terça-feira, 17 de julho de 2018

Preço e plantio de grama em Campinas























Em 2018

Processo Administrativo n.º 2017.00046926-52
Interessado : Secretaria Municipal de Serviços Públicos
Modalidade : Ata de Registro de Preços
Termo de Contrato n° : 277/18
Contratada : Gramacon - Comércio de Grama e Materiais de Construção Ltda.
CNPJ/CPF : 65.723.520/0001-78
Objeto : Registro de preços de serviços de plantio de grama esmeralda, com fornecimento de materiais e insumos
Valor : R$ 0,00
Prazo : 12 meses
Assinatura : 11/07/2018


Em 2013
DINHEIRO PÚBLICO
Troca de grama em praças de Campinas gera polêmica
Especialistas consideram que não haveria necessidade e criticam período em que o serviço é feito


Em 2016
Video com denuncia vereador sobre os gastos com plantios de grama ,


Mais informações:

- Troca de grama em praças de Campinas gera polêmica

Especialistas consideram que não haveria necessidade e criticam período em que o serviço é feito


Praça José Antonio M. Sansano, que fica na Avenida Theodureto de Almeida Camargo, em Campinas: troca de grama


A troca de gramado das praças públicas e canteiros centrais em alguns bairros de Campinas pela Prefeitura tem levantado questionamentos de moradores da cidade e também de especialistas consultados pelo Correio. A principal delas é quanto à necessidade da troca da grama antiga por uma nova em uma época que não é adequada para esse tipo de trabalho, devido ao período seco (Outono-Inverno). Segundo técnicos, a manutenção da nova vegetação necessitará de rega constante.
 
Desde o mês de março, funcionários da administração municipal e reeducandos trabalham na retirada dessa vegetação de praças e principalmente dos canteiros centrais de vias. A mudança começou a ser feita no início do mês na Avenida Theodoreto de Almeida Camargo, na Vila Nova. O trabalho se estende ao longo de toda via. O mesmo está acontecendo no balão de entrada ao distrito de Barão Geraldo, na Avenida Albino José Barbosa de Oliveira. Nos locais estão sendo colocadas gramas do tipo esmeralda. Antes, o modelo utilizado era a chamada batatais.

A explicação da Secretaria de Serviços Públicos, responsável pelo trabalho, é que os gramados da cidade foram tomados por uma praga que costuma aparecer em grama do tipo batatais. E, como nada foi feito para combatê-la, nos últimos anos a praga teria ocupado todo o espaço da antiga grama como uma forragem (leia texto nessa página).

O metro quadrado da nova grama que está sendo instalada nos jardins custa R$ 6,00. Até agora foram colocados 50 mil metros de grama, ou seja, o custo chegou a R$ 300 mil. Segundo a secretaria, a quantidade representa apenas 5% do total de grama que a pasta pretende trocar no município nos próximos quatro anos.

“Acredito que até tenha motivo para troca, mas agora não é uma época apropriada. Demanda muita mão de obra com a rega, além de cuidado. Imagina o gasto que isso não está gerando. Acho que a cidade precisa dessa manutenção em outros pontos, em outras áreas que não possuem gramados”, afirmou o engenheiro agrícola e pesquisador científico do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) José Eduardo de Arruda Bertoni.

O pesquisador afirmou que o tipo de grama que está sendo instalado gera menor trabalho após sua implantação, mas o correto seria fazer a mudança no período de chuvas. “Corre o risco de até não vingar. Ela precisa de irrigação todos os dias. A Prefeitura não deveria fazer essa mudança nesse momento. Parece falta de planejamento e que gera um custo alto.”

O especialista em recursos naturais, restauração florestal e arborização urbana e pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Ivan Alvarez também acredita que o trabalho está sendo realizado em um período errado e em pontos que não têm necessidade de mudança nesse momento. “É no mínimo questionável. Pode até ter praga, mas não ficou até agora?
O trabalho deveria ser feito no período correto. Colocaram a grama esmeralda no canteiro da Avenida Papa Pio XXII, no Jardim Chapadão. E ela está lá estragando. Está seca. Deveriam fazer esse trabalho em pontos da cidade que mais precisam, como áreas mais afastadas, que têm pouco verde”, disse.
Plantioincorreto

Outra crítica feita pelos especialistas é quanto ao plantio de mudas nesses pontos. Segundo eles, o Departamento de Parques e Jardins (DPJ), que pertence à pasta de Serviços Públicos, tem feito o plantio de mudas muito novas nas praças e canteiros do município. “Vejo mudas de árvores com 50 centímetros de altura sendo plantadas. Elas deveriam ser plantadas com no mínimo um metro e meio. Isso está no Guia de Arborização Urbana de Campinas (Gauc)”, disse Bertoni.

Ele explicou que quando as mudas são plantadas do tamanho inferior ao correto, elas podem sofrer interferência que afeta diretamente em seu crescimento e desenvolvimento. “É muito comum, crianças ou até mesmo adultos passarem do lado de uma árvore e puxarem o galho. Isso interfere diretamente em teu crescimento. Campinas tem muitas árvores que sofreram com isso. Elas ficam baixas e com galhos por todos os lados”, explicou o agrônomo.

Bertoni afirmou que as mudas pequenas precisam de poda regulares e de forma conduzida. “O que dá mais trabalho ainda. Porque é necessário fazer uma poda certa e regularmente para que ela se desenvolva corretamente. Não é isso que vemos”, alegou.

O pesquisador da Embrapa lembrou que os locais onde as mudas estão sendo plantadas já possuem grande quantidade de árvores. “A região da Nova Campinas, Vila Brandina, Notre Dame e Parque Ecológico receberam as mudas pequenas, mas é uma área arborizada da cidade. Agora, os bairros mais periféricos não receberam nada.”

Outro problema levantado pelo pesquisador é relacionado a poda de árvores na cidade. “Além da grande quantidade que é preciso fazer, ela é feita de forma errada. Eles podam no meio do galho. Não existe isso. O certo é fazer rente ao tronco. Quando corta o galho, outros nasceram e rapidamente naquele ponto”, disse.

O casal Ricardo Oliveira e Sueli Broto afirmou que costuma passar diariamente pela Avenida Dr. Theodoreto de Almeida Camargo para ir ao trabalho e assustou com o trabalho sendo feito no local. “Outro dia caminhei com meu cachorro pela grama, ela estava alta, mas não acredito que tinha necessidade de trocar tudo”, afirmou Oliveira. “Me parece desperdício de dinheiro. Tem tantos locais mais necessitados. Queria entender por que razão?”, afirmou a mulher.



-EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL Nº 353/2016
PROCESSO ADMINISTRATIVO: PMC.2016.00005801-91
INTERESSADO: Secretaria Municipal de Serviços Públicos
OBJETO: Registro de Preços de serviços de plantio de grama Esmeralda, com fornecimento
de materiais e insumos


2. OBJETO E PRAZO DE VIGÊNCIA
2.1. O presente certame tem como objeto o Registro de Preços de serviços de plantio de
grama Esmeralda, com fornecimento de materiais e insumos, em conformidade com as
especificações técnicas, descrição dos veículos e quantidades estimadas constantes do Anexo
I – Projeto Básico e do Anexo V – Modelo de Proposta Comercial.
2.2. A Ata de Registro de Preços vigerá por um período de 12 (doze) meses, a contar da
data da sua assinatura.
2.3. O valor total estimado para o registro deste objeto é de R$ 7.616.000,00 (sete milhões,
seiscentos e dezesseis mil reais).


ANEXO I – PROJETO BÁSICO
1. OBJETO
1.1. Registro de Preços de serviços de plantio de grama Esmeralda, com fornecimento de
materiais e insumos.
1.1.1. Os serviços deverão ser executados após Ordem de Serviço emitida pelo
Departamento de Parques e Jardins da Secretaria de Serviços Públicos à empresa
detentora da Ata de Registro de Preços, mediante necessidade do departamento, nos
locais a serem indicados.
2. QUANTIDADE
Para o presente contratação, são estimadas as quantidades estabelecidas no Anexo V –
Modelo de Proposta Comercial.
3. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
3.1. Materiais
3.1.1. GRAMA ESMERALDA: As placas de Grama deverão ter procedência de
empresa(s) devidamente registrada no RENASEM.
3.1.2. CALCÁRIO
3.1.3. ADUBO QUÍMICO NA QUANTIDADE DE 150 GR/M2 NA FORMULAÇÃO N(4%) -
P(14) - K(8%) - MAIS MICRONUTRIENTES, A SABER: CA(22%) - B(0,1%) - FE(0,1) –
MG(8%) - MO(0,001%) - CU(0,05%) - S(3%) - MN(0,07%) - ZN(0,15%)
3.1.4. COMPOSTO ORGÂNICO REGISTRADO NO MINISTÁRIO DA AGRICULTURA NA
QUANTIDADE DE 5 LTS/M2 DE ORIGEM VEGETAL PROCESSADO BIOLOGICAMENTE,
GRANULOMÉTRICA MENOS QUE 3 MILÍMETROS.
3.1.5. TERRA ARENO-ARGILOSO
3.2. Método de Execução dos Serviços
3.2.1. Serviço de plantio de grama, esmeralda, com fornecimento de materiais e
insumos e mão de obra consiste nas seguintes etapas:
3.2.1.1. Remoção da vegetação existente;
3.2.1.2. Retirada do entulho produzido;
3.2.1.3. Revolvimento mecanizado da terra para o plantio com profundidade de
aproximadamente 10 centímetros;
3.2.1.4. Aplicação de calcário dolomítico no solo antes do plantio, na proporção
de 200 gr/m² de terreno;
3.2.1.5. Aplicação de adubo químico na quantidade de 150 gr/m² na formulação
N(4%) - P(14%) - K(8%) - MAIS MICRONUTRIENTES, A SABER: CA(22%) -
B(0,1%) - FE(0,1) – MG(8%) - MO(0,001%) - CU(0,05%) - S(3%) - MN(0,07%)
- ZN(0,15%);
3.2.1.6. Aplicação de composto orgânico registrado no ministério da agricultura
na quantidade de 5 LTS/m² de origem vegetal processado biologicamente,
granulométrica menor que 3mm;
3.2.1.7. Nivelamento do terreno;
3.2.1.8. Plantio de grama;
3.2.1.9. Cobertura com terra areno-argilosa fornecida pela licitante vencedora de
1 a 2 centímetros;
3.2.1.10. A irrigação da grama nos primeiros 30 dias.
3.3. Após 30 dias da grama plantada, caso haja falhas de gramado que não tiveram
pagamento/germinação do folíolo de gramas, a detentora da Ata deverá fazer, as suas
expensas, o replantio do trecho não considerado.
3.4. A medição dos serviços será feita pela fiscalização do Departamento de Parques e
Jardins, no terreno gramado



Contrato 2017












Contrato 2018














quarta-feira, 20 de junho de 2018

Salve a Sibipiruna do Cambuí






















Salve a Sibipiruna do Cambuí



Movimento Resgate Cambuí requereu ao Ministério Público e à Secretaria do Verde em Campinas, a suspensão do licenciamento ambiental da Empresa de Melhoramento Figueira Grande Ltda para a supressão de três indivíduos arbóreos.
O endereço é Rua José de Souza Campos 201, no bairro Cambuí em Campinas.
Segue o documento protocolado no Ministério Público e na prefeitura de Campinas:















quarta-feira, 6 de junho de 2018

Calçada sem acessibilidade em Campinas-SP



















Calçada do edifício Barcelona na Rua José Guatemosin Nogueira nº 45 desafia pedestres , cadeirantes , idosos e pessoas com deficiência.
O desnível é enorme .
Confira nas fotos, e passe por lá.


-Esse empreendimento quando estava em construção, teve um acidente e um funcionário ficou soterrado


-Anúncio do empreendimento:
O Barcelona Cambuí é do tamanho dos seus sonhos.


-Razão socialBarcelona Cambui Empreendimentos Imobiliarios Spe Ltda.
Data de abertura17/11/2010
Telefone(19) 3342-0800
Emailmarcio@perfilfundacoes.com.br








 

terça-feira, 5 de junho de 2018

Barragem Pedreira-Água não é para Campinas...nem Pedreira



















Confiram na audiencia na Câmara de Campinas(video abaixo, ou link https://www.youtube.com/watch?v=qQTlR0lVgDY&t=1053s  
Minuto 16:44 até 17:18:
..na verdade essa água não é para consumo local...ela será captada em Paulínia , Americana...Nem Campinas , nem Pedreira vão aproveitara diretamente essa água...


E vejam tambem que a água vai para Replan/Brasken
Minuto 1:35 até 2:05


Jonas Donizette, prefeito de Campinas fala que a água vai ajudar Campinas....



E aí???
Vamos ter destruição em Pedreira e em Sousas, a barragem é perigosíssima por estar muito perto da cidade, a Replan não tem outorga, e NÃO vamos receber essa água...


Informações/links
-Outorga Replan venceu em 2012
-Documento da prefeitura de Campinas sobre a barragem de Pedreira:
Pag 52/53
A barragem de Pedreira se encontra a montante de ocupações humanas permanentes e
instalações de infraestrutura importantes à cidade de Pedreira e posteriormente Campinas, quando
o rio Jaguari volta a ser a divisa das cidades. O empreendimento, no entendimento desta SVDS, é
enquadrado na categoria de Dano Potencial Associado Alto conforme classificação dada pela
Resolução nº 143/12 do Conselho Nacional de Recursos Hídricos – CNRH, Anexo II –
Classificação das Barragens de Acumulação de Água. Salvo classificação diferente elaborada e
devidamente fundamentada pelo órgão fiscalizador da segurança
-Blog Individuação-alguns links: