Árvores-denúncias
Ano 2026
Página para denúncia de extrações, podas ou maus-tratos
às árvores de Campinas. Também dúvidas sobre
manejo,poda,plantio,etc...
Em 2026 incluímos vários outros temas do assunto árvores.
Somos do Movimento Resgate Cambuí e defendemos e cuidamos das árvores do Cambuí.Temos 4 inventários quali-quantitativo do bairro Cambuí.
Também somos conselheiros no COMDEMA , no CONGEAPA, CMDU e PCJ.
Essa página é sobre denúncias de extrações, podas ou mal tratos em árvores no Cambuí e também em outros locais.Abrange também notificações aos órgãos públicos de árvores em risco de quedas.
Solicitamos informações de cada uma dessas denúncias,através da Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo site da prefeitura.QUESTIONE,OPINE, USE SEU PODER DE CIDADÃO.
DENUNCIE no email : info@resgatecambui.org.br
Vejam também: PODAS DRÁSTICAS EM CAMPINAS!
https://blog.individuoacao.org.br/2022/06/podas-drasticas-em-campinas.html
Árvores-denúncias Ano 2022
https://blog.individuoacao.org.br/2022/02/arvores-denuncias-ano-2022.html
Árvores-denúncias Ano 2021
https://blog.individuoacao.org.br/2021/02/arvores-denuncias-ano-2021-pagina-para.html
Árvores-denúncias Ano 2023
https://blog.individuoacao.org.br/2023/01/arvores-denuncias-ano-2023-pagina-para.html
Árvores-denúncias Ano 2024
https://blog.individuoacao.org.br/2024/01/arvores-denuncias-ano-2024.html
Árvores-denúncias Ano 2025
Veja também:
-Denúncias 24/3/26
Árvores que deveriam ser protegidas em Campinas....
Solicitamos pela Lei de Acesso à informação nº 869/2025 :
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
Sobre a lei 8744/1996 que Declara imune de corte determinadas espécies de árvores no
Município de Campinas e dá outras providências. Solicito: 1-O
georeferenciamento de cada uma delas. 2-O laudo fitossanitário de cada uma
delas 3-O relatório de manutenção de cada uma delas desde 1996
Veio a resposta: https://drive.google.com/file/d/1uUeBjTcTOyGDi8fzKqSfHd-i0Jt2fHIG/view
Árvore de grande porte cai sobre clínica oftalmológica no Cambuí
Árvore cai, atinge carro, derruba poste e bloqueia rua no Taquaral, em Campinas
Uma árvore de grande porte caiu derrubando um poste, danificando um carro e bloqueando a Rua Thomas Alva Edison, no Taquaral, em Campinas (SP), na tarde desta segunda-feira (9).
A queda foi próxima da esquina com a Av. Nossa Senhora de Fátima. Apesar do susto, não há registro de feridos.
Quem trabalha próximo ao local disse que já havia reclamado com a prefeitura sobre as condições de árvores na região. "Morro de medo de cair em cima de onde eu trabalho", disse a comerciante Ana Maria do Carmo Dalben.
Prefeitura de SP terá de indenizar morador por queda de árvore sobre casa
O município tem o dever de cuidado do patrimônio urbanístico da cidade, o que inclui fiscalização constante sobre o envelhecimento e apodrecimento da vegetação urbana. Quando a falta de manutenção é comprovada, não se pode alegar chuvas fortes como excludente de responsabilidade para a queda de árvore.
Com base neste entendimento, a 11ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo manteve uma condenação do Município de São Paulo ao pagamento de reparação por danos materiais a um morador cuja propriedade foi atingida. O colegiado acolheu o recurso da prefeitura apenas para ajustar o índice de correção monetária, mas validou o pedido de indenização e confirmou a obrigação de retirada de uma segunda árvore.

Queda de árvore na rua da Consolação, em São Paulo, em janeiro de 2026
Depois da derrota em primeiro grau, a prefeitura recorreu ao tribunal alegando que a queda se deu por causa de uma chuva forte e anormal, o que configuraria motivo de força maior. A administração municipal também afirmou que o grande volume de pedidos no Portal SP 156 e o pequeno contingente de engenheiros agrônomos obrigam os técnicos a fazerem análises rápidas e superficiais.
Ao avaliar o recurso, o relator, desembargador Oscild de Lima Junior, rejeitou a tese de excludente de responsabilidade. O magistrado apontou que a perícia técnica, devidamente homologada, demonstrou fartamente que a árvore apresentava riscos que foram ignorados pela administração pública.
O desembargador observou que o próprio município admitiu a precariedade de suas vistorias preventivas ao culpar a alta demanda. “Ora, laudos feitos ‘a toque de caixa’ tendem a não ser precisos e porem em risco a vida dos cidadãos, já que as análises de risco de queda acabam sendo superficiais, conforme fartamente demonstrado no laudo pericial”, criticou.
O relator concluiu que os danos materiais foram devidamente detalhados e comprovados pelo autor. A única modificação feita na sentença foi a determinação de que a correção monetária e os juros de mora incidentes sobre a condenação passem a ser calculados exclusivamente pela taxa Selic, em cumprimento ao artigo 3º da Emenda Constitucional 113/2021.
Clique aqui para ler o acórdão
Apelação Cível 1087054-22.2023.8.26.0053
https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/02/doc_187570199.pdf
Chuva causa alagamentos e quedas de árvores em Campinas
A chuva que atingiu Campinas provocou alagamentos e quedas de ao menos 27 árvores e dois galhos, na tarde desta terça-feira (17), segundo informações da prefeitura e da Emdec.
A maior velocidade do vento registrada foi de 24,2 km/h às 16h10, com rajada de vento de 48,8 km/h às 18h30, ambas medições do Cepagri/Unicamp. Já o maior índice de chuva foi de 62,2 milímetros, em Barão Geraldo.
De acordo com a administração municipal, houve alagamentos no Kartódromo do Taquaral, deixando 21 carros submersos. Ninguém ficou ferido.
Entre os pontos com registro de queda total de árvores estão:
- Rua Maria Monteiro (Cambuí)
- Avenida Anchieta (Centro)
- Avenida Coronel Silva Teles (Cambuí)
- Rua Gustavo Ambrust (Nova Campinas)
- Rua Doutor Barbosa de Barros (Botafogo)
Pela lei de acesso à informação solicito o que segue:
O Correio Popular noticiou em 17/2/26 várias ocorrências do dia 16/2 com árvores no Cambuí (anexo1).
Também o SAMPI noticiou alguns endereços de quedas de árvores nessa data- https://sampi.net.br/campinas/noticias/2961833/campinas/2026/02/chuva-derruba-16-arvores-e-causa-transtornos-em-campinas
Solicito o que segue:
Baseado no artigo do SAMPI, solicito os endereços corretos e o nome das árvores que caíram em cada um dos endereços:
1-Rua Maria Monteiro
2-Avenida Coronel Silva Teles
3-Rua Gustavo Ambrust
Baseado no artigo do Correio Popular, solicito os endereços corretos e o nome das árvores e o tipo de ocorrência, em cada um dos endereços:
4-Rua Otavio Blaz (item 3 )
5-Rua Antonio Lapa (item 5)
6-Rua Edna Joselina Sarmiento (item 6)
7-Rua dr Emilio Ribas (item 12)
8-Av Julio de mesquita (item 16)
9-Rua Antonio lapa (item 22)
10-Rua Santos Dumont (item 23)
11-Rua Santa Cruz (item 24)
12-Av Julio de mesquita (item 29)
Pela lei de acesso á informação solicito o que segue:
Fotos no anexo demosntram que a Conecta hoje realizou podas na Praça Maria Luiza Pavan Buratto -Barão Geraldo.Pelo site a Conecta é responsável apenas pela iluminação pública -links: https://conectacampinas.net/ e https://conectacampinas.net/portal-da-transparencia/
Solicito:
1-Qual a especificação do serviço que a Conecta deve prestar para Campinas?
2-Documento autorizando a Coneta a realizar podas na cidade
Shopping Iguatemi corta 78 árvores sem autorização ambiental e recebe multa de R$ 125 mil da Prefeitura
A penalidade, fixada em 24.675 Unidades Fiscais de Campinas (UFIC), foi estabelecida em auto de infração da Secretaria Municipal do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade com base na legislação de proteção da arborização urbana e normas de licenciamento ambiental.
Para especialistas, a multa é pequena diante da dimensão da destruição ambiental. “A título de comparação, no município de São Paulo, essa mesma supressão seria de R$ 10.000,00 por exemplar, totalizando R$ 780.000,00. Visto a situação econômica do infrator e a tipologia do crime ambiental, a multa aplicada é irrisória”, explica o engenheiro florestal e agrônomo José Hamilton de Aguirre Júnior.
A assessoria de imprensa do Iguatemi Campinas divulgou, em nota, que foi notificado da decisão e informou que vai cumprir os termos da penalidade. “O Iguatemi Campinas esclarece que foi notificado da decisão e que irá atender os seus termos. O shopping reforça que segue comprometido com as normas ambientais vigentes”, diz o comunicado.
Tiago Lira, pesidente do Conselho de Meio Ambiente (Condema), explica que o corte das árvores faz parte de um processo mais amplo de ocupação da área por um condomínio de empresa ligada ao grupo Iguatemi. “Estamos falando de um impacto na bacia do Rio Anhumas, do Princesa D’Oeste, nas nascentes ali do Iguatemi. Isso é uma aberração”, critica. Lira também critica uma suposta conivência de setores da política e do empresariado com esse tipo de descaso com as regras ambientais. “Talvez seja mais conveniente para o empreendedor pagar uma multa e daí é fato consumado”, ironiza.
O Shopping Iguatemi ainda pode apresentar recurso administrativo no prazo de 20 dias a partir da publicação. Caso não o faça, o processo será encaminhado à Junta Administrativa de Valoração Ambiental, que pode decidir sobre medidas de reparação ou compensação pelos danos apurados
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
Sobre a lei 8744/1996 que Declara imune de corte determinadas espécies de árvores no Município de Campinas e dá outras providências.
Solicito:
1-O georeferenciamento de cada uma delas.
2-O laudo fitossanitário de cada uma delas
3-O relatório de manutenção de cada uma delas desde 1996
Resposta
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
1-O levantamento e inventário da MB com toda a documentação da árvore da rua José Vilagelin Júnior defronte ao número 203
No anexo 1 consta a arvore no levantamento da MB
Segundo a Emdec, o local foi sinalizado. Moradores relataram falta de energia elétrica em parte da via, mas o fornecimento já foi restabelecido.
De acordo com a Prefeitura, equipes de manutenção fazem a retirada da árvore neste momento, e os trabalhos devem seguir até o fim da tarde.
Onde estão as árvores 25/1/26
Apesar de ano mais seco, quedas de árvores dobram em Campinas
Um levantamento da Secretaria de Serviços Públicos de Campinas, a pedido do Grupo EP, mostra que o número de quedas de árvores na cidade praticamente dobrou no período de um ano.
Em 2024 haviam sido 280 casos. Já no ano passado, foram 547 ocorrências desse tipo, um aumento de mais de 95%.
A Maria Antonieta de Albuquerque mora no Jardim Chapadão, e reclama do transtorno com a queda de uma árvore na rua da casa dela, em dezembro.
“A árvore caiu, interditou a rua, atingiu a energia elétrica e nós ficamos o dia todo sem energia. Então aqui ficou bem tumultuado”, reclama.
Apesar disso, a quantidade de chuvas, fator frequentemente apontado como motivo para o tombamento das plantas, foi menor em 2025.
O Cepagri (Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura), da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), mostra que Campinas registrou 1.094,8 milímetros de precipitações, índice cerca de 10% menor do que o registrado há dois anos, quando foram 1.218,9 milímetros.
O secretário de Serviços Públicos de Campinas, Ernesto Paulella, garante que o número de equipes dedicadas ao serviço praticamente dobrou de um ano para o outro.
Ele reconhece a extensão da fila de pedidos, mas aponta os fenômenos climáticos extremos como uma causa potencial para o crescimento no número de quedas de árvores.
“Depende muito da distribuição [da chuva] ou se choveu muito em pouco tempo, e também associado à questão de correntes de ar. De 2023 para cá, nós basicamente dobramos o número de equipes. Tínhamos sete e hoje temos 15 equipes trabalhando na manutenção e no manejo, mais as equipes técnicas, que eram quatro técnicos e hoje são 10 técnicos. Em períodos menos tempestivos nós temos menos demandas. Elas aumentam em períodos muito chuvosos, com muitas tempestades”, avalia.
Paulella reforça que qualquer tipo de intervenção em árvores deve ser feito com a orientação da Secretaria de Serviços Públicos de Campinas.
“Isso não quer dizer que a Prefeitura vai sacrificar essa árvore. Muitas vezes, nem que precise de poda essa árvore. Tudo isso é verificado pelo técnico no momento da vistoria. Esse tempo pode demorar até 90 dias no caso de podas de árvores, a realização da poda. No caso de vistorias para a remoção de árvores, esse período é bem menor”, afirma o titular de Serviços Públicos de Campinas.
De acordo com a Emdec, a árvore causou o bloqueio total da via, mas o local já foi sinalizado e foi feito um desvio alternativo na rua.
A Prefeitura informou que uma equipe de Serviços Públicos está sendo direcionada ao endereço para fazer a desobstrução da rua com a destinação correta da árvore.
A previsão é que o serviço inicie por volta das 7h30.
Pela lei de acesso a informação solicito o que segue:
1-O levantamento e inventário com toda a documentação feito pela MB da árvore da rua Emilio Ribas 891- ver anexos 1 e 2
2-A árvore foi extraída dia 9/1/26 (anexo 3), solicito o laudo e a autorização de extração.
Resposta:
Um caminhão tinha destruido a árvore, plantaram outra.
https://drive.google.com/file/d/1RsE9_st9a0P1UQEWsIzDtX6FpJj6_FiS/view?usp=sharing

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