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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Povos do mundo exigem sementes livres! Relatório cívico global sobre o estado das sementes é lançado hoje


02 outubro 2012

seedfreedom

NOVA DELHI, LISBOA, 2 de Outubro 2012: O relatório cívico global sobre a liberdade da semente, uma publicação colectiva de mais de cem organizações, especialistas, activistas, agricultores, agricultoras e movimentos de base de todo o mundo, é lançado hoje pela rede de guardiões e guardiãs de sementes Navdanya, durante o festival Bhoomi 2012, que celebra a soberania da semente e a feminilidade. O relatório marca o arranque da campanha global para a liberdade da semente (1) que visa pôr fim às patentes sobre as sementes e denunciar as leis de sementes que impedem agricultores e agricultoras de guardar e trocar as suas variedades locais. A primeira iniciativa massiva da campanha, a Quinzena de Acção pelas Sementes Livres (2), vai ser assinalada com eventos e acções em todos os pontos do globo, incluindo Portugal.

O relatório global faz a ligação entre a concentração e as restrições no sector global das sementes (3) e os actuais regimes de direitos de propriedade intelectual (4) e a conivência corporativa. Ao mesmo tempo retrata os movimentos em defesa da liberdade das sementes em todos os continentes, apresentando a perspectiva local da produção e utilização de sementes: a importância cultural do milho na região dos Andes, os esforços das agricultoras na Índia de preservar as suas sementes tradicionais e o sistema tradicional de preservação de sementes em África. O relatório recebeu os contributos de personalidades conhecidas do sector das sementes tradicionais e da soberania alimentar, entre elas Vandana Shiva, física, activista, fundadora da Navdanya e porta-voz do movimento para a Liberdade da Semente.

Segundo Vandana Shiva, ““As patentes sobre as sementes não têm justificação ética nem ecológica, pois são direitos exclusivos concedidos a uma invenção. A semente não é uma invenção. A semente incorpora a nossa diversidade bio-cultural, o resultado de milhões de anos de evolução biológica e cultural no passado, e a promessa de milénios no futuro.”

A partir de hoje, 2 de Outubro e aniversário de Gandhi, até dia 16 de Outubro, Dia Mundial da Alimentação, será celebrada a Quinzena de Acção pelas Sementes Livres, com eventos e acções de protesto, partilha e celebração da liberdade da semente por todo o mundo. Em Portugal, a Campanha pelas Sementes Livres (5) apelou à organização de eventos locais, desde trocas de sementes e conhecimentos tradicionais e oficinas de preservação de sementes de variedades tradicionais, passando por trabalho comunitário em hortas, debates sobre o estado crítico da semente e sementeiras livres, até encontros de defensores de sementes e a declaração de zonas de sementes livres (6).

Na declaração do movimento cívico para a liberdade da semente (7) é assumido o compromisso sólido de “defender a liberdade da semente enquanto liberdade de evolução das diversas espécies, enquanto liberdade das comunidades humanas de reclamar as sementes como um bem comum”. Para este efeito, defensores e defensoras, guardiões e guardiãs das sementes por todo o mundo continuarão a guardar as suas sementes e a criar bancos comunitários de sementes tradicionais. Juntos empenhar-se-ão em pôr fim às patentes sobre a vida que encarecem e empobrecem a comida, às sementes geneticamente modificadas que contaminam os  campos e às leis injustas que entregam o controlo da cadeia alimentar a uma dúzia de corporações e governos. Juntos retomarão as sementes livres.

Esta matéria está no site Gaia

Informações sobre a audiência pública Trem-Bala (TAV)

















-Vídeos audiência




-Anexos
1b- Audiência pública Campinas 103/2009 data 15/1/10
http://www.slideshare.net/ResgateCambui/1b-14801378


2b- Edital de concessão nº( ) 2012
http://www.slideshare.net/ResgateCambui/2b-14801483
               

3b-Aviso de audiência pública nº 126/2012
http://www.slideshare.net/ResgateCambui/3b-14801399





-Notícia Band



Sexta-feira, 21 de setembro de 2012 - 17h16
Governo dá versões diferentes sobre TAV
Do Metro


Em visita na quinta-feira a Campinas, dois representantes do governo – o gerente-executivo da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e o presidente da EPL (Empresa de Planejamento e Logística) – deram versões diferentes sobre o projeto do TAV (Trem de Alta Velocidade).
No período da manhã, Roberto Dias David, da ANTT, disse que o governo espera ter o primeiro trecho do TAV em operação até 2016. A informação foi dada durante audiência pública para discutir o edital da concorrência da implantação do trem-bala que vai ligar Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro. Apesar de o trecho entre Campinas e São José dos
Campos ter a maior demanda de passageiros, o mais rentável seria o entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Já à noite, Bernardo Figueiredo, o diretor presidente da EPL, disse que o projeto será executado de uma vez. “Dá para fazer por trecho, mas nós não queremos fazer assim. O objetivo é construir conjuntamente”, disse. Figueiredo ainda afirmou que, dessa forma, a expectativa é de iniciar as operações do TAV em 2018.
Sobre o compartilhamento dos trilhos entre TAV e Trem Metropolitano, Figueiredo disse que o protocolo de intenções entre Estado e União prevê um projeto articulado. “As exigências dos dois trens são distintas, por isso não vamos compartilhar os trilhos, vamos compartilhar estações. Será uma integração das modalidades.”
As minutas do edital e contrato estão previstas para saírem em 31 de outubro. O leilão está marcado para 29 de maio de 2013. As sugestões servirão para finalizar o edital de licitação.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ativistas estão preocupados com a quantidade de plástico no Oceano Antártico

27 / 09 / 2012

Uma expedição ao Oceano Antártico detectou um nível preocupante de acúmulo de plástico que polui o ambiente da região. Ativistas encontraram mais de 40 mil fragmentos de plástico por quilômetro quadrado de mar. Segundo os ambientalistas, o resíduo não é biodegradável e deve permanecer no mar por anos.

De acordo com os estudos dos ambientalistas, o plástico vai entrar na cadeia de comida da fauna marinha. Os cientistas também identificaram 1,5 milhão de espécies de micro-organismos – número muito superior ao que se conhecia anteriormente.

A expedição foi realizada pelo navio Tara, que é financiado pela estilista francesa Agnes Trouble. (Fonte: Agência Brasil)

Matéria do site ambiente brasil
















Fatos e documentos caso Sanasa


-Recebemos e repassamos email de questionamento e resposta da jornalista Laura Magalhães para o poder judiciário onde esta sendo  julgado  o caso.
Veja abaixo os emails e no anexo o documento do Poder judiciário onde o horário é 11h00 conforme afirma a jornalista e não 13h30 como chega na resposta.
Muitas outras pessoas também se manifestaram sobre o assunto, por esse motivo estamos enviando esses esclarecimentos.


-Também recebemos um link, que está na internet:

 PODER JUDICIÁRIO SÃOPAULO
FÓRUM DE CAMPINAS
Juízo de Direito da 3ª. Vara Criminal
Comarca de Campinas
Rua Francisco Xavier de Arruda Camargo, nº 300, Bloco D, sala 38, Jd. Santana,
Campinas/SP, CEP 13088-901, fones 3756-3719
www.campinas3cr@tj.sp.gov.br

C O N C L U S Ã O
Aos 09 de junho de 2011, aço estes autos conclusos ao MM. Juiz de ireito da 3ª Vara Criminal de Campinas/SP, DR. NELSON AUGUSTO BERNARDES DE SOUZA
Autos 103/11



-Matéria Jornal Todo Dia - 14/9/12
Justiça encerra a fase de depoimentos em Campinas



Movimento Resgate o Cambuí
Depto de comunicação
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---------- Forwarded message ----------
From: Laura Magalhaes
Date: 2012/9/14
Subject: Re: Julgamento caso Sanasa
To: CAMPINAS -

Anexo copia do material de divulgação da audiência Dr Nelson Augusto Bernardes de Souza, com o horário de 11h00 e não 13h30 como está sendo alegado (http://www.slideshare.net/ResgateCambui/audincia-13-9121)
Gostaria  de saber qual intuito da resposta  de ter sido um mal entendido pois não foi isso que ocorreu.
Vamos divulgar  , para que isso não volte a ocorrer.
Att
Laura Magalhães
Jornalista independente

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2012/9/14 CAMPINAS


Acredito que houve um mal entendido por parte das pessoas que estiveram aqui no momento em que houve a comunicação  da nova data da audiência. Desde o primeiro momento ficou redesignada a audiência para o dia 13.09.12 às 13h30, conforme despacho proferido pelo magistrado. Tanto é que todas as partes, advogados, réus e testemunhas, compareceram no horário previamente marcado.
Não houve mudança em cima da hora. Sentimos muito pelo desconforto.
(resposta para Laura)




De: Laura Magalhaes
Enviado: quinta-feira, 13 de setembro de 2012 11:14
Para: CAMPINAS

Assunto: Julgamento caso Sanasa
No dia 31/8/12 compareci juntamente com outros cidadãos ao julgamento do caso Sanasa,em Campinas.
Por falta de local , foi marcada a data de 13/9/12 e horario 11:00 hs.
Hoje ligamos para confirmar o horario e ele mudou para às 13:30 hs.
Fica aqui a indignação de uma cidadã, que faz parte de mais de 1 milhão de pessoas lesadas por essa quadrilha que esta sendo julgada e que é tratada com desrespeito pelo tribunal.
Se foi marcado um horario naquela data, ele teria que ser respeitado.
Pergunto: os réus foram avisados com antecedência e a população não???
Att
Laura Magalhães
jornalista independente

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Os apagões de Dilma

O Estado de S.Paulo

Da promessa várias vezes repetida pela então responsável pelo setor de energia do governo Lula e depois candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, de que, com ela no governo, não haveria mais apagões, só ficou a lembrança. Interrupções do fornecimento de energia elétrica continuam a ocorrer com frequência, afetando diferentes regiões do País e causando transtornos a milhões de brasileiros, comprovando a fragilidade do sistema elétrico administrado pelo governo Dilma.

O apagão mais recente ocorreu entre a noite de quarta-feira (3/10) e a madrugada seguinte, quando parte das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e os Estados do Acre e de Rondônia ficaram sem energia. Ao tentar minimizar o episódio, considerando-o apenas um "apaguinho" e tentando justificá-lo com a afirmação de que "defeitos acontecem", o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Hermes Chipp, desfez parte das esperanças do consumidor brasileiro de que, a partir de investigações precisas, afinal, o governo reduza o risco de repetição de fatos como esse - e a presidente comece a cumprir o que prometeu.

Enquanto o ONS ainda se preparava para iniciar as investigações do apagão de quarta-feira, na tarde de quinta-feira (4/10), a região central de Brasília ficou sem energia elétrica.

O apagão - pois foi disto que se tratou - de quarta-feira teve como causa uma pane num dos transformadores de uma subestação administrada pela estatal Furnas em Foz do Iguaçu, que provocou a retirada do sistema interligado, administrado pelo ONS, de uma carga de 3,5 mil megawatts originária da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Imediatamente, as companhias distribuidoras foram orientadas a suspender a distribuição de energia elétrica.

Embora a suspensão tenha sido seletiva, como esclareceu o ONS, uma extensa área do País ficou temporariamente sem energia. No Estado de São Paulo, 24 municípios, entre os quais a capital (parcialmente) e 7 outras cidades da Grande São Paulo, ficaram às escuras por um período que variou de 2 a 5 minutos. Só na região metropolitana, foram afetados 695 mil consumidores. Em outros Estados, a interrupção foi mais longa.

"Embora (a estatal Furnas) faça manutenção, esses defeitos acontecem", disse Chipp. Ele duvida que seja imposta alguma multa ou punição à empresa responsável pelo corte de fornecimento, pois não acredita que tenha havido negligência nesse caso. "As empresas estão fazendo a manutenção dos equipamentos regularmente. A probabilidade de o problema ocorrer novamente é muito remota."

Pode, de fato, ser pouco provável a repetição desse problema, na mesma subestação, com os mesmos efeitos observados há dias. Mas, por outros motivos, outros problemas têm surgido, interrompendo o fornecimento de energia em diversos pontos do País, em períodos diferentes ou simultaneamente.

Nenhum sistema elétrico é imune a falhas. É praticamente impossível eliminar o risco de acidentes que provoquem a interrupção do fornecimento de energia. A redução do risco para níveis próximos de zero, por sua vez, exigiria investimentos pesados que, na avaliação dos técnicos, não compensariam. Mas o sistema brasileiro - bem ao contrário do prometido por Dilma - está longe da segurança possível, pois, nos últimos anos, acidentes continuaram a ocorrer com frequência bem maior do que a tolerável.

Em 2009, por exemplo, 60 milhões de brasileiros em 18 Estados ficaram sem energia elétrica por até seis horas, por causa da interrupção de três linhas de alta-tensão que vinham da Usina de Itaipu, provocada por problemas na subestação de Itaberá, no Estado de São Paulo.

Para especialistas do setor, 2011 foi o ano em que se registrou o recorde de interrupções de fornecimento de energia. Em fevereiro de 2011, um blecaute provocado por falha no sistema de proteção de uma subestação em Pernambuco deixou oito Estados do Nordeste sem luz.

Há poucas semanas, novo apagão, provocado por falhas do sistema de proteção de outra subestação, em Imperatriz, no Maranhão, afetou 11 Estados do Norte e do Nordeste.

Matéria encontra-se no site do Estadão


..o máximo de corrupção deve corresponder ao máximo de segredo..


http://www.revistas.unifacs.br/index.php/redu/article/view/1375/1062

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Tirando Campinas, as demais cidades da RMC já definiram quem serão seus representantes nos poderes Legislativo e Executivo

O resultado das urnas é soberano e representa a vontade das populações destas cidades. O eleitor, que cumpriu a tarefa de votar, fez valer sua vontade.

Mas a obrigação de cidadão não termina com o voto digitado na urna. A partir de agora, é preciso ficar de olho no comportamento dos eleitos, tendo ou não optado por eles. A formação das equipes nas prefeituras e Câmaras começa agora. O eleitor não pode se descuidar. Qualquer desvio dos escolhidos deve ser motivo de cobrança e de denúncias, se for o caso.

É preciso ficar de olho em práticas como o nepotismo, que embora proibido por lei ainda resiste, principalmente na forma cruzada. A escolha de auxiliares pode mostrar se a intenção do eleito está de acordo com aquela que prometeu durante a campanha. E o eleitor tem todo o direito de apontar aquilo que não está de acordo com o “combinado”. Cabe à população fiscalizar aqueles que governam, pois foi ela que deu a eles o direito de ocupar os cargos.

Seria interessante, por exemplo, que os novos escolhidos determinassem uma ampla revisão do que foi feito na administração anterior, para detectar a existência de possíveis fraudes. Mesmo as administrações que conseguiram se manter no poder precisam ser cobradas. Já passou da hora da população governar junto com os administradores. Afinal, ela é a mais interessada.

http://portal.tododia.uol.com.br/?TodoDia=editorial&Materia=