e ao lado da loja da rua
Coronel Quirino 2008 em Campinas.
É bom que suspendam a extração da sibipiruna pois senão
terão que lidar com moradores revoltados .Defendemos as árvores e isso com
certeza terá boicote da população, o que não será bom para vocês.
É muito fácil serem colocadas faixas pelo bairro para incentivar
o boicote.
O bairro Cambuí preza e cuida de suas árvores e não admite
que cheguem pessoas acabando com elas.
O melhor que vocês tem a fazer é cuidar muito bem da sibipiruna.
Att
Tereza Penteado
Movimento Resgate Cambuí
-Outra cidadã também enviou email:
Prezadas/os empresárias/os
escrevo na condição de cidadã e potencial cliente na cidade de Campinas.
Infelizmente, a primeira notícia que recebo da Farmácia Americana é muito negativa e motiva este email. Solicito que a empresa paralise imediatamente a injustificável ordem de derrubar a segunda árvore ao redor da futura loja em Campinas.
Nossas árvores não impedem o seu negócio. Crescem no espaço público há 5 décadas. Seu negócio mal chegou à cidade. Há muita concorrência aqui. Melhor não incluir as árvores nesse cálculo.
Atenciosamente,
Enviado pelo dono da 4r em 4-11-25 pelo face
https://drive.google.com/drive/folders/1EA-j3hFVq8VB7bZoxBdVNLwvcpsem_SR?usp=sharing
-Atualização 4/11/25
Conselho de Meio Ambiente solicita à Prefeitura interrupção de supressão de árvore de 15 metros
O Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) solicitou à Prefeitura de Campinas a interrupção da supressão da árvore sibipiruna (Cenostigma pluviosum) de 15 metros de altura e 50 anos, localizada na rua Coronel Quirino, 2008, no bairro Cambuí. O corte estava programado para ocorrer às 8h desta terça-feira (4), mas não ocorreu até o fechamento da reportagem, às 19h. Na manhã desta segunda-feira (3), uma exuberante magnólia-amarela (Magnolia champaca) de 14 metros, que dividia a mesma calçada com a sibipiruna, foi cortada e causou indignação entre ambientalistas, cidadãos e moradores da região.
A solicitação de interrupção do Comdema foi feita para que seja realizada a análise do laudo técnico apresentado pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos. O presidente do Comdema, Tiago Fernandes Lira, informou que o órgão concluiu a preparação de um documento que solicita a suspensão do corte da árvore até que todas as informações técnicas sejam analisadas. Segundo ele, a Câmara Técnica de Arborização Urbana já elaborou um parecer com diversos apontamentos sobre o caso.
https://www.correiodamanha.com.br/nacional/sao-paulo/campinas/2025/11/231498-conselho-de-meio-ambiente-solicita-a-prefeitura-interrupcao-de-supressao-de-arvore-de-15-metros-e-50-anos.html
Videos sibipiruna:
Magnólia extraída sem dó e sem motivo...4/11/25
https://www.youtube.com/shorts/szrVd73lQ8o
-Sibipiruna cambui video 4R (4/11/25)
https://www.youtube.com/shorts/MtWWCPX-z4s
-Sibipiruna cambui analisada 360º em 3/11/25
https://www.youtube.com/shorts/JgX2NcNAF54
Sibipiruna pede socorro 4/11/25
https://www.youtube.com/shorts/FTCCq8r3qNM
-Atualização 5/11/25
Árvore cortada com aval da Prefeitura estava saudável, aponta avaliação definitiva do Comdema
A conclusão é de engenheiros integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema), entre eles o engenheiro florestal e agrônomo José Hamilton de Aguirre Junior, mestre em Arborização Urbana, que realizou tomografia e resistografia da árvore, atestando a qualidade plena da madeira.
-Atualização 5/11/25
Resolução Comdema 8/2025
RESOLVE:
Art. 1º Fica DETERMINADA a imediata SUSPENSÃO CAUTELAR de
qualquer intervenção (poda, remoção ou supressão) no indivíduo arbóreo da
espécie Sibipiruna (Cenostigma pluviosum - ID: 2133) localizado na Rua Cel.
Quirino nº 2008 – Cambuí.
Art. 2º A suspensão de que trata o Art. 1º será mantida até que o órgão
competente e/ou a CTA do COMDEMA analisem e aprovem Laudo Técnico
conclusivo independente que:
● I - Contradiga os achados do Parecer de 03/11/2025; e,
● II - Comprove o estado fitossanitário irrecuperável da árvore ou o risco
estrutural iminente não passível de solução por manejo.
Art. 3º Fica DETERMINADO à Secretaria de Serviços Públicos a abertura
imediata de um Processo Administrativo de Verificação e Apuração sobre a
supressão da Magnólia Amarela (Michelia champaca - ID: 5632), ocorrida em
03/11/2025, em virtude da conclusão de supressão desnecessária apresentada
no Parecer Técnico da CTA.
https://drive.google.com/file/d/16YLqbRSSI5jmau_mMt5PxYaGDDmQbN0v/view?usp=sharing
-Atualização 6/11/25
Conselho de Meio Ambiente suspende corte e cobra apuração sobre remoção de árvores no Cambuí, em Campinas
Prefeitura avalia providências
Em nota, a administração municipal disse que a Secretaria de Serviços Púbicos vai reforçar o plantio de árvores na Coronel Quirino.
"A via, que já é bastante arborizada, receberá novas espécies como parte das ações de ampliação da cobertura verde", disse.
Sobre a magnólia que foi suprimida, a prefeitura ressaltou "que laudos técnicos apontaram o comprometimento estrutural da árvore e risco de queda".
RESOLUÇÃO COMDEMA CAMPINAS Nº08, DE 05 NOVEMBRO DE 2025 Assunto: Suspensão cautelar de supressão da Sibipiruna (Cenostigma pluviosum) na Rua Cel. Quirino nº 2008, e determinação de providências para apuração de supressão irregular de Magnólia Amarela (Michelia champaca), conforme Parecer Técnico da Câmara Técnica de Arborização (CTA).
https://portal-api.campinas.sp.gov.br//sites/default/files/publicacoes-dom/dom/1716211321201113212017162106.pdf
-Atualização 7/11/25
https://drive.google.com/file/d/1noRv396GIV4S2E3ExVSzCKxqRqntpbjb/view
-Atualização 8/11/25
DECRETA:
https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaroriginal/id/86917
-Vídeo:
Árvore imune ao corte é cortada pelo bombeiro 27/10/25
https://www.youtube.com/shorts/9Hh-mzthpRM
Pela lei de acesso a informação exponho e solicito:
Exponho:
Considerando o Decreto 16.011 de 2007, publicado em DOM 04/10/2007, p. 01, tendo em vista o Art. 1º que declara imunes ao corte, nos termos do Art. 2º da Lei Municipal 11.623 de 22 de julho de 2003, os dois exemplares de Tabebuia pentaphylla, localizados no canteiro central da Rua Maria Monteiro, no trecho entre as ruas Coronel Silva Teles e Santos Dumont.
Considerando que na data de hoje (27 de outubro)houve a extração de um deles pelos bombeiros com dois dos seus caminhões,e também com apoio da Emdec (fotos nos anexos)Solicito:
1- Quais razões que levaram à supressão de árvore protegida por legislação municipal específica de imunidade ao corte?
2- Autorização,laudos técnicos, ART e documento de aprovação dos órgãos técnicos competentes;
3- Documentação probatória emitida pelo Comdema e de protocolizado encaminhado ao órgão;
4- Razões da supressão haver sido realizada pelo corpo de bombeiros;
5- Relatório de Execução da Operação, emitido pelo corpo de bombeiros com as razões da supressão haver sido realizada por eles, com os responsáveispor tal atividade;
6- Projeto de compensação ambiental em calçadas do Bairro Cambuí, com a localização e espécies a serem utilizadas, equivalentes a 25 exemplares para esse suprimido, (tendo em vista sua proteção em regime especial), no local da supressão e entorno, com o cronograma de realização.
7- A pedido de quem foi realizada tal supressão?Anexar documentação.
8- Qual a quantidade de madeira e destinação da mesma? Apresentar comprovantes.
Ipê-roxo de 60 anos protegido por lei é cortado no Cambuí, em Campinas
O Corpo de Bombeiros cortou, na última terça-feira (28), uma árvore da espécie ipê-roxo de cerca de 60 anos, 18 metros, saudável e vigorosa, que ficava no canteiro central localizado em frente a Igreja Nossa Senhora das Dores, na Rua Maria Monteiro, 1212, no Cambuí. O ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus) é uma das espécies declaradas imunes ao corte em Campinas, ou seja, protegidas por lei municipal e não podem ser cortadas, removidas, podadas de forma drástica ou sofrer qualquer dano sem autorização expressa da Prefeitura. A árvore estava localizada no canteiro da Rua Maria Monteiro, entre a Avenida Cel. Silva Telles e a Rua Santos Dumont, no bairro Cambuí, em Campinas.
O procedimento, porém, ocorreu sem a autorização e o respaldo do Departamento de Parques e Jardins (DPJ), órgão responsável pela arborização em Campinas, que realiza vistorias técnicas e autoriza o corte de árvores, vinculado à Secretaria de Serviços Públicos.
1-LAI 804/2025
Pela lei de acesso à informação solicitamos o que segue:
Na data de 2/10/25 recebemos uma denúncia de danos à uma árvore na rua Emilio Ribas 776 (fotos nos anexos 1 , 2 e 3) .
A árvore esta completamente sufocada pelo cimento sem condições nem de receber água.
Sendo a secretaria de serviços publicos (DPJ) o responsavel pelas arvores das ruas, solicitamos o que segue:
1-Estudo fitossanitário completo feito pela MB.Comprovado estudo ser da MB pelo anexo 4.
2-Quem foi o causador do dano?
3-Que providencia serão tomadas para isso?
4-Quais serão as penalidades impostas ao causador do dano?
Recebemos denúncia de danos à duas árvores no endereço da Av Cel Silva Teles 273 (fotos nos anexos de 1 e 4)
As árvores tiveram seus canteiro diminuídos e com colocação de cimento, não sabemos se houve ou não corte de raízes, seria bom conferir.
Mesmo tendo acabado a reforma da casa, os canteiros continuam pequenos e com cimento impedindo que as árvores recebam água e cresçam.
Sendo a secretaria de serviços publicos (DPJ) o responsavel pelas arvores das ruas, solicitamos o que segue:
1-Estudo fitossanitário completo das duas árvores feito no inventario da MB.
2-Quem foi o causador do dano?
3-Que providencia serão tomadas para isso?
4-Quais serão as penalidades impostas ao causador do dano?
R. General Osório x r. Coronel Quirino (ocupação total da via)
R. Afonso Pena x r. Capitão Pedro Alcântara (bloqueio do sentido bairro – Centro)
Av. Ana Beatriz Bierrembach (bairro – Centro) x Rua dos Narcisos
Tancredão x Rua Augusto de Carvalho Asbahr
Av. das Amoreiras x rua Porphírio Cardoso Novaes (sem ocupação de via)
Av. Santa Bárbara do Rio Pardo – Jardim Nova Europa
-Denúncias 22/9/25
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
1- Estudo fitossanitario da arvore que no mapa da MB ja foi inventariada, localizada na Rua Padre Almeida 477-anexo 1
2- Laudo , autorização e ordem de serviço para o trabalho da MB dia 27/8/25-anexo 2
Corte de uma árvore situada na calçada pública em frente ao imóvel localizado na Rua Flordalisa Amália Grigolato Coghi, 141
Comentário cidadão:
A árvore não apresentava sinais visíveis de risco iminente (como queda, galhos soltos ou comprometimento estrutural), e o corte foi realizado de forma abrupta, sem aviso à vizinhança.
https://www.youtube.com/shorts/Nib7hOY8Lk8
prot 574/25
Pela lei de acesso á informação solicito o que segue:
Sobre a modificação que está sendo feita na praça Silvia Rego, solicito:
1-O projeto aprovado.
2-O nome do solicitante para execução.
3-Nome da (as) firma (as) executora (as) , e o(os) devido(os) contrato(os) com a prefeitura.
4-Ordem de serviço.
5-Autorização para o serviço .
6-Cronograma da obra.
7-Custo discriminado da obra .
Obs-fotos do local nos anexos
PM Ambiental é acionada após denúcia de um procedimento irregular de raízes de árvores.
Estamos aqui há quase 2 horas e nenhum laudo foi apresentado.
Estamos impedindo a continuidade da obra, até que o laudo sejá apresentado.
Precisamos parar Dário Motosserra!
A obra é pra ampliar o passeio que já existe e dar mais espaço às barracas que fazem parte de uma feira que acontece uma vez na semana por ali.
Cortar raízes ou apenas concretar a base de uma árvore é basicamente extrair essa árvore, uma vez que, sem o espaço necessário para a sua saúde, ela vai adoecer e o risco de cair é muito grande.
É preciso frear esse tipo de ação em Campinas e que seja definitiva. Não somos nós e a população que precisamos falar ao poder público como manter o que ainda nos resta de verde na cidade.
Nos ajude a denunciar essa ação, compartilhe com os seus contatos.
Recebemos a denúncia de um morador que é engenheiro ambiental sobre esse crime absurdo ontem. E hoje logo cedo fomos ao local com um propósito, impedir a continuidade do crime que a prefeitura estava cometendo ali.
Junto com o Comdema (Conselho Municipal do Meio Ambiente) tomamos todas as providências necessárias para o momento, e os trabalhos só foram interrompidos com a chegada da Polícia Ambiental.
Os responsáveis pela obra não apresentaram nenhum laudo técnico, nenhuma ordem de serviço e nem mesmo à autoridade policial. Esse entra como mais um caso em que a prefeitura realiza um crime ambiental sem sequer realizar qualquer estudo técnico.
Pela lei de acesso á informção solicito o que segue:
A EPTV em sua matéria sobre os cortes de raízes de árvores na praça Silva Rego, noticiou que a secretaria de serviços públicos fez um estudo técnico e que o procedimento não comprometeria as árvores-link https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/videos-jornal-da-eptv-1-edicao-campinas-e-piracicaba/video/pm-ambiental-e-acionada-apos-denucia-de-um-procedimento-irregular-de-raizes-de-arvores-13781311.ghtml
Sobre isso solicito:
1-O estudo técnico citado.
2- Qual o nível de avaliação do estudo frente à ABNT NBR 16246-3 /
3-As árvores que sofreram corte das raízes terão algum tipo de monitoramento? Se sim, como será e por quanto tempo.
Resposta:
Ação praça Silva Rego-juntada
https://drive.google.com/file/d/1ZN80Tu0g8rStar_o9UUZWFC1Th930R1G/view?usp=sharing
-6/8/25
Após impasse entre Polícia Ambiental e prefeitura, Justiça suspende poda de raízes de árvores em praça de Campinas
O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou, nesta quarta-feira (6), a suspensão imediata das obras de pavimentação e impermeabilização do solo na Praça Silva Rego, entre os bairros Jardim guanabara e Jardim Chapadão, em Campinas (SP).
A decisão atende ao pedido de uma ação popular protocolada na Justiça após um impasse entre a prefeitura e a Polícia Militar Ambiental, que suspendeu as obras temporariamente no dia 23 de julho. A prefeitura apresentou um laudo técnico e as obras foram retomadas no dia 28.
No documento, o juiz Claudio Campos da Silva afirma que há perigo de dano na possibilidade de comprometimento estrutural das árvores, "com risco de tombamento e perda irreversível de árvores de grande porte, além da impermeabilização do solo em área pública de lazer e convivência". O juiz também define multa diária de R$ 5 mil caso a decisão seja descumprida.
Ação praça Silva Rego
https://drive.google.com/file/d/1ZN80Tu0g8rStar_o9UUZWFC1Th930R1G/view?usp=sharing
-16/9/25
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
Denúncia recebida consta poda e/ ou extração de árvore na rua Emiulio Ribas 1007, defronte ao edificio Vila Inglesa, fotos nos anexos.
Solicito:
1-A devida autorização
2-Laudo
3-Nomes das pessoas e/ou firma que estava trabalhando ali
4-No caso de ser ilegal o trabalho, solicito a documentação das providencias a serem tomadas pela secretaria de serviços públicos
Fotos dia 6-7-25
De: "info" <info@resgatecambui.org.br>
Para: "Vereador Arnaldo Salvetti" <arnaldo.salvetti@campinas.sp.leg.br>,
"bene lima" <bene.lima@campinas.sp.leg.br>,
carlinhoscamelo@campinas.sp.leg.br,
"Carmo Luiz" <carmoluiz@campinas.sp.leg.br>,
"Vereadora Débora Palermo" <debora.palermo@campinas.sp.leg.br>,
"dr yanko" <dr.yanko@campinas.sp.leg.br>,
edisonribeiro@campinas.sp.leg.br,
"Vereador Eduardo Magoga" <eduardomagoga@campinas.sp.leg.br>,
"fernanda souto" <fernanda.souto@campinas.sp.leg.br>,
"Filipe Marchesi" <filipemarchesi@campinas.sp.leg.br>,
"Vereadora Guida Calixto" <guida.calixto@campinas.sp.leg.br>,
"guilherme teixeira" <guilherme.teixeira@campinas.sp.leg.br>,
gustavopetta@campinas.sp.leg.br,
"hebert ganem" <hebert.ganem@campinas.sp.leg.br>,
"Vereador Higor Diego" <higor.diego@campinas.sp.leg.br>,
"luis yabiku" <luis.yabiku@campinas.sp.leg.br>,
cirilo@campinas.sp.leg.br,
"Luizrossini" <luizrossini@campinas.sp.leg.br>,
"Marcelo Silva" <marcelosilva@campinas.sp.leg.br>,
"Mariana Conti" <marianaconti@campinas.sp.leg.br>,
"marrom cunha" <marrom.cunha@campinas.sp.leg.br>,
"Nelson Hossri" <nelsonhossri@campinas.sp.leg.br>,
"nick schneider" <nick.schneider@campinas.sp.leg.br>,
"Vereador Otto Alejandro" <otto.alejandro@campinas.sp.leg.br>,
"Vereadora Paolla Miguel" <paolla.miguel@campinas.sp.leg.br>,
"Paulo Haddad" <paulohaddad@campinas.sp.leg.br>,
"Perminio Monteiro" <perminiomonteiro@campinas.sp.leg.br>,
"roberto alves" <roberto.alves@campinas.sp.leg.br>,
"Rodrigo da Farmadic" <rodrigodafarmadic@campinas.sp.leg.br>,
"Rubens Gas" <rubensgas@campinas.sp.leg.br>,
"vini oliveira" <vini.oliveira@campinas.sp.leg.br>,
"wagner romao" <wagner.romao@campinas.sp.leg.br>,
zecarlos@campinas.sp.leg.br
Enviadas: Sábado, 24 de maio de 2025 16:20:31
Assunto: Árvore Câmara danificada pela segunda vez....
Boa tarde a todos
Conforme email enviado em 13/6/2020, a árvore defronte à entrada do plenário estava sendo danificada pela armação de metal.
Foi afastado o metal deixando a árvore livre-anexo gradil adaptado.
Qual não foi a nossa surpresa quando retornamos à Câmara esta semana e nos deparamos com uma situação pior do que a existente em 2022-anexo árvore em 24-5-25.O espaço foi totalmente fechado e ainda colocado uma luminária.
Solicito:
1-O projeto com o nome de quem o executou.
2-Que a árvore seja liberada e o espaço seja ampliado.
3-Que a Câmara tenha maior controle interno sobre os serviços que são executados.
No aguardo
Tereza Penteado
Movimento Resgate Cambuí
De: Resgate Cambui <info@resgatecambui.org.br>
Enviada em: sábado, 13 de junho de 2020 12:10
Para: 'presidencia@campinas.sp.leg.br' <presidencia@campinas.sp.leg.br>
Assunto: Árvore Câmara danificada
Bom dia Sr presidente.
Conforme combinado, envio as fotos da árvore cujo tronco esta sendo danificado pela armação de metal existente à sua volta , para providências.
Att
Tereza
Penteado
De: Presidencia CMC <presidencia@campinas.sp.leg.br>
Enviada em: segunda-feira, 16 de junho de 2025 15:32
Para: Resgate Cambui <info@resgatecambui.org.br>
Cc: Roberto Antonio Cardinalli <roberto.cardinalli@campinas.sp.leg.br>;
Linconl Carlos dos Santos <linconl.santos@campinas.sp.leg.br>;
luizrossini <luizrossini@campinas.sp.leg.br>; Diretoria-Geral
<diretoriageral@campinas.sp.leg.br>; Hugo Stefano <hugo.stefano@campinas.sp.leg.br>
Assunto: Fwd: Árvore Câmara danificada pela segunda vez....
Prezada Senhora Tereza, boa tarde!
Informamos que foram retiradas as pedras de calçada, porém, para diminuir o risco de acidentes e preservar a segurança das pessoas que circulam pelo local, efetuamos o fechamento do buraco com a colocação de pedras próprias para vasos.
Atenciosamente,
|
|
Gabinete da Presidência Câmara Municipal
de Campinas presidencia@campinas.sp.leg.br (19) 3736-1395 |
De: "Ronan Domingues
Vieira" <ronan.domingues@campinas.sp.leg.br>
Para: "presidencia" <presidencia@campinas.sp.leg.br>
Cc: "Diretoria-Geral"
<diretoriageral@campinas.sp.leg.br>, "Hugo Stefano"
<hugo.stefano@campinas.sp.leg.br>
Enviadas: Sexta-feira, 13 de junho de 2025 10:52:41
Assunto: Fwd: Árvore Câmara danificada pela segunda vez....
Á Presidência,
Considerando o pedido de manifestação abaixo, segue considerações da área técnica deste Legislativo.
Seguimos à inteira disposição.
Atenciosamente,
|
|
Ronan
D. Vieira Diretor Geral Diretoria Geral ronan.domingues@campinas.sp.leg.br (19) 3736-1770 |
De: "Sidney Costacurta"
<sidney.costacurta@campinas.sp.leg.br>
Para: "Ronan Domingues Vieira"
<ronan.domingues@campinas.sp.leg.br>
Cc: "Diretoria de Infraestrutura"
<dise@campinas.sp.leg.br>, "diretoriageral"
<diretoriageral@campinas.sp.leg.br>, "Hugo Cardoso D'Stefano"
<hugo.stefano@campinas.sp.leg.br>
Enviadas: Quinta-feira, 12 de junho de 2025 16:26:39
Assunto: Re: Árvore Câmara danificada pela segunda vez....
Prezado Diretor.
Encaminho cópia do projeto referente a rampa da Avenida Roberto Mange, em anexo.
Quanto
ao pedido de liberação da árvore, informo que foram retiradas as pedras de
calçada, porém, para diminuir o risco de acidentes e preservar a segurança das
pessoas que circulam pelo local, efetuamos o fechamento do buraco com a
colocação de pedras próprias para vasos.
Comentário cidadão:
Arborização Mais Segura - Campinas e CPFL Paulista
https://drive.google.com/file/d/1VOPcZa4wRgM4yYxYxz7dYPtTIxQ6iPzi/view?usp=sharing
DPJ detona árvore no Cambuí 2/4/25 (2/2)
Pela lei de acesso à informação solicito o que segue:
Sobre a extração da árvore da rua Emilio Ribas numero 880,solicito:
1-Laudo de avaliação cumprindo a lei 11571/03 no seu artigo 2º
2-Autorização pelo órgão responsável
3-ART do técnico responsável pela extração
4-Que espécie será plantada no local
DPJ extraindo árvore 30/3/25 no centro de Campinas (1/2)
Irmã Serafina terá duas palmeiras retiradas por risco de queda
Prefeitura abre nesta terça, 25, edital para leiloar toras de madeira de eucalipto
Todo o material poderá ser arrematado apenas por um único comprador. Espera-se arrecadar, pelo menos, R$ 70 mil com a venda das toras. Este tipo de madeira é utilizada para várias finalidades na indústria.
O recurso da venda do material será destinado ao Fundo de Fomento aos Parques Municipais, para a manutenção de parques, jardins e bosques da cidade.
AVISO DE LICITAÇÃO
Leilão nº 002/2025 - Eletrônico - Processo Administrativo:PMC.2024.00113093-53- Interessado:Secretaria Municipal de Serviços Públicos -Objeto:Alienação de materiais inservíveis (toras de madeira)
MB/prefeitura plantio deixa dúvidas 19/3/25
Campinas apresenta projeto para criar microflorestas e amenizar calor em regiões mais quentes; confira locais
Pela lei de acesso à informação exponho e solicito o que segue:
Sobre o projeto de microfloresta divulgado pela prefeitura -link https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2025/03/26/campinas-apresenta-projeto-para-criar-microflorestas-e-amenizar-calor-em-regioes-mais-quentes-confira-locais.ghtml - solicito:
1-O projeto do plantio na rotatória em frente a lagoa do Taquaral.
2-A ordem de serviço para o plantio na rotatória em frente a lagoa do Taquaral.
3-Quem será o responsável pela manutenção dessas mudas, por quanto tempo e o que esta estipulado para ser feito?
4-Comprovação de quais e quantas mudas foram plantadas, e a origem delas
5-No video-https://www.youtube.com/shorts/tehxmrBon7I -existe a presença de reeducandos , sobre isso solicito:
5.1-Ordem de serviço e autorização para que os reeducandos efetuem plantios.
5.2-Em sendo obrigação da licitada efetuar os plantios, ela é quem paga o serviço dos reeducandos nesse plantio? Ela tem convenio com os reeducandos ? É a prefeitura que paga através do convenio com a FUNAP?
CPFL arrasando arvores 8/2/25 Barão Geraldo
Denúncia CPFL jd Nova Europa
Boa tarde a todos
É possível pautarmos esse assunto na próxima reunião? A Seclimas precisa nos dar informações e explicações.E se houver mais de uma secretaria envolvida no assunto, é importante que participe.
O assunto é uma devastação na praça da av Joaquim Payola no Jardim Nova Europa.
No local teve um plantio resultado de um TAC do Swiss Park.
E agora a CPFL foi no local e acabou com as árvores, recebemos inúmeras denúncias e temos muitas fotos, selecionamos apenas algumas.
No cadastro do BAV, recebido pelo Verde Azul, nada consta sobre esse TAC de número 2015000588 :
AU2_Cadastro controle BAV ana
https://drive.google.com/file/d/1kS9vznBiTZFAxkIwvCOIHqA4ocW3-vBL/view
Muitas perguntas ficam sem respostas:
1-O BAV pode utilizar áreas públicas?
2-Sendo a Seclimas responsável pelo cumprimento do TAC, quem se responsabiliza após o cumprimento? Qual é o controle e por quanto tempo?
3-Qual a importância do TAC e também do BAV frente à destruição das árvores como neste caso?
4-Porque não consta o número desse protocolo no cadastro cujo link se encontra acima?
5-Qual autorização a CPFL possui para executar essa devastação?
6-Qual o tipo de penalidade existe para quem destrói um plantio feito por TAC e pelo BAV?
7-Qual penalidade esta sujeita a CPFL neste caso?
Etc...etc...
No aguardo
Tereza Penteado
OBS-
Protocolo nº 1968/0/39441 Interessado: Antônio Hofstetter À vista das informações existentes nestes autos, bem como da solicitação da Secretarias do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade, AUTORIZO a liberação da área indicada: Praça 6(Código cartográfi co: 3343.64.77.2602) do loteamento Cidade Satélite íris, nesta cidade, para compor a Banco de Áreas Verdes, mediante publicação no DOM de 30 de outubro de 2014. Publique-se. As Secretarias do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade; e Serviços Públicos para ciência e prosseguimento, observada a ressalva de que permanece a responsabilidade da Municipalidade quanto à sua manutenção e conservação, e após á Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano para anotações no Cadastro Imobiliário.
Pela lei de acesso à informação exponho e solicito o que segue:
Exponho:
Sobre a destruição das árvores na av Joaquim Payola, árvores essas que tiveram seu plantio como resultado de um TAC do Swiss Park .
Ver os anexos com o TAC, a placa com o BAV e fotos das árvores destruídas, relatório do plantio.
No cadastro do BAV, recebido pelo Verde Azul, nada consta sobre esse TAC do Swiss park
de número 2015000588 :
AU2_Cadastro controle BAV ana
https://drive.google.com/file/d/1kS9vznBiTZFAxkIwvCOIHqA4ocW3-vBL/view
Solicito:
1-O BAV pode utilizar áreas públicas? Detalhar.
2-Sendo a Seclimas responsável pelo cumprimento do TAC, quem se responsabiliza após o cumprimento? Qual é o controle e por quanto tempo?
3-Qual a importância do TAC e também do BAV frente à destruição das árvores como neste caso?
3.1-Para que plantar se é para destruir depois?
4-Porque não consta o número desse TAC no cadastro cujo link se encontra acima?
5-Consta que a CPFL foi a executora da devastação das árvores, solicito:
5.1-Qual autorização a CPFL possui para executar essa devastação?
5.2-Qual a responsabilidade do DPJ neste caso que ocorreu em praça pública?
5.3-Qual a responsabilidade da Seclimas ,visto que o TAC é de sua competência?
6-Qual o tipo de penalidade existe para quem destrói um plantio feito por TAC e pelo BAV?Detalhar.
7-Qual penalidade esta sujeita a CPFL neste caso?
8-Quando ocorrerá o plantio para repor as árvores destruídas?
| 30/04/2025 | Christiano José Maria | SMVDS | SIC-CENTRAL | 1-O BAV pode utilizar áreas públicas? Detalhar. Sim. Pode com amparo na Lei Complementar nº 263, de 18 de junho de 2020, com cópia anexada ao presente. 2-Sendo a SECLIMAS responsável pelo cumprimento do TAC, quem se responsabiliza após o cumprimento? Qual é o controle e por quanto tempo? Após o encerramento do TAC, como nesse caso trata-se de área pública, os cuidados passam a ser da SMSP (Secretaria Municipal de Serviços Públicos). 3-Qual a importância do TAC e também do BAV frente à destruição das árvores como neste caso? O Banco de Áreas Verdes - BAV é o instrumento que permite conciliar a oferta de áreas aptas a receber projetos de recuperação ambiental, visando à consolidação de áreas recuperadas na função a qual se destinam. Os projetos de recuperação ambiental deverão versar sobre o plantio e/ou a implantação de equipamentos de infraestrutura de esporte, lazer e/ou educação ambiental. 3.1-Para que plantar se é para destruir depois? A cidade está em constante mudança e crescimento. Considerando que temos indicado diversos plantios, é possível que situações como a supressão de indivíduos de compensação ambiental ocorram. No entanto, é importante destacar que essa proporção é extremamente baixa em relação ao total de plantios realizados. 4-Porque não consta o número desse TAC no cadastro cujo link se encontra acima? Solicito a consulta ao Termo de Ajustamento de Conduta nº 027/2015 5-Consta que a CPFL foi a executora da devastação das árvores, solicito: 5.1-Qual autorização a CPFL possui para executar essa devastação? As informações devem ser prestadas pelo Departamento de Parques e Jardins - DPJ/SMSP, pois se trata do órgão competente para esta autorização. 5.2-Qual a responsabilidade do DPJ neste caso que ocorreu em praça pública? As informações devem ser prestadas pelo Departamento de Parques e Jardins - DPJ/SMSP, pois se trata do órgão competente para esta autorização. 5.3-Qual a responsabilidade da SECLIMAS, visto que o TAC é de sua competência? Se o TAC for da Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade (SECLIMAS) a própria Secretaria aplica a penalidade, se o TAC já foi recebido e é uma área pública, cabe à Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SMSP) a aplicação de penalidades. 6-Qual o tipo de penalidade existe para quem destrói um plantio feito por TAC e pelo BAV? Detalhar. Se o TAC for da Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade (SECLIMAS) a própria Secretaria aplica a penalidade, se o TAC já foi recebido e é uma área pública, cabe à Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SMSP) o implemento da penalidade. 7-Qual penalidade está sujeita a CPFL neste caso? Conforme análise da Secretaria competente e o previsto no TAC pertinente ao caso. |
| 07/05/2025 | Marco Aurélio Abrahão Sales | SMSP | SIC-CENTRAL | Em atenção, estamos devolvendo a presente LAI, pois o Recurso de 1ª Instância deve ser enviado à SECLIMAS que respondeu a solicitação inicial à solicitante. A requerente por sua vez deve abrir uma nova LAI e destinar ao DPJ - SMSP com os questionamentos que se fizer necessário. Secretaria Municipal de Serviços Públicos - SMSP. |
Resposta prefeitura-incompleta...não veio a resposta ao solicitado:
https://drive.google.com/file/d/1ba2VDUR5l3NRIYp9mUMAnSGc3Twmycsv/view?usp=sharing
Moradores denunciam devastação ambiental no Jardim Nova Europa após corte de árvores pela CPFL
Denúncia CPFL jd Nova Europa 4
Ministério Público abre inquérito para investigar cortes de árvores no Nova Europa
A reportagem do Porque Campinas teve acesso à portaria do Ministério Público que determinou a interrupção das ações e cobrou explicações da Prefeitura e da CPFL. O documento aponta que a CPFL destacou que o manejo e/ou plantio da vegetação na faixa de servidão (área onde se localiza a linha de transmissão) foi feito sem consulta à distribuidora, contrariando as normas técnicas que regulamentam a operação. De acordo com a companhia, as árvores tinham porte inadequado para permanecer próximas à rede elétrica, o que comprometia a segurança e a continuidade do fornecimento. No mesmo documento, a Prefeitura afirmou que a poda foi realizada pela CPFL.
Procurada pela reportagem, a CPFL alegou questões técnicas para a realização da operação. “A CPFL informa que realizou o manejo das árvores após identificar riscos de acidentes à população local e para o fornecimento de energia para a cidade, incluindo serviços essenciais, como hospitais e unidades de abastecimento de água”, diz nota.
“A CPFL esclarece que está autorizada pelos órgãos competentes do município a realizar o manejo nos locais de risco. A empresa também assegura a implementação de ações de compensação ambiental para minimizar os impactos da ação para o meio ambiente”, encerra documento.
Em nota, a Prefeitura de Campinas disse que está respondendo aos questionamentos do Ministério Público e destacou que a intervenção foi realizada pela CPFL. “A remoção das árvores na avenida Joaquim Payolla foi feita pela CPFL porque estavam em área de linha de transmissão de energia”, justifica o Executivo.
José Hamilton de Aguirre Junior, engenheiro florestal e mestre em agronomia na área de arborização urbana, classificou a supressão de árvores na Avenida Joaquim Payolla como um “desastre ambiental”.
“O local foi alvo de compensação ambiental em um passado recente e está sendo devastado com a ‘justificativa’ de não atrapalhar a rede elétrica. As redes elétricas em Campinas estão sendo responsáveis pela destruição da arborização viária e da qualidade de vida em nosso município”, destacou.
Para ele, o caso na avenida é emblemático, por “refletir o descaso, a falta de respeito e, praticamente, a guerra, que, tanto a CPFL, quanto a gestão municipal tratam a vegetação arbórea”, argumentou José Hamilton.
Joaquim Payolla árvores -MP
em 3/12/25
https://drive.google.com/file/d/1jmkkCuACZgHqZmkgi6Wsrw_uXGBf7aRp/view?usp=sharing
-Denúncias 27/1/25
Obs nossa- em 27/1/25 estavam ainda extraindo árvores...
Prefeitura de Campinas inicia plantio de novas árvores no Centro de Convivência
O plantio de 18 árvores na Praça Imprensa Fluminense, onde fica o Centro de Convivência Cultural de Campinas, e em quatro pequenas praças ao redor.
Essas novas árvores vão substituir as que foram retiradas entre 15 e 17 de janeiro, com potencial risco de queda, após avaliação técnica de Serviços Públicos e da Defesa Civil. As outras árvores do local passaram por poda.
A área do Centro de Convivência, somando a Praça Imprensa Fluminense e as quatro praças menores ao redor, possui cerca de 120 árvores.
A análise das condições fitossanitárias das árvores que foram substituídas foi feita pelas equipes da Secretaria de Serviços Públicos e pela Defesa Civil.
Todas as árvores que precisaram ser substituídas possuem laudo técnico que comprovam essa necessidade.
https://campinas.sp.gov.br/noticias/117643/prefeitura-de-campinas-inicia-plantio-de-novas-arvores-no-centro-de-convivencia
-Denúncias 27/1/25
Após retirar árvores com risco de queda, Campinas inicia plantio de 18 novas espécies no Centro de Convivência
Em nota, a prefeitura destacou que “todas as árvores que precisaram ser substituídas possuem laudo técnico que comprovam essa necessidade”. Além disso, reforçou o serviço na Praça Imprensa Fluminense, que é tombada, foi autorizado pelo Condepacc (Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas).
Pela lei de acesso à informação exponho e solicito.
Sobre as extrações das árvores no centro de convivência e baseado nas informações do site da prefeitura no link https://campinas.sp.gov.br/noticias/117643/prefeitura-de-campinas-inicia-plantio-de-novas-arvores-no-centro-de-convivencia, solicito:
1-Levantamento georeferenciado das 120 árvores citadas.
2-Análise das condições fitossanitárias de todas as árvores substituidas
3-Laudos técnicos de todas as árvores substituídas
4-Documentação da autorização do serviço pelo Condepacc
LAI_63_2025_RESPOSTA_DTA_recurso.pdf
https://drive.google.com/file/d/1KgUJQ6NR8rHch7uqYGxrlS4SStqLXIUa/view?usp=sharing
-Denúncias 21/1/25
Cidadão divulga:
Agora estão cortando a falsa seringueira que sobrou em frente à unimed
Cidadã:Tô muito brava q mataram minha árvore
-Denúncias 17/1/25
Para cumprir a lei, Prefeitura precisaria replantar 450 árvores no Cambuí, diz ambientalista
A Prefeitura de Campinas deu início, na última quarta-feira (15/01), ao processo de substituição de 18 árvores nas praças do entorno do Centro de Convivência Cultural, no bairro Cambuí. A ação, que vai até 31 de janeiro, promete plantar espécies “mais adequadas e saudáveis” no local. Entretanto, a medida gerou críticas de ambientalistas, que destacam a importância do replantio proporcional e adequado, conforme estabelece a Lei Municipal de Arborização Urbana (11.571/03).
Apesar da justificativa, o engenheiro florestal e agrônomo José Hamilton de Aguirre Junior alerta para a necessidade de maior transparência e rigor no cumprimento das normas. “Se houve a avaliação correta dentro da boa técnica, considerando as normas da ABNT e a legislação municipal, é autorizável a supressão de árvores em mau estado fitossanitário ou que representem risco à segurança. No entanto, a compensação ambiental deve ser garantida. A lei exige que sejam plantados 25 exemplares para cada árvore suprimida, ou seja, 450 novas árvores no local e no entorno”, afirma.
https://www.portalporque.com.br/campinas/para-cumprir-a-lei-prefeitura-precisaria-replantar-450-arvores-no-cambui-diz-ambientalista/
-Denúncias 16/1/25
Denúncia de vídeo recebida.
DPJ acabando com árvores CCC 16/1/25 (1/4)
https://www.youtube.com/shorts/eB2sKpg4pBc
Comentários cidadãos:
-Vejam o que a gestão Dário e Paulella motoserra fazem em Campinas. É assustador. Isso foi hoje no Centro De Convivência em Campinas, bairro Cambuí. Estamos todos indignados.
-A população adora os cortes de árvores!! Paulella é aplaudido por essas pessoas que são da opinião de que “árvore suja”!! Mas quem peita o Paulella??
-Se vcs andarem por Campinas poderão ver as mutilações drásticas by Paulella!!
-Denúncias 16/1/25
Campinas já removeu 600 árvores por risco de queda
A Prefeitura de Campinas removeu nos últimos dois anos cerca de 600 árvores por apresentarem risco de queda e colocar em perigo a vida de pedestres e motoristas. O balanço foi divulgado ontem pelo secretário municipal de Serviços Públicos, Ernesto Dimas Paulella, no início da remoção e substituição de 18 árvores no Cambuí, 17 na Praça Imprensa Fluminense, no entorno do Centro de Convivência Cultural, e uma na Praça Nelson Gonçalves, localizada ao lado. Elas “foram analisadas por uma equipe técnica da secretaria que decidiu pelo corte dessas árvores, porque apresentam potencial risco de queda. Tem algumas mortas, outras com comprometimento do tronco, podridão do tronco e outras ainda com algumas doenças que não são mais recuperáveis”, justificou a Prefeitura.
De acordo com o secretário, as outras remoções realizadas na cidade foram decididas após o início de um inventário da arborização urbana em 2023, após as chuvas e tempestades causarem 400 quedas em um mês. As supressões realizadas representam em torno de 1% das 60 mil árvores inventariadas em toda a cidade. A estimativa é que Campinas tenha entre 600 mil e 700 mil árvores plantadas em ruas e avenidas, considerando levantamento por satélite feito há oito anos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que identificou as manchas verdes urbanas. O inventário é um trabalho contínuo e deverá ser estender até 2029.
Segundo Paulella, a saúde das plantas é afetada principalmente por três fatores: senilidade, com as plantas velhas sendo mais sujeitas a pragas e doenças; aderência do gás carbônico (CO2) emitido pelos veículos nas folhas e galhos, o que favorece o desenvolvimento de doenças; e a ação natural de aves, como o pica-pau, que fazem buracos nos troncos, também facilitando o surgimento de patologias. “Nas cidades, elas são mais sujeitas a problemas por conta da aderência do carbono. É diferente de uma árvore na floresta, onde ela não tem essa aderência”, explicou o secretário de Serviço Públicos.
BAIRROS
As remoções, acrescentou, ocorrem principalmente nas regiões mais antigas de Campinas, entre elas a central e bairros como Guanabara, Bonfim, Cidade Universitária, Ponte Preta e jardins Chapadão e Proença. No Cambuí, a retirada, que terminará hoje, foi decidida após a queda de três grandes árvores ocorridas durante as chuvas nas últimas semanas de 2024 e início deste mês. “As árvores que caíram eram sadias. Nenhuma tinha doenças ou problema. Elas caíram por causa do encharcamento de solo. Isso, vamos dizer, alertou a prefeitura para fazer uma verificação mais atenta nas demais árvores”, explicou Ernesto Paulella.
As árvores a serem retiradas da Praça Imprensa Fluminense representam 17% das 100 existentes no local. A supressão nas duas praças envolvem cinco melaleucas, três gravíleas, uma embaúba, um ipê-roxo, um chapéu-de-napoleão, duas cabreúvas, uma aldrago, uma pau-ferro, uma aroeirasalsa e duas espécies sem identificação. “A área tem grande fluxo de pessoas e veículos todos os dias e feiras aos fins de semana. Todas as árvores foram examinadas individualmente e possuem laudo sobre a condição fitossanitária”, explicou o secretário.
Elas serão substituídas no prazo de 30 dias por outras árvores com 3 metros de altura e 2 polegadas de diâmetro para recompor o paisagismo do local. Os exemplares serão de espécies nativas, que ainda estão sendo selecionadas. As demais árvores da Praça Imprensa Fluminense e das quatro pequenas praças do entorno serão podadas, com a retirada de parte dos galhos, pontas secas e excesso de folhas.
CONTROVÉRSIA
Um levantamento feito em 2022 pela Associação Movimento Resgate Cambuí identificou 2.676 árvores no bairro. Na época, o grupo deu entrada na prefeitura de um pedido de tombamento desse acervo vegetal, considerando-as patrimônio histórico urbano com importância ambiental. “Tratar do desenvolvimento sustentável das cidades envolve, notoriamente, o aspecto da arborização urbana, cada vez mais maltratada”, destacou a presidente da entidade, Teresa Cristina Moura Penteado.
Entre as espécies identificadas estão fícus benjamin, ipê roxo, sibipiruna, jeriva e areca bambu. O presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema), Tiago Lira, disse ter sido surpreendido pela remoção das árvores do entorno do Centro de Convivência “De um modo geral, o Comdema tem sido contrário a essas ações, que não representam uma política de arborização, mas sim uma política de desarborização. O que tem acontecido na cidade de Campinas é absurdo”, criticou.
De acordo com ele, a entidade tem sido negligenciada pela administração municipal na questão do manejo das árvores e em outras decisões. “Não só sobre a arborização urbana, mas, por exemplo, o PAC, que é a Política de Ação Climática da Prefeitura, sequer passou pelo Comdema. O PIDS [Polo de Inovação para o Desenvolvimento Sustentável] também não foi avaliado pelo Comdema. A gente está sendo alijado do processo de discussão”, afirmou Lira. Ele apontou dificuldade até mesmo para ter acesso aos laudos técnicos da situação das árvores removidas.
REAÇÃO
Moradores e frequentadores da Praça Imprensa Fluminense se dividiram quanto às remoções em andamento. “Eu acho muito bom o que estão fazendo. Todas as árvores que estão sendo retiradas estão comprometidas, não servem para nada”, afirmou o aposentado José Coimbra. Moradora há 15 anos do Cambuí, Wilma Roso também se manifestou favorável aos cortes. “Estava precisando fazer alguma coisa. Essas árvores estavam doentes”, afirmou. Ela frequenta diariamente a Praça Imprensa Fluminense, onde leva o cão para passear.
Outro morador, o restaurador de obras Júlio César Barbosa, reclamou da situação geral do Centro de Convivência. “Os jardins estão abandonados; não há segurança, não se pode andar aqui à noite; estão retirando todos os bancos; e a reforma do teatro deveria ter sido concluída em setembro. Mas uma nova placa colocada diz que a reforma vai terminar em abril de 2026”, criticou.
O engenheiro florestal José Hamilton Aguirre apontou desrespeito à legislação na supressão de árvores em Campinas. De acordo com ele, a lei municipal nº 11.572/2003 estabelece que para cada indivíduo removido, tem que ser plantados pelo menos 25 para reposição. “O Cambuí é um bairro que tem muita população e pouca arborização. Com isso, o ideal é que haja a reposição dessa densidade suprimida. No Centro de Convivência dá 450. Está sendo feita a reposição do mesmo número, 18 por 18”, afirmou.
“Essas 450 deveriam ser plantadas nas calçadas do entorno para ver a colaboração ambiental da arborização num bairro que é uma grande ilha de calor, porque tem muita construção, muito prédio, muito asfalto, muita área impermeabilizada e tudo isso acumula e reflete calor. As árvores geram a sombra”, afirmou Aguirre.
Para ele, o trabalho de poda feita em Campinas não é o ideal. “O que estamos, como técnico da área, reparando é um aspecto bastante prejudicial do manejo que vem sendo realizado na cidade. É a poda drástica em massa dos exemplares viários”, afirmou. De acordo com o engenheiro florestal, é retirada toda a copa das árvores, deixando apenas o tronco. “O que preocupa muito hoje é o não plantio de árvores ou o plantio generalizado de espécies de pequeno porte e arbustos. Isso está deixando Campinas cada vez mais quente e suscetível aos desastres ambientais. A área urbana está virando uma grande bolha de calor”, afirmou.
https://correio.rac.com.br/campinasermc/campinas-ja-removeu-600-arvores-por-risco-de-queda-1.1612334
Obs sobre o que a prefeitura falou:
-Trabalho Embrapa citado:
Quantificação da arborização urbana viária de Campinas, SP
O número total encontrado para a arborização urbana viária do Município de Campinas foi de 120.730 árvores, excluídas as mudas.
https://acrobat.adobe.com/id/urn:aaid:sc:VA6C2:60084eab-0443-4de5-84d2-318d1a1c8c22
-Blog comprovando que secretário Paulella mente
https://blog.individuoacao.org.br/2023/06/paulella-mente-e-chama-conselheiros-de.html
-Denúncias 16/1/25
Rua Barreto Leme entre Coronel Quirino e Maria Monteiro.
CPFL em ação , ao lado do prédio da GNO em construção....
Comentário cidadão:
Mais uma ação inteligente e relevante da ge-gestão Dário!
A inteligência em sua plenitude! 👏👏👏👏
-Denúncias 14/1/25
Prefeitura vai retirar 18 árvores no Centro de Convivência por risco de queda e plantar novas
A secretaria de Serviços Públicos informou, nesta terça-feira (14), que fará a substituição de 18 árvores no entorno do Centro de Convivência, no bairro Cambuí, em Campinas. A ação começa nesta quarta-feira (15) e segue até o dia 31 de janeiro.
A área do Centro de Convivência, que inclui a Praça Imprensa Fluminense e outras quatro praças menores ao redor, possui cerca de 120 árvores. Das árvores restantes, 103 passarão por poda, incluindo 81 na Praça Imprensa Fluminense e 22 nas praças menores.
Segundo a Prefeitura, o objetivo é manter árvores saudáveis e “adequadas” no local para evitar quedas e danos. A decisão foi tomada após a análise fitossanitária realizada por equipes da Secretaria de Serviços Públicos e da Defesa Civil, especialmente após a queda de três árvores de grande porte na região.
https://www.acidadeon.com/campinas/cotidiano/prefeitura-vai-retirar-18-arvores-no-centro-de-convivencia-por-risco-de-queda-e-plantar-novas/
-Denúncias 14/1/25
Rua CarolinaPrado Penteado
Jardim Bom retiro
DPJ/MB detonando 14/1/25
https://www.youtube.com/shorts/_QTshYN-bTwGalho cai sobre carro que passava ao lado do Bosque dos Jequitibás, em Campinas
-Denúncias 4/1/25
Chuva derruba árvores pela cidade e fecha o Bosque na tarde deste sábado; bairros registram granizo
A Defesa Civil de Campinas registrou até as 19h deste sábado, 4 de janeiro, 42 ocorrências relacionadas às chuvas que atingiram a cidade no início da tarde. Entre elas, estão 31 quedas de árvores, 10 quedas de galhos de árvores e uma árvore com risco de queda
https://diariocampineiro.com.br/chuva-derruba-arvores-pela-cidade-e-fecha-o-bosque-na-tarde-deste-sabado-4/
Árvore cai sobre carro, casal sofre ferimentos leves e agradece por filhos estarem em outro veículo em Campinas
Campinas continua em estado de observação para as chuvas
Ocorrências
O relatório da Defesa Civil de Campinas aponta que na quinta-feira, dia 2, houve 20 quedas de árvore e 6 quedas de galhos de árvores. As regiões mais atingidas foram a Leste e a Norte. As equipes de arborização do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) continuam nas ruas, em locais de quedas de árvores e galhos, para desobstruir as vias e recolher o que for preciso.
Lar dos Velhinhos mapeia árvores em risco e cobra resposta a pedido de providências enviado em outubro
A forte chuva que atingiu Campinas na tarde desta quinta-feira (2) provocou a queda de árvores e deixou várias ruas alagadas. Foram registrados 18.4 milímetros de volume na Estação Córrego Serafim e ventos de 33.54 km/h, segundo informações da Defesa Civil e do Cepagri (Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura), da Unicamp. Apesar dos transtornos, não há informações sobre feridos.
Bosque dos Jequitibás abrirá mais tarde nesta sexta para retirada de galhos caídos após as chuvas
Temporal em Campinas alaga vias, provoca queda de árvores e suspende vacinação em CS
O balanço da Defesa Civil apontou quedas de árvores no Parque Via Norte, rua Umberto Avenienti; Centro, rua Padre Vieira e rua Irmã Serafina; Jardim Brasil, duas na rua Frei Manoel da Ressurreição; Cambuí, rua Conceição; Botafogo, rua Culto à Ciência e rua Salustiano Penteado; Bonfim, rua Dr. Joaquim de Souza Campos Júnior e rua Emílio Henking, próximo a uma escola de educação infantil; e Novo Botafogo, rua Dr. Mascarenhas Neves.
E quedas de galhos no DIC 5, rua Laércio Leite de Godoy; Cambuí, rua Dr. Emílio Ribas; Chapadão, rua 14 Bis; e Vila Industrial, rua Prudente de Morais; e Centro, rua Marques de Três Rios. Leitores registraram também quedas de galhos nas ruas Espanha e Theodoro Langard, no Bonfim.
https://diariocampineiro.com.br/temporal-em-campinas-alaga-vias-provoca-queda-de-arvores-e-suspende-vacinacao-em-cs/
-Denúncias 2/1/25
VÍDEO: chuva derruba 23 árvores e causa alagamentos em Campinas
A chuva que atingiu Campinas (SP) na tarde de quinta-feira (2) danificou 31 árvores, sendo que 23 caíram e 9 tiveram galhos quebrados, e deixou diversas vias alagadas pela cidade. Na manhã desta sexta (3), as equipes da prefeitura realizavam a limpeza das ruas e remoção dos troncos.
Quedas de árvores
Ainda de acordo com a administração municipal, as quedas de árvores aconteceram:
- Seis no Cambuí, sendo 3 na São Pedro x Conceição; 1 na Américo Brasiliense; 1 na Severo Penteado; e 1 na Dr Emílio Ribas
Além disso, foram registradas quedas de galhos:
- no DIC 5, Rua Laércio Leite de Godoy;
- Cambuí, Rua Dr. Emílio Ribas;


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