Sugestão tinha sido feita pelo relator da comissão, mas não foi acolhida pela maioria dos integrantes
RICARDO BRITO - Agência Estado
11 de junho de 2012
BRASÍLIA - A comissão de juristas do Senado que discute mudanças ao Código Penal decidiu nesta segunda-feira, 11, não incluir a corrupção praticada contra a administração pública na lista de crimes considerados hediondos. A sugestão havia sido feita pelo relator, o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, mas não foi acolhida pela maioria dos integrantes da comissão.
O colegiado, contudo, aprovou o acréscimo de sete delitos ao atual rol de crimes hediondos: redução análoga à escravidão, tortura, terrorismo, financiamento ao tráfico de drogas, tráfico de pessoas, crimes contra a humanidade e racismo.
Atualmente, são considerados hediondos os crimes de homicídio qualificado, latrocínio, tortura, terrorismo, extorsão qualificada pela morte, extorsão mediante sequestro, estupro e estupro de vulnerável, epidemia com resultado de morte, falsificação de medicamentos e tráfico de drogas.
A Lei dos Crimes Hediondos foi editada em 1990, no governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, como resposta a uma onda de violência em resposta à violência no estado do Rio de Janeiro. Na prática, os juristas propuseram incorporar ao Código Penal as mudanças da lei.
Os crimes hediondos são considerados inafiançáveis e não suscetíveis de serem perdoados pela Justiça. Eles têm regimes de cumprimento de pena mais rigoroso que os demais crimes, como um tempo maior para os condenados terem direito a passarem do regime fechado para o semiaberto, por exemplo. Atualmente é de dois quintos da pena para não reincidente e, com a proposta aprovada, seria de metade - para os reincidentes, o prazo seria o mesmo, de três quintos. A prisão temporária é de 30 dias, prorrogáveis por igual período, prazo maior do que nos demais crimes.
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terça-feira, 19 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Incansáveis plantadores em ação no próximo domingo
Bom dia a todos
No próximo domingo dia 17/6/12 teremos um novo mutirão para plantio de mais 15 árvores no Cambuí.
Horário 9:00 hs
Local de encontro: Rua Coronel Quirino 1592.
Dúvidas ou informações:
Tereza Penteado - 32517280
José Hamilton - 91223426
Todos estão convidados e podem trabalhar, olhar, apoiar, ajudar...etc...
Provavelmente o plantio vai durar o dia todo, mas as pessoas podem chegar e sair a hora que quiserem. É só ligar para ver onde estaremos.
Estarão presentes crianças do Instituto Padre Haroldo, tragam seus filhos.
Seguem 3 vídeos curtos com o José Hamilton ensinando as crianças a plantar.
Agradecemos aos incansáveis plantadores, já estamos fazendo a diferença.
Movimento Resgate o Cambuí
Tereza e grupo
Projeto Cambuí verde-3 http://www.youtube.com/watch?v=6TkTj57Kq-g&feature=relmfu
Projeto Cambuí verde-4 http://www.youtube.com/watch?v=5Mg_v9wJ5I0&feature=relmfu
Projeto Cambuí verde-5 http://www.youtube.com/watch?v=AwASppNsFbI&feature=relmfu
Publicado em 17/03/2012 por resgatecambui
Campinas(SP) - Bairro Cambuí (11/3/12)
Ultrapassamos a marca das 200 mudas plantadas e cuidadas no Cambuí.
São quase 5 anos de compromisso assumido e cumprido pelo Movimento Resgate o Cambuí-Sociedade civil organizada.
Nesse tempo todo, temos tentado, por meio do plantio planejado tecnicamente e pelo envolvimento dos cidadãos buscar a transformação da triste realidade de nossas árvores e da perda acentuada da qualidade de vida em Campinas.
Hoje, vemos as primeiras mudas, quase árvores com 4 metros de altura, verdes e seus canteiros diferenciados, chamando a atenção e incentivando à reflexão das pessoas do que pode ser mudado para melhorar a vida das árvores e consequentemente a própria vida da sociedade.
Algumas ruas estão transformadas como a Vieira Bueno e a Santos Dumont. Já estamos tendo sombra e os pássaros, mesmo com a manutenção dos cortes e podas por toda Campinas, possuem novas árvores para os abrigar.
Nesse plantio, contamos com a participação de jovens dos programas do Padre Haroldo, e da sempre presente participação da sociedade em geral.
As espécies que já foram plantadas nesse projeto são: Ipês: roxo, branco e amarelo, pau brasil, sibipiruna, tipuana, mirindiba rosa, resedá gigante, dedaleiro, magnólia amarela, oiti, jacaranda mimoso e cabreúva vermelha (Cambuí e Baobá em um plantio Comemorativo na Praça dos Municípios). Neste plantio estaremos acrescentado novas espécies de grande importância, para aumentar a diversidade nas ruas do bairro.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Empreendimento embargado por tempo indeterminado-Vila Abaeté
Novamente Vila Abaeté, no Bairro
Pedra Branca em Campinas (SP).Desta vez teve as obras embargadas por tempo
indeterminado.
A Associação local também entrou
ação no Ministério Público , ainda não recebemos cópia.
Segue vasto material com datas e
fotos.
Confira material no link abaixo:
http://www.slideshare.net/ResgateCambui/vila-abaet-blog
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Invenção brasileira, ‘lâmpada de garrafa pet’ é usada na África e na Ásia
08 / 06 / 2012
Foi em 2001, com a notícia do risco de um apagão, que o mecânico mineiro Alfredo Moser teve a ideia: usar garrafas pet cheias d’água para iluminar cômodos escuros durante o dia, sem usar energia elétrica.
Cada garrafa é encaixada num buraco no telhado, fazendo com que os raios do sol se refracionem e se espalhem no ambiente. O resultado é uma iluminação equivalente a uma lâmpada com potência entre entre 40 e 60 watts.
Simples e barata, a ideia ultrapassou os limites de Uberaba, cidade onde foi inventada, e ganhou o mundo, chegando à África e à Ásia. A ONU estima que um quinto da população mundial ainda viva sem eletricidade.
Como surgiu – Em 1975, Moser trabalhava como mecânico em uma empresa de telecomunicações em Brasília e ficou assustado com a notícia da queda de um avião.
“A gente ficava se questionando se acontecesse com a gente, como daríamos sinal para o resgate. Nosso chefe, na época, disse para colocar água num vidro e colocar na direção do sol. O calor colocaria fogo no capim, fazendo sinal”, relembrou.
Com essa “lente improvisada” na cabeça, o mecânico teve a chance de usar a dica na prática, mais de duas décadas depois, quando surgiu o risco de um apagão no Brasil.
“Fiquei apavorado com aquela notícia. Daí resolvi usar minha ideia, mas com garrafas de plástico. Adicionei água limpa, duas tampinhas de água sanitária, peguei um pedaço de filme de máquina fotográfica para proteger a tampinha da garrafa do sol, coloquei no telhado, e pronto”, disse.
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Foi em 2001, com a notícia do risco de um apagão, que o mecânico mineiro Alfredo Moser teve a ideia: usar garrafas pet cheias d’água para iluminar cômodos escuros durante o dia, sem usar energia elétrica.
Cada garrafa é encaixada num buraco no telhado, fazendo com que os raios do sol se refracionem e se espalhem no ambiente. O resultado é uma iluminação equivalente a uma lâmpada com potência entre entre 40 e 60 watts.
Simples e barata, a ideia ultrapassou os limites de Uberaba, cidade onde foi inventada, e ganhou o mundo, chegando à África e à Ásia. A ONU estima que um quinto da população mundial ainda viva sem eletricidade.
Como surgiu – Em 1975, Moser trabalhava como mecânico em uma empresa de telecomunicações em Brasília e ficou assustado com a notícia da queda de um avião.
“A gente ficava se questionando se acontecesse com a gente, como daríamos sinal para o resgate. Nosso chefe, na época, disse para colocar água num vidro e colocar na direção do sol. O calor colocaria fogo no capim, fazendo sinal”, relembrou.
Com essa “lente improvisada” na cabeça, o mecânico teve a chance de usar a dica na prática, mais de duas décadas depois, quando surgiu o risco de um apagão no Brasil.
“Fiquei apavorado com aquela notícia. Daí resolvi usar minha ideia, mas com garrafas de plástico. Adicionei água limpa, duas tampinhas de água sanitária, peguei um pedaço de filme de máquina fotográfica para proteger a tampinha da garrafa do sol, coloquei no telhado, e pronto”, disse.
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Paisagem do Ártico sofre alteração com temperatura maior, diz estudo
05 / 06 / 2012
Cientistas da Finlândia e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, verificaram que nos últimos 30 e 40 anos aumentou a ocupação de plantas e arbustos na região da tundra Ártica devido às temperaturas mais altas na região.
A modificação da paisagem, que fica próxima ao Polo Norte, já seria resultado da mudança climática global aponta estudo publicado neste domingo (3) na revista “Nature Climate Change”.
A tundra abrange uma área entre a Escandinávia, Sibéria, Alasca, Groenlândia e Canadá. Recebe pouca luz e pouca chuva, apresentando um clima polar, frio e seco. Por conta disso, o solo permanece gelado e coberto de neve durante a maior parte do ano, a vegetação é rasteira e não possui árvores. Até agora.
Os pesquisadores analisaram uma área de 100 mil km², utilizando imagens de satélitem trabalho de campo e observações trazidas por pastores de renas. Com isso, encontraram salgueiros e algumas plantas do gênero alnus que cresceram e atingiram mais de dois metros de altura nas últimas quatro décadas. Essa vegetação ocuparia até 15% do bioma.
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Cientistas da Finlândia e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, verificaram que nos últimos 30 e 40 anos aumentou a ocupação de plantas e arbustos na região da tundra Ártica devido às temperaturas mais altas na região.
A modificação da paisagem, que fica próxima ao Polo Norte, já seria resultado da mudança climática global aponta estudo publicado neste domingo (3) na revista “Nature Climate Change”.
A tundra abrange uma área entre a Escandinávia, Sibéria, Alasca, Groenlândia e Canadá. Recebe pouca luz e pouca chuva, apresentando um clima polar, frio e seco. Por conta disso, o solo permanece gelado e coberto de neve durante a maior parte do ano, a vegetação é rasteira e não possui árvores. Até agora.
Os pesquisadores analisaram uma área de 100 mil km², utilizando imagens de satélitem trabalho de campo e observações trazidas por pastores de renas. Com isso, encontraram salgueiros e algumas plantas do gênero alnus que cresceram e atingiram mais de dois metros de altura nas últimas quatro décadas. Essa vegetação ocuparia até 15% do bioma.
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Água gera eletricidade para a Mongólia
Phillipp Bilsky
03 de Junho de 2012
A Mongólia precisa de cada vez mais energia para abastecer seus 2,7 milhões de habitantes. Um terço deles ainda vive como nômade e muitos utilizam a energia solar para fazer funcionar suas lâmpadas e rádios. Mas, na maioria das pequenas cidades do país, a eletricidade é produzida por meio de geradores a diesel, que são caros e poluentes. A força hídrica, cada vez mais usada na província de Zavkhan, pode mudar isso.
Objetivo do projeto: Fornecer eletricidade para 5 mil pessoas em 1200 domicílios
Forma de energia: Hidrelétrica híbrida
Volume de investimentos: 760 mil euros
Redução de emissões de CO2: 525 toneladas por ano
Um filme de Phillipp Bilsky
Esse conteúdo é publicado em uma parceria de ((o))eco com a Deutsche Welle, emissora pública alemã
Assista o vídeo aqui
03 de Junho de 2012
A Mongólia precisa de cada vez mais energia para abastecer seus 2,7 milhões de habitantes. Um terço deles ainda vive como nômade e muitos utilizam a energia solar para fazer funcionar suas lâmpadas e rádios. Mas, na maioria das pequenas cidades do país, a eletricidade é produzida por meio de geradores a diesel, que são caros e poluentes. A força hídrica, cada vez mais usada na província de Zavkhan, pode mudar isso.
Objetivo do projeto: Fornecer eletricidade para 5 mil pessoas em 1200 domicílios
Forma de energia: Hidrelétrica híbrida
Volume de investimentos: 760 mil euros
Redução de emissões de CO2: 525 toneladas por ano
Um filme de Phillipp Bilsky
Esse conteúdo é publicado em uma parceria de ((o))eco com a Deutsche Welle, emissora pública alemã
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São Paulo vai morrer
Escrito por João Whitaker
26 de Maio de 2012
As cidades também morrem. Há meio século, o lema de São Paulo era “a cidade não pode parar”. Hoje, nosso slogan deveria ser “São Paulo não pode morrer”. Porém, parece que fazemos todo o possível para apressar uma morte anunciada. Pior, o que acontece em São Paulo tornou-se infelizmente um modelo de urbanismo que se reproduz país afora. A seguir esse padrão de urbanização, em médio prazo estaremos frente a um verdadeiro genocídio das cidades brasileiras.
Enquanto muitas cidades no mundo apostam no fim do automóvel, por seu impacto ambiental baseado no individualismo, e reinvestem no transporte público, mais racional e menos impactante, São Paulo continua a promover o privilégio exclusivo dos carros. Ao fazer novas faixas para engarrafar mais gente na Marginal Tietê, com um dinheiro que daria para dez quilômetros de metrô, beneficia os 30% que viajam de automóvel todo dia, enquanto os outros 70% se apertam em ônibus, trens e metrôs superlotados. Quando não optam por andar a pé ou de bicicleta, e freqüentemente demais morrem atropelados. Uma cidade não pode permitir isso, e nem que cerca de três motociclistas morram por dia porque ela não consegue gerenciar um sistema que recebe diariamente 800 novos carros.
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26 de Maio de 2012
As cidades também morrem. Há meio século, o lema de São Paulo era “a cidade não pode parar”. Hoje, nosso slogan deveria ser “São Paulo não pode morrer”. Porém, parece que fazemos todo o possível para apressar uma morte anunciada. Pior, o que acontece em São Paulo tornou-se infelizmente um modelo de urbanismo que se reproduz país afora. A seguir esse padrão de urbanização, em médio prazo estaremos frente a um verdadeiro genocídio das cidades brasileiras.
Enquanto muitas cidades no mundo apostam no fim do automóvel, por seu impacto ambiental baseado no individualismo, e reinvestem no transporte público, mais racional e menos impactante, São Paulo continua a promover o privilégio exclusivo dos carros. Ao fazer novas faixas para engarrafar mais gente na Marginal Tietê, com um dinheiro que daria para dez quilômetros de metrô, beneficia os 30% que viajam de automóvel todo dia, enquanto os outros 70% se apertam em ônibus, trens e metrôs superlotados. Quando não optam por andar a pé ou de bicicleta, e freqüentemente demais morrem atropelados. Uma cidade não pode permitir isso, e nem que cerca de três motociclistas morram por dia porque ela não consegue gerenciar um sistema que recebe diariamente 800 novos carros.
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