terça-feira, 29 de novembro de 2011

Dilma: Salve a Amazônia!

Esta semana nossa Presidente pode aprovar o novo Código Florestal que colocaria a Amazônia e seus protetores em grande perigo. Ativistas ambientais foram assassinados e os ruralistas no Congresso estão fazendo uma campanha desavergonhada para que a Presidente Dilma Rousseff sacrifique nossas florestas. Mas quando mais de 1.2 milhões de pessoas se mobilizaram, conseguimos adiar o texto no Congresso, e convencer conselheiros presidenciais a se pronunciarem. Agora o futuro da Amazônia está na caneta da Dilma. Somente uma pressão massiva do público pode fazer com que ela proteja nossas florestas e rejeite a política de ameaças e intimidação. Os próximos dias são cruciais -- vamos mostrar à Dilma que várias pessoas em todo o Brasil querem que ela vete esse texto retrógrado e preserve o Brasil como um lugar lindo.

Clique aqui para saber como colaborar enviando uma mensagem diretamente para a caixa de emails da Dilma, para impedir o desmatamento e salvar a Amazônia.

http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_sam/?cRxHxab

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Árvores em Campinas correm risco de cair por causa de poda mal feita

Data de publicação: 24/11/2011

ASPECTOS BIOFÍSICOS E SOCIAIS DA VALORAÇÃO ECONÔMICA DO DANO AMBIENTAL

20 de junho de 2008

ASPECTOS BIOFÍSICOS E SOCIAIS DA VALORAÇÃO ECONÔMICA DO DANO AMBIENTAL
Dr. Georges Kaskantzis Neto

O meio ambiente transforma-se naturalmente com o tempo. As atividades culturais, econômicas e sociais do homem influenciam a evolução do meio ambiente e originam impactos benéficos e prejudiciais sobre o mesmo. Os impactos negativos são danos ambientais insignificantes ou significativos alteram os recursos naturais.

O dano ambiental acontece quando determinada ação, omissão ou atividade humana produz uma alteração desfavorável no sistema ambiental. O dano ambiental pode ser analisado por quatros aspectos: manifestação; efeitos; causas e agentes implicados. Esses aspectos são utilizados como referência para avaliar as implicações ecológicas e econômicas do dano ambiental.

As alterações que o dano ambiental causa no ambiente afetam o meio físico e o social. O dano social causa a perda de benefícios fornecidos pelos recursos naturais. O capital natural fornece à sociedade uma série de serviços ambientais, fluxos de matérias e de energia que garantem e melhoram o bem estar da população.

A valoração econômica do dano ambiental deve considerar dois componentes: o dano biofísico e o dano social. O dano biofísico diz respeito às alterações originadas no meio que provocam a deterioração das características dos recursos naturais. O dano social está relacionado aos prejuízos causados à sociedade pela perda ou redução dos bens e serviços ambientais fornecidos pelo capital natural.

Para determinar o dano biofísico é necessário avaliar o tipo da alteração provocada e sua relação com o meio afetado, considerando as suas características e composição no local e na região de influência do impacto. Assim, é necessário caracterizar o recurso afetado e avaliar o nível do seu estado de conservação antes e depois do dano.

A recuperação do estado inicial de conservação do recurso afetado pelo dano implica na execução de uma série de atividades que demandam tempo, materiais e mão de obra. Os custos financeiros desses insumos devem ser cobertos pelo causador da lesão e dependem da magnitude do impacto, do tempo de recuperação do recurso afetado e do nível de restauração desejado.

Para estimar os custos do dano social é necessário conhecer os benefícios que derivam do recurso afetado, antes e depois do dano, para então fazer a valoração econômica. Portanto, é necessário identificar os custos das atividades de recuperação necessárias para conduzir o sistema ambiental ao seu estado inicial de conservação.

As implicações sociais do dano estão relacionadas às perdas de benefícios que derivam dos recursos afetados e custos adicionais que incorrem sobre a população devido aos efeitos adversos decorrentes pela alteração do ambiente, tais como: tratamentos de saúde; perda de renda; de salário e de visitação.

Concluí-se que o dano ambiental provoca alterações desfavoráveis no meio ambiente, e para quantificá-lo é necessário conhecer as características do meio e fazer a contabilidade do capital natural, assim como, dos benefícios que fornece à sociedade.

Barragem é destruída para permitir passagem de peixes nos EUA

Barragem é destruída para permitir passagem de peixes nos EUA
Por clipping

Autoridades norte-americanas começaram nesta quinta-feira (15) a derrubar duas barragens que estava atrapalhando o fluxo de peixes no Rio Elwha, no estado de Washington, no noroeste do país. O rio fica dentro do Parque Nacional Olympic e conta com uma variedade de espécies de salmão do Oceano Pacífico.

As usinas hidroelétricas de Elwha e Glines Canyon datam respectivamente de 1913 e 1927. Elas foram importantes para o desenvolvimento da Península Olympic, mas estão obsoletas, pois a maior parte da energia usada hoje na região vem do estado vizinho do Oregon. Na época em que foram construídas, ainda não se usava construir a passagem de peixes, um tipo de escada que permite que os animais subam o rio.

Orçada em cerca de US$ 325 milhões e com previsão de durar três anos, a remoção das barragens foi considerada a maior da história dos EUA. O projeto é um desejo de ambientalistas desde os anos 1970. A administração do parque estima que, antes da existência das barragens, cerca de 400 mil salmões subiam o rio a cada ano.

Os salmões são importantes para todo o ecossistema da região. Eles servem de alimentos para animais maiores, como ursos, e beneficiam também árvores, já que os peixes mortos fertilizam o solo.

Além disso, tribos nativas que habitam o parque nacional veem o salmão como um símbolo de sua cultura. O alto do rio, com seus salmões, é uma região sagrada para eles. (Fonte: G1)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/09/17/74655-barragem-e-destruida-para-permitir-passagem-de-peixes-nos-eua.html

Mudanças climáticas ameaçam o Himalaia

Mudanças climáticas ameaçam o Himalaia
Por clipping

Chuvas erráticas, geleiras que se derretem e uma biodiversidade ameaçada são os sintomas da mudança climática na cordilheira do Himalaia, enquanto os governos da região se esforçam para encontrar soluções o mais rápido possível.

Um exemplo da necessidade de cooperar é a Cúpula do Clima pela Vida do Himalaia, que ocorreu neste último fim de semana no Butão com a participação também de dirigentes da Índia, Bangladesh e Nepal, para elaborar estratégias de adaptação à mudança climática.

Os especialistas constatam que a quantidade de neve na cordilheira diminuiu e que o aumento das temperaturas está derretendo as geleiras, o que terá efeitos sobre o nível dos rios que nascem nela.

Também correm perigo a fauna e a flora dessas montanhas que percorrem o norte da Índia e atravessam Nepal e Butão, consideradas pela organização WWF uma das áreas de maior biodiversidade do mundo.

“Existe um impacto acelerado de um planeta cada vez mais quente, pressões da crescente população humana sobre seus recursos e uma extração insustentável de produtos florestais”, denuncia a WWF.

Nos montes do Himalaia, foi documentada a presença de 10 mil espécies de plantas, 977 aves, 300 mamíferos, 269 peixes de água doce, 176 répteis e 195 anfíbios. Além disso, alguns grandes animais selvagens, como elefantes, tigres e rinocerontes costumam passar inadvertidamente de um país para o outro, motivo pelo qual os ambientalistas reivindicam uma ação além das fronteiras.

“Precisamos que as florestas estejam conectadas para proteger a biodiversidade”, disse o organizador da Cúpula, Nwang Norbu, em uma videoconferência transmitida da capital do Butão para a imprensa em Katmandu.

Esta é a primeira vez que se discutem os problemas do Himalaia de maneira específica. Por isso, os organizadores da conferência depositam bastante esperança em relação a novas linhas de atuação.

Segundo Jayaram Adhikari, do Ministério do Meio Ambiente nepalês, ainda existem arestas organizacionais para serem aparadas, mas a conferência já se divide em quatro seções: biodiversidade, alimentação, segurança energética e gestão de água.

Este último assunto é o que desperta mais preocupação, pois os rios que nascem no Himalaia abastecem milhões de pessoas no subcontinente indiano, além de regar as plantações que os alimentam e lhes fornecem eletricidade.

“Trabalhamos para compartilhar informações sobre fluxos de água nos rios, assim como sobre a quantidade de chuva e temperatura. Há muito poucos dados científicos disponíveis para uma análise apropriada”, explicou Adhikari.

O ciclo de chuvas em transformação gerou no passado efeitos devastadores em zonas da Índia e Bangladesh, onde se registraram inundações, e está tendo efeitos sobre a segurança alimentar dos habitantes.

Enquanto agora no Nepal chova mais do que antes, em alguns lugares do subcontinente onde a monção que chega sempre na mesma data, as chuvas vem com atraso. “Há lugares onde as casas costumavam ter telhados de palha. É preciso criar estratégias de adaptação, pois agora a chuva poderia arrasá-las”, alertou Adhikari.

Segundo o organizador da Cúpula, a troca de tecnologia para criar cultivos resistentes à seca poderia ser uma forma de cooperação. No horizonte de colaboração aparecem também os intercâmbios energéticos e econômicos, porque a Índia importa energia hidrelétrica a partir do Butão e suas empresas iniciaram a construção de novas unidades no Nepal.

Contudo, isto ocorre em paralelo com o derretimento das geleiras e a formação de lagos que ameaçam, enquanto novas rachaduras ocorrem, povoados localizados em altitudes mais baixas.

“Os países não podem sozinhos diminuir os efeitos da mudança climática, precisamos cooperar porque isso reduzirá os custos e poderemos compartilhar conhecimento”, disse à Agêcia Efe o porta-voz do ministério do Meio Ambiente do Nepal, Meena Khanal. (Fonte: Portal iG)

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2011/11/23/77028-mudancas-climaticas-ameacam-o-himalaia.html

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O novo Código Florestal e o impacto na água


“O novo Código Florestal não está considerando o papel dinâmico da vegetação no sistema ambiental”, declara José Galizia Tundisi, referindo-se à redução e utilização de áreas alagadas e florestais para o plantio. O pesquisador explica que as matas e áreas ripárias são fundamentais para a manutenção do ciclo hidrológico e a não preservação desses territórios irá interferir diretamente na quantidade e na qualidade da água. “A vegetação constitui um componente muito importante para o ciclo da água, porque ela a retém e a infiltra no solo, contribuinto com ar para atmosfera através da transpiração e da evapotranspiração”.

Em entrevista concedida por telefone para a IHU On-Line, José Galizia Tundisi também explica que, caso o novo texto do Código Florestal seja aprovado, o custo com o tratamento da água poderá aumentar porque a “remoção, tanto de áreas alagadas como de vegetação, causa naturalmente uma perda de qualidade da água”, menciona. E esclarece: “Onde há a preservação dos mananciais, gastam-se no máximo 2 ou 3 reais por 1000 metros cúbicos para tratar a água, enquanto em regiões degradas gastam-se mais de 300 reais para tratar a água, só com substâncias químicas. Essa diferença é o trabalho que a vegetação e as áreas alagadas fazem e que serão retirados pela insanidade do Código Florestal”.

O texto do novo Código Florestal começou a ser discutido na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle – CMA, na manhã de ontem, 21-11-2011. A votação do texto deverá acontecer na próxima quarta-feira. Caso aprovado, o projeto segue para o Plenário, para a última etapa de tramitação no Senado.

José Galizia Tundisi é graduado em História Natural, mestre em Oceanografia na University of Southampton e doutor em Ciências Biológicas (Botânica) pela Universidade de São Paulo – USP. Atualmente é professor titular aposentado da USP e professor titular do curso de Qualidade Ambiental, da Feevale. É presidente da Associação Instituto Internacional de Ecologia e Gerenciamento Ambiental – IIEGA e pesquisador do Instituto Internacional de Ecologia – IIE.


O novo Código Florestal e o impacto na água. Entrevista especial com José Galizia Tundisi

Com a aprovação do novo Código Florestal, o Brasil perderá a oportunidade de criar condições de proteger a sua biodiversidade e de aumentar a capacidade de uso que dela se faz", alerta o presidente do Instituto Internacional de Ecologia – IIE.

Confira a entrevista.
http://www.ihu.unisinos.br:80/index.php?option=com_entrevistas&Itemid=29&task=entrevista&id=49663

terça-feira, 22 de novembro de 2011

POLUIÇÃO VISUAL



Conforme já foi dito anteriormente por várias vezes, a população não aceita mais conviver com fiação e postes obsoletos.
Segue carta do Correio Popular de hoje, e um blog com artigo da poluição visual causada também pela fiação e postes obsoletos.

CORREIO POPULAR 21/11/11

(Jornal de Campinas)

Telefonia

Carlos Fernandes
Gráfico, Campinas

Antigamente, quando a empresa de telefonia era do Estado, via-se uma ética nas instalações. Hoje, vemos fios caídos pelas ruas ou pendurados nos postes, os instaladores pouco se importam com o visual da instalação.

Cremos que os postes com esses fios mal-instalados geram muito mais poluição visual do que as placas de propagandas. E, para piorar, a crescente demanda de cabos de TV e internet estão deixando ainda mais os postes e ruas com um péssimo visual.

Gostaríamos de saber quem regulariza e fiscaliza essas instalações. Se é cobrada uma taxa de uso dos postes pelas companhias, por que não se exige um bom trabalho ?

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http://deolhonailha-vix.blogspot.com:80/2010/12/farra-nos-postes-de-vitoria-poluicao.html

Domingo, 19 de dezembro de 2010

A FARRA NOS POSTES DE VITÓRIA. POLUIÇÃO VISUAL INACEITÁVEL!


Somos tipicamente um país de terceiro mundo porque temos postes. Postes são esculturas de mau gosto, descaso, típicos do século passado. DEOLHONAILHA-VIX clama a você juntar-se pelo fim destes postes.


Poluição Visual

....Todo tipo de poluição visual é crime e afeta diretamente na segurança pública, no turismo e nos negócios. Mas o fato dela não ser tão divulgada e muito menos combatida se deve as suas conseqüências ser mais de ordem psicológica do que física. ...

..Nos últimos anos, houve um significativo aumento de serviços postos à disposição do mercado consumidor, os quais, para sua instalação, necessitam da extensão de redes, que poderiam ser em sua maioria subterrânea, porém quase sempre a opção feita é a aérea....

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Mensagem do chef Seattle


Há 148 anos atrás, um cacique,

um índio pele-vermelha norte-americano,

escreveu o mais brilhante de todos os artigos

sobre Ecologia e de como o Homem Branco

trata a terra que deveria ser sua mãe,

sua irmã, sua amiga e que ele

a transforma na sua maior inimiga.



Estátua erigida pelo escultor americano James Wehn, em 1912, em homenagem ao grande Chefe Seattle.

Esta escultura está localizada no Parque Tilikun Place, em Seattle, capital de Washington, que recebeu este nome em homenagem ao Chefe.

Mensagem do chef Seattle
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"O Grande Chefe em Washington manda comunicar que deseja comprar nossas terras; O Grande Chefe também nos envia palavras de amizade e de boa vontade. Reconhecemos sua gentileza, porque sabemos que ele não necessita da nossa amizade, mas levaremos em conta que se não o fizermos, o homem branco virá com armas, para tomar nossas terras.Quando o grande Chefe Seattle fala, o Grande Chefe em Washington pode confiar na sua palavra como ele pode contar com o retorno das estações, da Primavera, do Verão, do Outono e do Inverno e as palavras do Cacique são como as estrelas, elas não se desvanecem".

"C omo se pode comprar ou vender o céu, o calor da Terra? Essa idéia nos é estranha, nós não possuímos a frescura do ar ou o brilho da água, como poderíamos vendê-los então?"

"OGrande Chefe em Washington manda comunicar que deseja comprar nossas terras.Oportunamente decidiremos. Todas as partes desta terra são sagradas para o meu povo; cada uma das agulhas brilhantes do pinheiro, todas as areias das praias, toda a bruma no fundo do bosque, toda a clareira ou zumbido de inseto, são sagrados na memória e na experiência do meu povo.Nós sabemos que o Homem Branco não entende as nossas maneiras; para ele, a terra é igual em toda parte, porque ele é um estranho que chega de noite e arranca da terra tudo o que ele necessita; para ele a terra não é a sua irmã, mas sua inimiga e quando ele a conquista, ele segue adiante, ele deixa atrás sepulturas dos seus pais e não se importa; ele seqüestra a terra a seus próprios filhos; ele, o Homem Branco não se importa."

"Estão esquecidos os direitos inatos de seus filhos; sua ambição devorará a terra e deixará somente o deserto. O aspecto de vossas cidades dói na vista do Pele-Vermelha, mas talvez seja porque o Pele-Vermelha é um selvagem e não entende."

"Não há lugar tranqüilo nas cidades do Homem Branco; não há lugar para ouvir as folhas da Primavera ou o sussurro das asas dos insetos, mas talvez, eu seja selvagem e não consiga entender a barulheira, essa barulheira que só insulta os meus ouvidos; mas, o que sobra da vida se o homem não mais pode ouvir o delicioso canto do rouxinol ou as discussões noturnas das rãs em volta do lago? O índio sente a aragem do vento soprando sobre a face do açude e o próprio odor do vento soprando sobre as terras, levado pela chuva do meio-dia ou o próprio vento aromatizado pelo pinheiro; o ar é precioso para o Pele-Vermelha porque todas as coisas compartilham o mesmo suspiro, os animais, as árvores, o homem. O Homem Branco parece que não nota o ar que respira, como o homem que está morrendo, há muitos dias, ele é insensível ao aroma. Se eu decidir aceitar, farei com uma condição: o Homem Branco deverá tratar os animais desta terra como seus irmãos; eu sou selvagem e não conheço outras maneiras. Eu vi apodrecendo nas pradarias milhares de carcaças de búfalos abandonados pelo Homem Branco que os matou a tiros da janela do trem; eu sou selvagem e não posso compreender como este fumegante cavalo de ferro seja mais importante que o búfalo, que nós matamos somente para viver."

"Quando todos os animais desaparecerem, o homem morrerá da grande solidão do Espírito, porque tudo o que acontece aos animais, acontece também ao homem; todas as coisas são interligadas: tudo o que acontecer à terra, acontecerá ao filho da terra".

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Aperto no setor elétrico

O Estado de S. Paulo - 13/11/2011

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) acaba de divulgar novas regras de remuneração das companhias de eletricidade com o objetivo de promover uma redução nas tarifas, embora modesta. Com as mudanças, as companhias terão sua rentabilidade diminuída e as punições serão maiores caso a qualidade dos serviços fique abaixo do padrão estipulado. As novas regras foram definidas no 3.º Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas, que ocorrem a cada quatro anos e que afetarão os reajustes de 31 das 63 distribuidoras de energia do País.

A taxa de remuneração do capital investido pelas distribuidoras, hoje de 9,95% ao ano, passa a ser de 7,5% ao ano. Para justificar essa redução a Aneel alega que houve queda do risco Brasil, o que permite às empresas se financiarem com menor custo. O presidente da associação da distribuidoras (Abradee), Nelson Fonseca Leite, porem, não concorda e afirma que a "situação é preocupante, principalmente agora que o setor precisa fazer investimentos em expansão por causa da Copa e da Olimpíada, além de investir em melhoria da qualidade e em novos serviços como o das redes inteligentes". Essa é também a opinião do diretor financeiro da Centrais Elétricas de Minas Gerais (Cemig), Luiz Fernando Rolla, para quem, com essa redução, o equilíbrio econômico-financeiro da empresa "poderá ser rompido".

Outra mudança determinada pela Aneel, foi a criação de um indicador, denominado fator Xq, para punir com redução da tarifa de até 0,3 ponto porcentual as distribuidoras que interromperem o fornecimento por prazos e frequências superiores aos limites estabelecidos. Isso afetará o lucro das empresas elétricas e os dividendos pagos aos acionistas. A regra foi questionada por uma superintendente da Light, Ângela Magalhães Pinto, que alega que serão prejudicadas as empresas que já investem na melhoria dos indicadores de qualidade.

Também mudarão as regras de repasse ao consumidor dos ganhos de produtividade das distribuidoras, propiciando ligeira redução das tarifas, em termos reais. Em termos nominais, as tarifas continuarão corrigidas pelos índices IGP-DI e IGP-M. Nos últimos dez anos, calcula o presidente da associação de grandes consumidores industriais e consumidores livres (Abrace), Paulo Pedrosa, "a grande indústria sofreu aumento de 100%, em termos reais", no custo da energia.

As novas regras da Aneel só afetam parte da tarifa de eletricidade, a chamada Parcela B, que reflete os custos das distribuidoras e que representa apenas 30% da tarifa. Ou seja, só haveria forte impacto na tarifa com alterações na Parcela A, cujo peso na tarifa é de 70%. Mas na Parcela A a agência reguladora pouco pode alterar, pois reflete o custo da geração e da transmissão de energia e, sobretudo, de impostos, tributos e encargos. "Se o governo quiser diminuir de fato o custo final da energia para o consumidor, poderia renunciar a uma fatia da sua metade sobre as contas de luz", afirmou o especialista Paulo Ludmer, referindo-se ao peso dos encargos e tributos que em 2010 superaram R$ 53 bilhões, já chegaram a R$ 54,1 bilhões neste ano e deverão bater em R$ 66 bilhões, segundo o Instituto Acende Brasil.

Cabe à Aneel fiscalizar o setor de energia elétrica e assegurar a qualidade dos serviços, o que justifica as punições pecuniárias previstas. O que não faz sentido é que em um país capaz de gerar energia renovável a custos razoáveis, os consumidores tenham de pagar, segundo cálculos da Firjan, tarifas superiores em cerca de 50% às do Japão, da Inglaterra e da Alemanha, 130% maiores que as da China e 163% acima das tarifas dos Estados Unidos, levando em conta que a energia é insumo básico para a população e para as empresas.

O potencial energético brasileiro continua enorme, mas um indício de que investir nele não é muito atraente está na decisão de duas estatais brasileiras de disputar uma participação na empresa portuguesa EDP, que pretende alienar 21% do seu capital.

As regras da Aneel deveriam estimular, sobretudo, os investimentos em energia no Brasil.

Reajuste da conta de luz terá regras mais rígidas

Aneel define que porcentual de aumento das tarifas vai depender da qualidade dos serviços prestados à população; empresas criticam mudanças

09 de novembro de 2011 | 3h
KARLA MENDES / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou ontem novas regras para os reajustes anuais das contas de luz. O modelo exigirá mais qualidade nos serviços prestados e o consumidor deve ser beneficiado com aumentos mais modestos da tarifa, caso as empresas não cumpram as normas definidas.

A principal novidade é a criação de um indicador que punirá as distribuidoras que deixarem de fazer investimentos e piorarem a qualidade do serviço prestado, conforme antecipou o Estado no mês passado.

As distribuidoras que extrapolarem os limites de duração e frequência de interrupções no fornecimento de eletricidade terão um índice de reajuste da tarifa até 0,3 ponto porcentual menor. Para os investidores da empresa, porém, o efeito será bem maior, pois representaria uma queda de 3 pontos porcentuais na remuneração destinada aos acionistas.

André Pepitone, diretor da Aneel, ressaltou que a criação do indicador, tecnicamente denominado Xq, é a maior inovação do novo conjunto de regras que vão balizar os reajustes tarifários nos próximos cinco anos.

"É o que voto com maior entusiasmo. Tínhamos essa preocupação de atrelar tarifa e qualidade desde o primeiro ciclo de revisão tarifária e agora conseguimos avançar de uma forma exitosa", ressaltou.

Ganho menor. Outra medida aprovada pelos diretores da agência foi a redução da taxa de retorno que as distribuidoras recebem pelo dinheiro investido de 9,95% para 7,5%. A decisão foi tomada pelo órgão regulador considerando a queda do custo de capital para as empresas em razão da melhoria das condições econômicas do País, como a queda da taxa de juros para empréstimos e financiamentos.

"As condições e a robustez do País não justificam taxa maior do que essa", ressaltou Romeu Rufino, diretor da Aneel.

As distribuidoras que atuam nas Regiões Norte e Nordeste foram as que mais reclamaram da decisão. Isso porque a Aneel fixou uma taxa de remuneração bruta menor para elas em razão dos benefícios fiscais que elas recebem, como redução de 75% de Imposto de Renda e Contribuição Social sobre Lucro Líquido.

"As distribuidoras vão entrar com recurso administrativo em 10 dias e depois, caso a decisão não seja reconsiderada, vão buscar a Justiça", disse ao Estado o presidente da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite. As companhias estimam perda de R$ 100 milhões anuais, em média, a cada concessionária dessas regiões.

Empresas. O novo modelo de custos aprovado para as distribuidoras também foi criticado pelas empresas. Luiz Fernando Rolla, diretor de Finanças e Relações com Investidores da Cemig, disse que, com o modelo, a Aneel fixaria para a empresa custos 18% abaixo de outras empresas. Após nove horas de votação, a Aneel interrompeu a reunião, que será retomada hoje.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,reajuste-da-conta-de-luz-tera-regras-mais-rigidas-,796387,0.htm

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Making off da exposição Lugar Sem Lugar, na Galeria Penteado em Campinas

Imagens da Semana

Vejam esta imagem...




... de outro ponto de vista....




e...aproximem-se....



... um pouco mais...



Aqui deveria existir uma árvore e não um poste.....
Já passou da hora dessa fiação obsoleta ser subterrânea.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ÁRVORES do bairro Cambuí, Campinas:

O ajardinamento público, a arborização viária do bairro, e da cidade de Campinas foram realizados para, juntamente à outras melhorias urbanas, transformar suas péssimas condições sanitárias do século XIX, resgatando a auto-estima do campineiro e a sua qualidade de vida, após várias epidemias, que dizimaram e expulsaram parcela significativa de sua população.
O acúmulo de capital oriundo da cultura do café permitiu a criação do grande patrimônio arbóreo, tanto do bairro, atualmente, com 47.000 moradores, quanto de Campinas, referendando-a nacionalmente quanto à qualidade técnica de sua arborização. Hoje, a falta de fiscalização, de planejamento, acompanhamento e manejo técnicos por parte do DPJ, de práticas adequadas por parte das concessionárias de serviços públicos aéreos e subterrâneos (CPFL, COMGÁS e SANASA), a especulação imobiliária, prestadores de serviços, comércio, a própria população, o tráfego intenso e a poluição de veículos, tornam crítico o estado atual dessa arborização, ameaçando a história do bairro.
Realizou-se o censo da arborização viária do bairro, totalizando 2.087 plantas de calçada vivas, distribuídas em 117 espécies, 94 gêneros e 42 famílias identificadas, 21 indivíduos arbóreos e 12 palmeiras não identificadas, além, de 74 mortas.
Existem 25,2 árvores a cada Km de calçada evidenciando uma carência, de 74,8 árvores/Km, nos seus 82.880m de passeio, resultando num total de 6.199 indivíduos, segundo a Lei 11.571.
Os principais problemas foram: afloramentos de raiz (24,39%), árvores desequilibradas por poda (22,62%), pragas (6,09%) e doença (1,39%). As substituições recomendadas por risco, sub-aproveitamento do local de plantio (pela utilização de arbustos), senescência das árvores e morte totalizam 497 indivíduos (23,81%).
A espécie predominante foi a sibipiruna, Caesalpinia pluviosa DC., com 261 indivíduos (12,51%). As nativas representaram 1.117 exemplares (53,5%), distribuídas em 46 espécies; as exóticas, 937 (44,9%).
As 10 primeiras espécies concentram (54,2%), 1.131 árvores, destacando-se a presença de 5 nativas e 5 exóticas (2 delas arbustivas); a primeira colocada desta categoria, a pata de vaca, Bauhinia variegata L., com 129 indivíduos (6,18%).
Este bem comum deve ser o foco de políticas públicas que garantam a sua efetiva proteção. Como um dos benefícios à municipalidade, destaca-se, a área ocupada pela copa das árvores (13,92ha), superior à de várias áreas verdes centrais municipais.
Isso representa cerca de 139.200 m² de cobertura de copas de árvores em calçadas para 47.000 moradores, resultando em apenas 2,96 m² de verde nos passeios do bairro por habitante. Diversas instituições e o próprio Governo do Estado recomendam a relação de 100 m² de área de copa de árvores per capta. Logo, mesmo considerando as 33 praças locais, temos um enorme déficit ambiental a ser sanado. O bairro considerado “mais arborizado” de Campinas possui uma carência de mais de 6.100 árvores, somente em suas calçadas!
As árvores nos oferecem gratuitamente os serviços ambientais de purificação e umidificação do ar, protegendo-nos contra doenças respiratórias e alérgicas. Filtram os raios do sol, ajudando-nos na defesa contra o câncer de pele. Oferecem a sombra refrescante que nos alivia em dias quentes, poupando o uso de aparelhos condicionadores de ar e gastos de energia. Essa mesma sombra também contribui para aumentar a durabilidade da pavimentação pública; bem como, nos convida ao passeio pelo bairro reduzindo a violência urbana, pela presença constante dos cidadãos nas ruas da cidade. Elas retém a chuva, minimizando enchentes e alagamentos. Abrigam e alimentam os pássaros que nos alegram com sua melodia. Além disso tudo, generosamente nos dão paz e beleza, acalentando a nossa vida cotidiana. Essas cidadãs de grande estatura geram saúde, economia, conforto, prazer e ainda agregam valor aos imóveis e locais privilegiados por suas copas.
Após esse estudo realizado com o apoio da "Movimento Resgate o Cambuí", da Sociedade Civil dos Amigos do Bairro Cambuí, do CNPq e CAPES, pode-se caracterizar as condições da arborização e com base nesse diagnóstico, começaram a ser implementadas ações pró-ativas e em defesa da comunidade. Compôs-se um importante banco de dados com todas as árvores do bairro, suas características e estado geral. Denunciou-se 70 ações irregulares aos órgãos públicos como extrações e podas indevidas, elaborando-se e protocolando-se laudos técnicos que até o momento não foram devidamente respondidos pelo DPJ e atualmente tem-se o "controle" do que ocorre irregularmente com a arborização do bairro.
Um trabalho muito importante motivado por este estudo foi a constituição de um programa denominado "Cambuí Verde", que é uma ação voltada para a Comunidade que completará 135 árvores de calçadas plantadas até outubro de 2011. Com isso espera-se a composição de um acervo ambiental para a comunidade, de modelos de canteiros e de espécies de árvores, além do uso da boa técnica no trato com a arborização visando a alteração das práticas atuais, extremamente prejudiciais às árvores e à sua sobreviência no meio urbano, ou seja, buscando a sustentabilidade urbana.
Também, atualmente, há um grande grupo de discussão sobre a questão da arborização municipal que conta até o momento com o apoio e contribuições de mais de 120 profissionais. Esse grupo atuante, fornece subsídios e suporte para a Comissão Técnica Consultiva em Arborização Urbana de Campinas, que começou a atuar este ano, 8 anos de atraso, com relação ao exigido pela Lei nº11571.
Em breve será entregue às autoridades competentes um dossiê sobre as condições da arborização municipal. O trabalho foi realizado por diversos técnicos da área ambiental e vem sendo organizado pelo Eng. Florestal José Hamilton, apoiado pela Resgate e diversas entidades da cidade de Campinas.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Plantio de Árvores no Bairro Cambuí em Campinas






----- Original Message -----
From: Resgate Cambuí
Sent: Wednesday, November 02, 2011 9:15 PM
Subject: plantios/homenagens



Hoje homenageamos o Dr. Hermes plantando na Praça Dr. Hermes M Souza, um Cambuí.
Também homenageamos o Sr. Geraldo na praça que ele arborizou, Praça Perseu Leite de Barros.
E aproveitamos para nos homenagear, plantando lindas árvores no bairro Cambuí.
Seguem as fotos.

Resgate o Cambuí




















Sr. Geraldo (de blusa azul) na Praça Perseu L Barros








Muitas pessoas ajudando





E a árvore plantada.





Na Praça Dr. Hermes com a Marília, filha dele






Cambuí já plantado








Participantes









Plantando árvores no bairro Cambuí








Arrumando os canteiros e plantando grama amendoim













Finalizando o trabalho...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Arborização

Estes são alguns laudos feitos na cidade de Campinas que mostram o descaso com as árvores.


http://www.slideshare.net/ResgateCambui/laudo-1

http://www.slideshare.net/ResgateCambui/laudo-2

http://www.slideshare.net/ResgateCambui/laudo-3

CPFL deixa seus consumidores sem luz por dois dias e não é multada como a Eletropaulo





Movimento Resgate Cambui
Queremos resposta porque a CPFL deixa seus consumidores sem luz por dois dias e não é multada como a Eletropaulo.

http://www.rac.com.br/noticias/campinas-e-rmc/103926/2011/10/31/mais-de-16-mil-estao-sem-energia-ha-quase-dois-dias.html


16.997 mil clientes da Companhia Paulista de Força e Luz de nove cidades da região de Campinas estão sem luz há quase dois dias. O fornecimento foi interrompido por volta das 21h de sábado (29), devido às chuvas, e até às 15h desta segunda-feira (31) não foi reestabelecido. Em Sumaré e Hortolân...

Manejo para Arborização Urbana

As Melhores Práticas de Manejo da Arborização Urbana

http://www.slideshare.net/ResgateCambui/jornal-201011-2
DIVULGUEM AMPLAMENTE !

Temos que nos preparar, se não, não haverá homenagem...

Grande político, honesto e progressista, elevou o Maranhão
ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do nível do Japão;




Estimulou o desenvolvimento do Maranhão e criou riquezas para todos:


Humilde e simples, até simplório, Sarney homenageou os
grandes maranhenses e reconheceu sua grandeza;

As crianças foram seu principal foco de governo.
Todas mereceram a devida atenção.



O desprendimento deste homem foi uma das marcas de sua vida política.
Jamais almejou o poder pelo poder.
Apenas quis servir ao povo do Maranhão e do Brasil.

Com esse breve resumo, lançamos a
campanha LARGA O OSSO Sarney!!!!!!!.
Divulguem amplamente.
A união faz a força...
Idovaldo Cunha Graduando do Curso de Licenc. em Informática.Universidade Federal do Maranhão - CAMPUS VII - Codó - MAGrupo de Estudos das Tecnologias Educacionais - GETE