sexta-feira, 29 de junho de 2012

Ativista italiano defende valorização do trabalho no campo como forma de tornar sistema alimentar sustentável

27 / 06 / 2012

Consumo justo, valorização da produção local e do trabalho com a terra foram os temas centrais da palestra do ativista italiano Carlo Petrini, fundador e presidente do movimento Slow Food, na terça-feira (26), no Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ).

Petrini teceu críticas ao atual sistema agrícola, que, segundo ele, privilegia a produção extensiva e o monocultivo, além da mercantilização da terra e da desvalorização do trabalho do agricultor.

Para o ativista, o sistema alimentar global não é sustentável. E não o é pelos seguintes motivos: a fertilidade dos solos está se exaurindo devido o uso de muitos produtos químicos; o homem está usando mal a água, que já começa a faltar e será a causa dos conflitos vindouros; não se paga bem aos agricultores; a Terra está perdendo a biodiversidade, com a extinção de espécies animais e vegetais.

De acordo com Petrini, nos últimos dois séculos, extinguiu-se algo em torno de 55% das espécies animais e vegetais. Além disso, o ativista apontou como problema o imenso desperdício de alimentos. “[Esse sistema é] uma folia alimentar, uma loucura, um sistema em que se perde cada vez mais alimentos”.

Há, para o italiano, três formas de mudar e sair deste ambiente de crise: reduzir o desperdício, aproveitando melhor a integralidade dos alimentos; retornar à terra, valorizando o agricultor e seu papel, por meio, inclusive, do comércio justo; além de investir em educação e informação.

Petrini enfatizou a necessidade de mudar a mentalidade a respeito do papel do agricultor, mantendo-o no campo e também atraindo os jovens para o trabalho rural. Ele, no entanto, explica que não se trata de ter uma visão antiga, de retrocesso. “Não tenho uma visão romântica do mundo antigo. Lá, se passava fome. Mas é preciso uma nova agricultura, que respeite a comunidade e a terra, usando as boas vantagens da tecnologia. É uma economia de pequena escala, mas inteligente”, observa.

Apesar de considerar que o mundo está em um “momento histórico em que podemos ter uma nova política”, o ativista também criticou eventos como a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

O movimento Slow Food tem ativistas em diversos pontos do Brasil, atuando em parcerias com o governo federal e comunidades, organizações não governamentais e governos locais. Na página do grupo na internet, há um guia de iniciativas de alimentação que valorizam a culinária local e classificam a alimentação como um processo integrado e holístico. (Fonte: Guilherme Jeronymo/ Agência Brasil)

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Governo do Amazonas libera uso de mercúrio no garimpo


26 de junho de 2012

Simples assim. Ingenuidade nossa achar que vivenciar uma tal de Rio+20 poderia mudar a postura governamental.


Governo do Amazonas libera uso de mercúrio no garimpo
O governo do Amazonas regulamentou a licença ambiental para o garimpo, liberando o uso de mercúrio na separação do ouro de outros materiais.
A utilização do metal é polêmica, porque polui rios e contamina peixes e seres humanos, podendo provocar intoxicação e lesões no sistema nervoso. Há 20 anos, ecologistas pediram a proibição do uso do mercúrio na Carta da Terra da Eco-92.
O DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), o Ibama e ONGs — que participaram das discussões para elaboração da norma — criticam pontos da regulamentação.

CONDIÇÕES

Já os garimpeiros do rio Madeira aguardavam a publicação da licença no "Diário Oficial", que ocorreu nesta segunda (18), para retomar a exploração de ouro, interrompida no fim de 2011 após suspensão de uma regra anterior do governo do Amazonas.
O uso do mercúrio passará a ser permitido com algumas condições. Será preciso comprovar origem da compra, utilizar equipamento (cadinho) para recuperação do metal, transportar resíduos para depósitos autorizados, recuperar áreas degradadas e apresentar um estudo de impacto ambiental, o EIA/Rima.
O governo do Amazonas diz que o "boom" no mercado de ouro e a necessidade de combater os garimpos ilegais no rio Madeira, que prejudicavam a passagem dos comboios de soja no sul do Estado, motivaram a emissão da licença. A fiscalização ficará a cargo do governo estadual, com apoio do Ibama.
Estima-se que 3.000 garimpeiros tenham produzido uma tonelada de ouro na última safra, de junho a dezembro, no rio Madeira. No rio Juma, em Novo Aripuanã (530 km ao sul de Manaus), e nos rios Jutaí e Japurá (no oeste do Estado), há garimpos clandestinos em atuação.
O coordenador de qualidade ambiental do Ibama, Diego Sanchez, afirma que o órgão cobrou a inclusão de exigência de levantamento prévio dos níveis de contaminação de mercúrio no ar, água e peixes em regiões já exploradas pelos garimpeiros, sem sucesso.
"Seria o mínimo de segurança ambiental que se poderia dar às populações locais."
Para ele, a nova regra é mais branda do que as exigências federais de licenciamento ambiental — hoje, o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) regula o uso do metal na extração mineral pelo país.
Para o geólogo Fred Cruz, do DNPM, o uso do mercúrio na atividade é desnecessário. "Já existe tecnologia que permite separar o ouro de outros materiais", afirma.
Carlos Durigan, da Fundação Vitória Amazônica, que trabalha com extrativismo florestal no rio Negro, diz que a licença não garante a comprovação prévia e periódica da origem do mercúrio, prejudicando a fiscalização da cadeia de compra do produto e abrindo brechas para o contrabando. "É o que acontece hoje na Amazônia."

OUTRO LADO

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Trabalhadores da Mina de Ouro de Serra Pelada – 1986. Foto Sebastião Salgado

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Brasil precisa investir R$ 50 bilhões na proteção de mananciais de águas captadas para uso urbano


20 / 06 / 2012
Para proteger os mananciais superficiais de águas usados como fonte de captação para abastecimento urbano, o Brasil precisa investir cerca de R$ 50 bilhões nas redes coletoras e estações de Tratamento de Esgotos (ETE) de 52% dos municípios.
Os valores, apresentados no estudo Panorama da Qualidade das Águas Superficiais – 2012, divulgado na terça-feira (19) pela Agência Nacional de Águas (ANA), têm como base dados do Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água.
Considerando valores de 2010, o levantamento avalia que são necessários R$ 47,8 bilhões em investimentos para melhorar a qualidade das águas superficiais brasileiras ao longo das próximas décadas. De acordo com a ANA, entre 2001 e 2010, foram investidos cerca de R$ 52 bilhões em recursos para programas de saneamento e despoluição de recursos hídricos da União. Desses, 76% tiveram como origem o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O restante veio de organismos internacionais e do setor privado. Entre as ações destacadas pela ANA estão o Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (Pordes), o Projeto Tietê, o Programa de Revitalização do Rio das Velhas, o Programa de Saneamento Ambiental dos Municípios do Entorno da Baía de Guanabara e o Programa para o Desenvolvimento Racional, Recuperação e Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Guaíba (Pró-Guaíba).
Segundo a agência, o esforço deve ter a participação de vários setores da sociedade. A articulação precisa envolver todos os planos setoriais que têm impacto sobre a qualidade das águas: saneamento, recursos hídricos e os planos diretores municipais. De acordo com a ANA, isso é essencial para reduzir a fragmentação de políticas públicas.
Outro desafio apontado pela agência é o de melhorar o monitoramento da qualidade das águas superficiais do país. Para isso, a ANA vem desenvolvendo com os estados o Programa Nacional de Avaliação da Qualidade das Águas, que tem como objetivo apoiá-los no monitoramento e na avaliação da qualidade da água, assim como na divulgação das informações para a sociedade.
O estudo Panorama da Qualidade das Águas Superficiais – 2012 foi elaborado pela agência com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e de órgãos gestores estaduais de recursos hídricos. As conclusões serão apresentadas nesta quarta-feira (20) à tarde em evento do BID na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, na capital fluminense. (Fonte: Pedro Peduzzi/ Agência Brasil)
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Mata Atlântica perdeu 88% de suas matas originais, segundo IBGE

19 / 06 / 2012
O Brasil viu nos anos recentes o desmatamento da Amazônia Legal cair após bater no pico em 2004 e, não por coincidência, também tiveram redução no período o número de queimadas. Paralelamente, cresceram as áreas de preservação ambiental, sobretudo as de manejo sustentável.
O retrato surge da pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta segunda-feira.
Os dados mostram que número de unidades de conservação passou de 157 para 750 entre 1992 e 2011 – no ano passado, elas chegaram a uma área de 750 mil km quadrados, ao todo.
Após o pico de 2004 (27 mil km quadrados), o desflorestamento da Amazônia, por seu turno, caiu progressivamente até ficar em 6.000 km quadrados no ano passado.
Para Denise Kromenberger, técnica do IBGE, esses indicadores têm de ser olhados de modo conjugado e um é reflexo direto do outro, além da política do governo de maior fiscalização e controle de crimes ambientais.
Pelos dados do IBGE, o bioma mais desmatado é o da Mata Atlântica (88% da cobertura original). Os mais preservados são Amazônia (20%) e Pantanal (15%).
Segundo o IBGE, o uso do solo com fins econômicos também avançou pouco, apesar do grande ganho de produtividade das lavouras e da pecuária nos últimos anos.
O percentual de terras destinadas à utilização agropastoril subiu de 23% para 27% entre 1970 e 2006.
Ranking regional – Apesar da ressalva de usarem metodologias diferentes em cada uma das áreas, o IBGE divulgou o ranking das regiões metropolitanas que concentram o maior volume de monóxido de carbono.
No topo, figurou a de Belo Horizonte, seguida por Rio de Janeiro e São Paulo. A seguir, vieram Salvador, Vitória, Curitiba e Porto Alegre, nessa ordem.
"Não é possível fazer uma comparação direta entre as regiões. É apenas um indicativo", diz Denise Kromenberger, técnica do IBGE.
De acordo com ela, a emissões de gases poluentes caíram em todas as regiões desde 1994, mas ainda estão acima dos limites estabelecidos pelo Ibama.
Para o IBGE, os rios mais poluídos das principais regiões são o Tietê, na Grande São Paulo, e o Iguaçu, que corta a região metropolitana de Curitiba.
O IBGE computou em sua pesquisa "Indicadores de Desenvolvimento Sustentável" a qualidade de algumas praias próximas a grandes centros urbanos.
Na média de 2010, Enseada (Guarujá) e Toninhas (Ubatuba) estavam próprias para o banho, mas Gonzaga (Santos) foi tida como imprópria.
No Rio, Copacabana estava própria, mas o Flamengo não passou na avaliação. Já em Salvador, Porto da Barra tinha qualidade satisfatória. (Fonte: Pedro Soares/ Folha.com)


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Mudança climática ameaça potencial hidrelétrico brasileiro, diz cientista

16 / 06 / 2012
A mudança climática pode representar uma ameaça ao desempenho das fontes renováveis de energia. Uma pesquisa de 2010 conduzida pela equipe de Roberto Schaeffer, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostra que o país pode perder 30% de sua produção de eletricidade até 2035, se as emissões globais de carbono mantiverem as atuais tendências de alta.
Com base nos dados disponíveis atualmente, o estudo projetou um cenário de mudança climática para os próximos anos. A pesquisa calculou o efeito que essas mudanças teriam sobre a geração de energia que usa o vento, o sol, a biomassa e, principalmente, a força dos rios, principal fonte do Brasil.
Na projeção, o sertão nordestino tende a se transformar em um deserto, a Amazônia perde espaço para o cerrado e as chuvas adquirem um novo ciclo em várias regiões do país.
"Esse novo padrão de chuva possível para o Brasil levaria a uma situação de escassez hídrica nos momentos mais secos", explicou o pesquisador, que mostrou os resultados da pesquisa no Fórum de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Sustentável, realizado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
A queda se daria principalmente em relação à energia "firme", que é a capacidade mínima que uma usina tem, mesmo no pior período hidrológico.
A solução para o problema seria investir em outras formas de geração e interligar os sistemas, para garantir a distribuição de energia ao longo do ano. "Isso significaria, grosso modo, de agora até 2035, investimentos adicionais da ordem de US$ 50 bilhões só para preparar o sistema brasileiro para a mudança climática", apontou Schaeffer.
A diversificação pode ser feita com outras fontes renováveis. O estudo também mostrou que, apesar de prejudicar as hidrelétricas, a mudança climática até favoreceria a geração eólica no Nordeste.
A produção de energia por fontes biológicas também seria afetada. A cana de açúcar teria uma produção superior à atual caso o planeta fosse "2 ou 3 graus" mais quente, segundo Schaeffer. Já a soja, muito utilizada nas usinas termoelétricas a biomassa, teria um desempenho pior.
Para a energia solar, o pesquisador não espera grandes alterações. "A mudança climática pode vir a afetar um pouco o padrão de nuvens, mas, dado que o potencial solar é tão grande, não é, eventualmente, alguma região mais nublada que vai inviabilizar a energia solar", avaliou. (Fonte: Tadeu Meniconi/ G1)

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terça-feira, 19 de junho de 2012

A Lei de Acesso à Informação e a cidadania

FERNANDO ABRUCIO - 15/06/2012 07h00

Reclamar dos governos é uma constante nas sociedades contemporâneas, especialmente nos países democráticos. Tal comportamento revela uma qualidade: a cobrança contínua do poder público e dos governantes pode aperfeiçoar o exercício da cidadania. Mas nem sempre a população tem o conhecimento e os instrumentos necessários para atuar corretamente na função de controlador. Os brasileiros obtiveram, no último mês, a ferramenta que permite uma ação fiscalizadora inteligente e responsável. É a Lei de Acesso à Informação. Ela poderá, incrementalmente, mudar de forma profunda as relações entre Estado e sociedade no Brasil.
A nova legislação não caiu do céu. A Lei de Acesso à Informação é resultado de um processo histórico, cujo marco inicial foi a Constituição de 1988. A partir dela, novas instituições e direitos dos cidadãos foram incorporados, nos últimos 20 anos, à vida política brasileira. De forma gradual, órgãos de controle, como Ministério Público, Tribunal de Contas da União (TCU), Controladoria-Geral da União (CGU) e, mais recentemente, uma Polícia Federal renovada e autônoma, tornaram-se instrumentos poderosos de fiscalização do poder público. Houve sim – e ainda há – escorregões e excessos na atuação desses mecanismos de accountability, mas também houve aperfeiçoamentos, como a criação do Conselho Nacional do Ministério Público.
Quanto mais esses órgãos avançam em sua capacidade de fiscalizar, mais se percebe que os problemas e as irregularidades encontrados se devem a fragilidades na organização da administração pública brasileira. Óbvio que políticos mal-intencionados podem – e o fazem regularmente – causar danos ao Erário. Mas isso se torna mais fácil quando o aparelho estatal tem regras de funcionamento e insuficiências administrativas que incentivam o comportamento predatório e patrimonialista.
A Lei de Acesso à Informação pode ser um instrumento que vai além da caça às bruxas. Ela poderá tornar mais transparente a forma de funcionamento do governo e dar aos diversos grupos da sociedade a capacidade de controlar com inteligência o Estado. Mais que isso, poderá iluminar os principais problemas de organização da administração pública brasileira.

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Juristas excluem corrupção do rol dos crimes hediondos

Sugestão tinha sido feita pelo relator da comissão, mas não foi acolhida pela maioria dos integrantes

RICARDO BRITO - Agência Estado
11 de junho de 2012

BRASÍLIA - A comissão de juristas do Senado que discute mudanças ao Código Penal decidiu nesta segunda-feira, 11, não incluir a corrupção praticada contra a administração pública na lista de crimes considerados hediondos. A sugestão havia sido feita pelo relator, o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, mas não foi acolhida pela maioria dos integrantes da comissão.
O colegiado, contudo, aprovou o acréscimo de sete delitos ao atual rol de crimes hediondos: redução análoga à escravidão, tortura, terrorismo, financiamento ao tráfico de drogas, tráfico de pessoas, crimes contra a humanidade e racismo.
Atualmente, são considerados hediondos os crimes de homicídio qualificado, latrocínio, tortura, terrorismo, extorsão qualificada pela morte, extorsão mediante sequestro, estupro e estupro de vulnerável, epidemia com resultado de morte, falsificação de medicamentos e tráfico de drogas.
A Lei dos Crimes Hediondos foi editada em 1990, no governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, como resposta a uma onda de violência em resposta à violência no estado do Rio de Janeiro. Na prática, os juristas propuseram incorporar ao Código Penal as mudanças da lei.
Os crimes hediondos são considerados inafiançáveis e não suscetíveis de serem perdoados pela Justiça. Eles têm regimes de cumprimento de pena mais rigoroso que os demais crimes, como um tempo maior para os condenados terem direito a passarem do regime fechado para o semiaberto, por exemplo. Atualmente é de dois quintos da pena para não reincidente e, com a proposta aprovada, seria de metade - para os reincidentes, o prazo seria o mesmo, de três quintos. A prisão temporária é de 30 dias, prorrogáveis por igual período, prazo maior do que nos demais crimes.
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Incansáveis plantadores em ação no próximo domingo














Bom dia a todos

No próximo domingo dia 17/6/12 teremos um novo mutirão para plantio de mais 15 árvores no Cambuí.
Horário 9:00 hs
Local de encontro: Rua Coronel Quirino 1592.

Dúvidas ou informações:
Tereza Penteado - 32517280
José Hamilton - 91223426

Todos estão convidados e podem trabalhar, olhar, apoiar, ajudar...etc...
Provavelmente o plantio vai durar o dia todo, mas as pessoas podem chegar e sair a hora que quiserem. É só ligar para ver onde estaremos.
Estarão presentes crianças do Instituto Padre Haroldo, tragam seus filhos.

Seguem 3 vídeos curtos com o José Hamilton ensinando as crianças a plantar.

Agradecemos aos incansáveis plantadores, já estamos fazendo a diferença.

Movimento Resgate o Cambuí
Tereza e grupo

Projeto Cambuí verde-3 http://www.youtube.com/watch?v=6TkTj57Kq-g&feature=relmfu
Projeto Cambuí verde-4  http://www.youtube.com/watch?v=5Mg_v9wJ5I0&feature=relmfu
Projeto Cambuí verde-5  http://www.youtube.com/watch?v=AwASppNsFbI&feature=relmfu

Publicado em 17/03/2012 por  resgatecambui
Campinas(SP) - Bairro Cambuí (11/3/12)
Ultrapassamos a marca das 200 mudas plantadas e cuidadas no Cambuí.

São quase 5 anos de compromisso assumido e cumprido pelo Movimento Resgate o Cambuí-Sociedade civil organizada.

Nesse tempo todo, temos tentado, por meio do plantio planejado tecnicamente e pelo envolvimento dos cidadãos buscar a transformação da triste realidade de nossas árvores e da perda acentuada da qualidade de vida em Campinas.

Hoje, vemos as primeiras mudas, quase árvores com 4 metros de altura, verdes e seus canteiros diferenciados, chamando a atenção e incentivando à reflexão das pessoas do que pode ser mudado para melhorar a vida das árvores e consequentemente a própria vida da sociedade.

Algumas ruas estão transformadas como a Vieira Bueno e a Santos Dumont. Já estamos tendo sombra e os pássaros, mesmo com a manutenção dos cortes e podas por toda Campinas, possuem novas árvores para os abrigar.

Nesse plantio, contamos com a participação de jovens dos programas do Padre Haroldo, e da sempre presente participação da sociedade em geral.

As espécies que já foram plantadas nesse projeto são: Ipês: roxo, branco e amarelo, pau brasil, sibipiruna, tipuana, mirindiba rosa, resedá gigante, dedaleiro, magnólia amarela, oiti, jacaranda mimoso e cabreúva vermelha (Cambuí e Baobá em um plantio Comemorativo na Praça dos Municípios). Neste plantio estaremos acrescentado novas espécies de grande importância, para aumentar a diversidade nas ruas do bairro.



Abrimos canteiros e plantamos



E limpamos as calçadas por onde passamos....

 


terça-feira, 12 de junho de 2012

Empreendimento embargado por tempo indeterminado-Vila Abaeté


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Novamente Vila Abaeté, no Bairro Pedra Branca em Campinas (SP).Desta vez teve as obras embargadas por tempo indeterminado.
A Associação local também entrou ação no Ministério Público , ainda não recebemos cópia.
Segue vasto material com datas e fotos.

Confira material no link abaixo:

http://www.slideshare.net/ResgateCambui/vila-abaet-blog

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Invenção brasileira, ‘lâmpada de garrafa pet’ é usada na África e na Ásia

08 / 06 / 2012
Foi em 2001, com a notícia do risco de um apagão, que o mecânico mineiro Alfredo Moser teve a ideia: usar garrafas pet cheias d’água para iluminar cômodos escuros durante o dia, sem usar energia elétrica.

Cada garrafa é encaixada num buraco no telhado, fazendo com que os raios do sol se refracionem e se espalhem no ambiente. O resultado é uma iluminação equivalente a uma lâmpada com potência entre entre 40 e 60 watts.

Simples e barata, a ideia ultrapassou os limites de Uberaba, cidade onde foi inventada,  e ganhou o mundo, chegando à África e à Ásia. A ONU estima que um quinto da população mundial ainda viva sem eletricidade.

Como surgiu – Em 1975,  Moser trabalhava como mecânico em uma empresa de telecomunicações em Brasília e ficou assustado com a notícia da queda de um avião.

“A gente ficava se questionando se acontecesse com a gente, como daríamos sinal para o resgate. Nosso chefe, na época, disse para colocar água num vidro e colocar na direção do sol. O calor colocaria fogo no capim, fazendo sinal”, relembrou.

Com essa “lente improvisada” na cabeça, o mecânico teve a chance de usar a dica na prática, mais de duas décadas depois, quando surgiu o risco de um apagão no Brasil.

“Fiquei apavorado com aquela notícia. Daí resolvi usar minha ideia, mas com garrafas de plástico. Adicionei água limpa, duas tampinhas de água sanitária, peguei um pedaço de filme de máquina fotográfica para proteger a tampinha da garrafa do sol, coloquei no telhado, e pronto”, disse.

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Paisagem do Ártico sofre alteração com temperatura maior, diz estudo

 05 / 06 / 2012

Cientistas da Finlândia e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, verificaram que nos últimos 30 e 40 anos aumentou a ocupação de plantas e arbustos na região da tundra Ártica devido às temperaturas mais altas na região.

A modificação da paisagem, que fica próxima ao Polo Norte, já seria resultado da mudança climática global aponta estudo publicado neste domingo (3) na revista “Nature Climate Change”.

A tundra abrange uma área entre a Escandinávia, Sibéria, Alasca, Groenlândia e Canadá. Recebe pouca luz e pouca chuva, apresentando um clima polar, frio e seco. Por conta disso, o solo permanece gelado e coberto de neve durante a maior parte do ano, a vegetação é rasteira e não possui árvores. Até agora.

Os pesquisadores analisaram uma área de 100 mil km², utilizando imagens de satélitem trabalho de campo e observações trazidas por pastores de renas. Com isso, encontraram salgueiros e algumas plantas do gênero alnus que cresceram e atingiram mais de dois metros de altura nas últimas quatro décadas. Essa vegetação ocuparia até 15% do bioma.

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Água gera eletricidade para a Mongólia

Phillipp Bilsky
03 de Junho de 2012
A Mongólia precisa de cada vez mais energia para abastecer seus 2,7 milhões de habitantes. Um terço deles ainda vive como nômade e muitos utilizam a energia solar para fazer funcionar suas lâmpadas e rádios. Mas, na maioria das pequenas cidades do país, a eletricidade é produzida por meio de geradores a diesel, que são caros e poluentes. A força hídrica, cada vez mais usada na província de Zavkhan, pode mudar isso.

Objetivo do projeto: Fornecer eletricidade para 5 mil pessoas em 1200 domicílios

Forma de energia: Hidrelétrica híbrida

Volume de investimentos: 760 mil euros

Redução de emissões de CO2: 525 toneladas por ano

Um filme de Phillipp Bilsky



Esse conteúdo é publicado em uma parceria de ((o))eco com a Deutsche Welle, emissora pública alemã

Assista o vídeo aqui

São Paulo vai morrer

Escrito por João Whitaker   
26 de Maio de 2012
As cidades também morrem. Há meio século, o lema de São Paulo era “a cidade não pode parar”. Hoje, nosso slogan deveria ser “São Paulo não pode morrer”. Porém, parece que fazemos todo o possível para apressar uma morte anunciada. Pior, o que acontece em São Paulo tornou-se infelizmente um modelo de urbanismo que se reproduz país afora. A seguir esse padrão de urbanização, em médio prazo estaremos frente a um verdadeiro genocídio das cidades brasileiras.

Enquanto muitas cidades no mundo apostam no fim do automóvel, por seu impacto ambiental baseado no individualismo, e reinvestem no transporte público, mais racional e menos impactante, São Paulo continua a promover o privilégio exclusivo dos carros. Ao fazer novas faixas para engarrafar mais gente na Marginal Tietê, com um dinheiro que daria para dez quilômetros de metrô, beneficia os 30% que viajam de automóvel todo dia, enquanto os outros 70% se apertam em ônibus, trens e metrôs superlotados. Quando não optam por andar a pé ou de bicicleta, e freqüentemente demais morrem atropelados. Uma cidade não pode permitir isso, e nem que cerca de três motociclistas morram por dia porque ela não consegue gerenciar um sistema que recebe diariamente 800 novos carros.


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